<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805</id><updated>2011-12-28T19:01:15.583-02:00</updated><title type='text'>b.LO.g</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>280</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5033723880593869891</id><published>2011-12-28T18:32:00.002-02:00</published><updated>2011-12-28T19:01:15.590-02:00</updated><title type='text'>Roubos (13)</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aí vai um graaaaande (em todos os sentidos) roubo para encerrar 2011 (e, quem sabe, servir de inspiração para 2012, como sugeriu a autora da entrevista).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;As frases abaixo são da gaúcha Debora Noal, que é psicóloga na organização Médicos sem Fronteiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um dia um amigo me disse: “Ó, Débora, acho que você tem todo o perfil para trabalhar nos Médicos Sem Fronteiras. Você nunca pensou nisso?” Eu nunca tinha escutado sobre os Médicos Sem Fronteiras na minha vida. (...) ele disse: “Sabe, Debora, eu acho que há coisas que a gente precisa pensar... porque provavelmente alguém, em algum lugar do mundo, está esperando por você”. Eu fiquei pensando... É, teoricamente isso não faz nenhum sentido. Alguém, em algum lugar do mundo, está esperando por mim? Ok, né? Mas essa frase ficou, ficou bem forte."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O que não é possível carregar comigo é porque não é meu. As pessoas diziam... “Mas você vai deixar tudo? Máquina de lavar no meio do corredor, televisão... e se roubarem?” Se roubarem, roubaram... O que eu vou fazer? Não posso passar minha vida inteira segurando uma televisão na mão... Lembro que eu ia recebendo emails dos vizinhos ao longo dos meses. “Posso ficar com a sua máquina de lavar roupa?” Pode. “O seu quadro está no meio do corredor... posso botar na minha casa?” Pode."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Em missão todo dia é segunda-feira de manhã. Não existe sábado, não existe domingo. Você acorda e é segunda-feira, no outro dia é segunda-feira de novo, e no outro ainda é segunda-feira, e todo mundo tem muito... muito brilho no olho. Sabe? (...) É assim.. você está cansada, você está aniquilada, mas a alma está salva, você está se sentindo bem com o que está fazendo. Não tem nenhuma conotação religiosa, a gente até brinca que somos os “ateus sem fronteiras”. A gente acredita no cuidado com o ser humano. Não dá para esperar uma entidade – tomara que ela exista, e tomara que ela um dia comece a se organizar de uma outra forma, porque o mundo é bem cruel. Mas a gente precisa cuidar agora."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Num trabalho de urgência aqui no Brasil, por exemplo, a urgência é do outro, não é a sua urgência. Mas, quando você está numa catástrofe, a urgência também é sua, porque você também está sob o efeito da catástrofe natural. Por exemplo, no terremoto eu estava atendendo as pessoas e o chão estava tremendo. Então eu também estava dentro de uma estrutura de perigo, que é a grande diferença da urgência que a gente vive aqui. (...) Lá, numa catástrofe, não. Você está junto, você vivencia a catástrofe junto com o outro. É uma forma de dizer para o outro: ok, você não está sozinho, estamos juntos nessa. Isso é bem maluco."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"e eu lembro que cada vez que começava um novo tremor de terra as pessoas tinham o ímpeto de sair correndo. Só o fato de você estar ainda dentro da estrutura e de dizer para a pessoa – “Olha, o engenheiro já disse que essa unidade não vai cair se tiver um outro terremoto até 7.0, então a gente pode ficar, e vamos ficar juntos” – já muda. E a outra maneira é investigar coisas bem práticas: que tipo de coisa você pode ir fazendo para se estabilizar. Quase sempre o pedido é o mesmo: “Me ajuda a esquecer”. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E às vezes você faz um atendimento e fica guardado na cabeça das pessoas para o resto da vida. Você pode mudar completamente o destino de uma pessoa com um simples atendimento. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Cheiro é uma coisa difícil de contar para as pessoas. O cheiro da morte é um negócio difícil de descrever. Como você descreve o cheiro da morte? Cheiro de ser humano. No Brasil, a gente tem muito pouco cheiro de ser humano. Porque ser humano não cheira bem, o ser humano cheira mal. Tipo: fique sem colocar seu desodorante, sem passar xampu no cabelo, sem passar um bom sabonete no corpo, sem passar um creme, um protetor solar. E sinta seu cheiro daqui a uma semana. É um cheiro forte de gente. E eu vivo sentindo cheiro de gente, em todos os lugares. Normalmente, nos lugares aonde eu vou não existe xampu, não existe sabonete, não existe desodorante. Cheiro de ser humano é um negócio impressionante. E o cheiro do medo do ser humano é uma coisa forte, também. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Posso descrever para as pessoas o rosto, a postura de dor, de sofrimento, mas o cheiro eu não consigo descrever. É uma das coisas mais fortes que eu senti naquela missão. O cheiro da morte. Primeiro, você começa a perder a capacidade de sentir seu próprio cheiro, imagina o cheiro dos outros. E, depois de um tempo, você começa a perceber que tudo cheira, inclusive o medo, a morte, a dor, a felicidade – tudo tem seu próprio cheiro. E às vezes é bem doído. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É a minha décima missão, mas cada vez que ele me liga é uma felicidade, uma sensação bem maluca. Ele está me dizendo que aconteceu um furacão, um terremoto, e eu estou muito feliz porque sou eu que fui chamada para ir nessa missão. Podia ser qualquer outra pessoa, mas escolheram a mim. E me dá uma sensação boa, sabe? Sou eu que estou indo vivenciar isso, dividir isso com aquelas pessoas, naquele momento, naquele lugar. É uma sensação maluca, tipo: o salário não é bom, as condições de vida não são boas, a segurança e a estabilidade são zero, e ainda assim eu sou a pessoa mais feliz do mundo cada vez que ele me liga dizendo que estou indo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Desde pequena eu escuto: “Na tua cabeça tem um guia. Se você acredita que dá para fazer, vai e faz”. Minha mãe sempre dizia e diz até hoje. “Mas o que você acha, minha filha, você acha que isso vai dar certo?”. E eu sempre acho que vai dar certo. “Então faz”, ela diz. “Você tem mais coisas dentro de você do que consegue me dizer. Então, se acha que dá para fazer, faz”"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Até porque eu me levo para todo lugar, né? Eu não tenho como fugir. Eu estou junto comigo o tempo todo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Faço coisas que me dão a sensação de que ainda brilha o meu olho. Acho que quando eu olho para alguma coisa que eu sinto... hum, isso não faz meu olho brilhar... eu não fico. Posso estar ganhando o melhor salário do mundo, posso estar num lugar extremamente estável e confortável. Não é isso que me dá o grande prazer. É a sensação de estar viva. Acho que tem muita gente no mundo que não está viva. Está andando por aí, mas viva não está."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Entrevista completa &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold; font-style: italic;" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI228050-15230,00-MINHAS+RAIZES+SAO+AEREAS.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu roubo por este motivo ----&amp;gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold; font-style: italic;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;Roubos (1)&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5033723880593869891?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5033723880593869891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5033723880593869891' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5033723880593869891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5033723880593869891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/12/roubos-13.html' title='Roubos (13)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1457035965023557070</id><published>2011-11-13T16:05:00.008-02:00</published><updated>2011-11-16T05:47:15.380-02:00</updated><title type='text'>Caldo</title><content type='html'>Acho que juntar &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://sobreavida.com/2011/10/25/o-poder-dos-relacionamentos/"&gt;este texto&lt;/a&gt; com este &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://papodehomem.com.br/%C3%A2%C2%80%C2%9Cvoce-e-a-media-das-cinco-pessoas-com-quem-passa-mais-tempo%C3%A2%C2%80%C2%9D/"&gt;outro texto&lt;/a&gt; pode dar um bom caldo.&lt;br /&gt;Juntaí. (os textos seguem &lt;a style="font-weight: bold;" href="https://docs.google.com/document/pub?id=1ChP72eYrSv7FxCmj1FdpL43a-2xs9FIiLtImEJZ-MfI"&gt;aqui&lt;/a&gt; também, caso os links originais não funcionem)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é do &lt;a href="http://www.sobreavida.com.br/"&gt;Fred Mattos&lt;/a&gt;, que me impressiona quase sempre. Sua capacidade de explicar coisas é incrível.&lt;br /&gt;O segundo é do&lt;a href="http://papodehomem.com.br/"&gt; portal PdH&lt;/a&gt;, cujo conteúdo também me impressiona quase sempre. Aliás, esse movimento pró-homem (portais, revistas... ) tem revelado coisas bem legais. Um parêntese: uma coisa curiosa, por exemplo, é o número de mulheres que elogia a  Alfa, uma revista para os homens. E eu fico pensando no dia em que não  farão sentido revistas segmentadas por gênero. Fecha parêntese.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1457035965023557070?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1457035965023557070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1457035965023557070' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1457035965023557070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1457035965023557070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/11/caldo.html' title='Caldo'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7375512412606178593</id><published>2011-11-12T12:45:00.005-02:00</published><updated>2011-11-12T13:38:42.292-02:00</updated><title type='text'>Roubos (12)</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;We can't go on together&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;With suspicious minds (suspicious minds)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;And we can't build our dreams&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;On suspicious minds&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Não podemos continuar juntos&lt;br /&gt;Com mentes desconfiadas&lt;br /&gt;E não podemos construir nossos sonhos&lt;br /&gt;Com mentes desconfiadas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouve &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU&amp;amp;feature=feedf"&gt;aqui, ó&lt;/a&gt;. (na voz dele fica bom demais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que motivo eu roubo ---&amp;gt; &lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;O Roubo número 1.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma das palestras da &lt;a href="http://www.arpnet.com.br/"&gt;Semana ARP da Comunicação 2011&lt;/a&gt;, cujo tema era "indústria criativa", os caras falaram desse livro do post Roubos (1) e citaram essa parte, especialmente. Então, eu me senti muito criativa com essa série de roubos que eu cometo. &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;"&gt;:P &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7375512412606178593?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7375512412606178593/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7375512412606178593' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7375512412606178593'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7375512412606178593'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/11/roubos-12.html' title='Roubos (12)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7860263842743205337</id><published>2011-10-03T15:37:00.002-03:00</published><updated>2011-10-03T15:37:31.540-03:00</updated><title type='text'>Roubos (11)</title><content type='html'>"O século 21 será das pessoas individualmente livres e voluntariamente juntas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que todo mundo entende essa afirmação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roubei &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.gilgiardelli.com.br/blog/2011/09/30/social-tv-e-o-novo-consumo-das-midias/"&gt;daqui&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Por que eu roubo? Tudo explicado &lt;b&gt;&lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7860263842743205337?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7860263842743205337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7860263842743205337' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7860263842743205337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7860263842743205337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/10/roubos-11.html' title='Roubos (11)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2156279841622859410</id><published>2011-07-16T16:42:00.005-03:00</published><updated>2011-07-16T20:01:25.674-03:00</updated><title type='text'>Todos queremos ser jovens</title><content type='html'>&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/ZidBmzFFSyk?fs=1" allowfullscreen="" frameborder="0" height="295" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Aspiracionais pra uns, inspiracionais pra outros. Aspirar e inspirar. &lt;b&gt;Rende um texto&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Identidades que transcendem o lugar onde são e onde estão. &lt;b&gt;Rende um texto.&lt;/b&gt; (qualquer tema/assunto/fato local acomoda entrevistas com pessoas não-locais, de qualquer parte do mundo; pra muitos assuntos hj em dia, o lugar onde estamos não altera nosso acesso a opiniões e análises. No jornalismo, isso já foi mais definitivo)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Conexões estéticas e comportamentais. &lt;b&gt;Rende um texto&lt;/b&gt;. (conexões estéticas, por exemplo, me lembra coisas de categorias muito díspares e que têm design parecido. Tipo &lt;a href="http://www.catapreco.com.br/tenis-bull-terrier-dragon-masculino_CP-1553339#rmcl"&gt;&lt;b&gt;isso&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.guaracarplus.com.br/site.interna.carrozero.php?idveiculo=11"&gt;&lt;b&gt;isso&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.) (sobre conexões comportamentais eu penso no fato de o relevante ir para internet, mas também se originar dela, numa via de... mão dupla? mão dupla não seria algo do século passado? não estaríamos mais para lulas-moluscos, se pensarmos na nossa capacidade de alcançar e trocar coisas via websfera?)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Modo não linear de pensar. (+) Tudo pode ser remixado. &lt;b&gt;Rendem texto.&lt;/b&gt; (ou um não-texto. Ambas as afirmações têm a ver com esse post, sobre textos que rendem e que eu, de fato, nunca vou escrever, porque, refletindo a linguagem da internet, são muitos links se abrindo na minha cabeça. E, mesmo que eu vencesse a ansiedade que as novas ideias provocam, no final eu não ia gostar, ou aprovar o resultado, porque novas ideias iam surgir, bagunçando as primeiras, num raciocínio permanentemente incompleto, em espiral, algo confuso?, mas de fato angustiantemente sem fim. E tudo isso por causa de apenas UM vídeo. Um vídeo, bem editado, com conteúdo interessante, mas não absoluto,  e que, mesmo com todas as ressalvas possíveis, estabeleceu muitas conexões na minha cabeça (e na sua tb, não?), a ponto de eu desistir de explicá-las antes mesmo de começar, exatamente como fazem os jovens descritos no vídeo: eles desistem de explicar e apenas agem. O seu pensar é o agir, que a internet e seus diversos recursos de compartilhamento oportunizam. Eles não têm um modo de pensar linear. Nem um modo linear de fazer. E isso tem a ver com a próxima afirmativa, tb tirada desse vídeo)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; É natural começar uma coisa e terminar em outra. &lt;b&gt;Rende texto. &lt;/b&gt;(eu não sei como esse texto vai acabar. Ele não vai acabar na real. E eu não vou me preocupar com isso, porque senão sequer este post existiria. A infinidade de assuntos e insights a partir desse vídeo reflete a linguagem da internet, ou o seu jeito de ser, de mil abas e mil cliques, que vão se abrindo paralelamente... ou na verdade é a internet que, de modo espetacular, acaba por refletir as nossas conexões mentais? Uma vez uma professora que estudava o fenômeno me disse isso, maravilhada: a internet, o caminho dentro da rede, a série de links clicados permite conhecer o raciocínio feito pela pessoa que clicou aquilo. Antes da internet - ou do computador - isso era impossível).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; O normal é chato. Ao invés de neutralizar as diferenças, se tornou cult expressá-las. &lt;b&gt;Rende texto.&lt;/b&gt; (no final das contas, querer que um texto explique tudo isso seria normalizar o não-normalizável, neh? Normalizar (no sentido de aparar as diferenças) o pensamento, quando ele fica muito mais legal bagunçado (ou mais criativo). Na raiz motivadora de quem escreve há uma pretensão de explicar o todo, encaixotando uma realidade. Leva-se tempo para isso. Muito tempo. Um tempo que não temos. Por isso, quando os intelectuais terminam uma tese provavelmente ela não serve mais para grandes coisas, porque a realidade já mudou 100 vezes. Diga o que vc tem a dizer agora, não espere encerrar o assunto, solte sua ideia, ela vai se juntar à outra, e o melhor conceito vai ser a soma de muitas). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Unir trabalho e lazer.  &lt;b&gt;Rende texto.&lt;/b&gt; (culhão para assumir o que quer fazer na hora que quer fazer garantindo que o trabalho vai estar pronto na hora que precisar que esteja pronto, sem precisar bater a porra do ponto, nem ficar sentado o dia inteiro atrás de uma mesa, como uma samambaia)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;gt; Catalisadores de mudanças.&lt;b&gt; Rende texto &lt;/b&gt;(pensa nas grandes mudanças em sua vida. Quem ou que as motivou? Esse que ou esse quem, na verdade, conseguiu mobilizar a sua porção jovem. Vc a carrega pra sempre, não importa a idade que tenha. É aquilo que te tira da zona de conforto. Quando vc diz sim prum desafio, vc está sendo jovem.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, esse vídeo rende um monte de textos, que eu não vou escrever (o outro nome disso pode ser preguiça). Porque não tenho certeza de nada. De certo modo, as certezas são coisas mortas (por que eu perderia tempo indo atrás delas aqui?). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E esse desemparelhamento entre o que pensamos e a realidade, uma coisa numa velocidade e outra coisa em outra, me lembrou uma coisa que eu escrevi &lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/12/entre-palavra-e-o-coracao.html"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora há pouco, fui escrever "faço lanche" e, quando vi, estava saindo "Façhe", porque a minha cabeça foi mais rápida que meus dedos. Quando eles tavam no ç, ela já estava no che.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o que isso tem a ver com o resto do texto? Deve ter, porque lembrei disso pensando em tudo isso que tah no post... Mas não peça explicações. Não há tempo para elas. A essas alturas, seu Facebook, seu twitter etc tem novidades e você está perdendo. Quando lembrar de mim novamente, eu já estarei em outra...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tipo, agora lembrei de uma sensação q tenho quando vou entrar na sala de cinema e cruzo com as pessoas que assistiram a sessão anterior: me sinto tipo inferiorizada... não é bem isso, mas é tipo isso... A gente sai diferente de uma sessão de cinema. De qlq experiência, na verdade, mas ali, naquele momento, isso fica muito flagrante. Eu sou a pessoa sem A experiência cruzando com as pessoas que já tiveram A experiência. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;o vídeo lá em cima diz isso... necessidade q temos de filtros para organizar experiências, que são muitas a todo momento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;... e esse post não acaba mais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;desculpa. Onde eu desligo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tchau.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;tenho um monte de texto de trabalho pra fazer e tô aqui, no bLOg... (trabalho x lazer, putz, voltei pro vídeo... tah, fui. sério. fui mesmo.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah!, faltou dizer que conheci o vídeo através do twitter, o que acabou me levando pra este&lt;b&gt;&lt;a href="http://remodula.com.br/post/7652513367/por-que-todos-querem-ser-jovens"&gt; site&lt;/a&gt;, &lt;/b&gt;que tem um texto bem legal sobre o tema, ou oS temaS.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2156279841622859410?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2156279841622859410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2156279841622859410' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2156279841622859410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2156279841622859410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/07/todos-queremos-ser-jovens.html' title='Todos queremos ser jovens'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ZidBmzFFSyk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7605343246604796494</id><published>2011-06-20T17:51:00.002-03:00</published><updated>2011-06-20T18:09:20.620-03:00</updated><title type='text'>Roubos (10)</title><content type='html'>&lt;em&gt;Amadurecer&lt;/em&gt; &lt;em&gt;é aprender a mentir.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ser surdo, cego e mudo: essa é a opção melhor pra quem não quer participar da mentira, mas está afogado nela. A mentira é tudo e a única verdadezinha é dizer que tudo isso é mentira.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bom, nem elas são verdadeiras. Nada, fora de nós, é. Pensa bem: a verdade existe mesmo só dentro da gente, e ela não nasce na forma gramatical, na forma das palavras. Ninguém sente “Hm, eu amo ela”, nós sentimos uma… coisa. Daí tu pega’ essa coisa nua que tem dentro de ti, põe nela umas calças de A, uma camiseta M, uma máscara de O, uma peruca de R; e cospe a representação gramatical da verdade, esse monstrinho. E se é uma representação da verdade, é uma mentira.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A comunicação não acaba na nossa boca, acaba dentro do ouvido do outro. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não existe um Dicionário Universal, e sim um dicionário pra cada ouvido. Quem dera os ouvidos também soubessem que há um dicionário pra cada boca.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;É claro que foram anos de pessoas mentindo que jantariam umas com as outras que fizeram com que fosse subentendido esse idioma da mentira que se arrasta por cima do tapete persa onde por debaixo passam, amassadas, as verdades. Mas, para o bem ou para o mal, o idioma está aí e, por mais bizarro que seja, algumas mentiras ainda comunicam verdades melhor do que verdades comunicam elas próprias.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Roubei tudo &lt;a href="http://www.perestroika.com.br/2011/06/20/a-mentira-como-idioma/"&gt;&lt;strong&gt;desse post&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; no site da Perestroika. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;Eu roubo porque... &lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; explica tudo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;E eu não paro de cometer roubos porque não consigo mais, como antes, por ordem nos meus pensamentos. Melhor, nas minhas sensações. Condição essa que, neste post, encontrei identificação na seguinte frase:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Eu sabia que tava certo de alguma maneira, mas não sabia por quê. Ainda não sabia também que, às vezes, o ser vem antes do saber o porquê se é.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7605343246604796494?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7605343246604796494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7605343246604796494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7605343246604796494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7605343246604796494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/06/roubos-10.html' title='Roubos (10)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7884805594171562890</id><published>2011-05-29T16:24:00.006-03:00</published><updated>2011-05-29T17:37:34.459-03:00</updated><title type='text'>Keep on moving</title><content type='html'>Treinar é ir pra guerra.&lt;br /&gt;Fazer yoga é voltar pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinar é denso.&lt;br /&gt;Yoga é sutil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo moldado pelo treino combina com o yoga. (por q combina? não sei... tô pensando mais sobre isso)&lt;br /&gt;O espaço interno aberto/expandido com o yoga acomoda as sensações do treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô apenas começando. E talvez nunca saia do começo quando o assunto é yoga. Mas... quero mais de tudo isso. E uma das máximas do yoga é: avançar sem querer chegar a lugar algum. (Pra isso, preciso desaprender tantas outras máximas herdadas involuntariamente ou reforçadas pelo roldão do cotidiano.) Não há chegadas, não há competições. Divertir-se com o caminho é melhor do que a expectativa pelo grau de prazer da chegada. O caminho é chegar. Keep on moving*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;falar é fácil... e isso q eu tomo o maior cuidado com as palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*obrigada pelo tweet, @lulubrito! Acabou q deu nome pra este post :)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7884805594171562890?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7884805594171562890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7884805594171562890' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7884805594171562890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7884805594171562890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/05/keep-on-moving.html' title='Keep on moving'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2636426524998375259</id><published>2011-05-28T17:25:00.003-03:00</published><updated>2011-05-28T17:31:16.716-03:00</updated><title type='text'>Meu nome é Luna. Pit-Luna. Mas pode me chamar de Bubis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-l4pceNh_i5w/TeFbP4LSBvI/AAAAAAAAAQ8/l9A0g698Nm8/s1600/01052011016.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 150px; height: 191px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-l4pceNh_i5w/TeFbP4LSBvI/AAAAAAAAAQ8/l9A0g698Nm8/s200/01052011016.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5611866939016218354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Luna me dá certeza de que os cães atuam numa outra sintonia.&lt;br /&gt;Até  bem pouco tempo eu quase caí na conversa de que os gatos são mais  admiráveis do que os cachorros por sua independência e eterno ar blasé.  De que os cães eram uns bobocas: não importa o que acontecesse, eles  permaneciam fiéis. Que vc podia brigar com seu cão que logo em seguida  ele vinha todo bobo, sacudindo o rabinho, demonstrando com isso ser...  um boboca.&lt;br /&gt;Nada disso. Acho os cães admiráveis justamente por isso: a  total falta de rancor. A fidelidade acima de qualquer coisa. A  fidelidade a algo maior. Talvez isso explique porque é sempre um  cachorro que acompanha um mendigo, e não um gato. Nada contra os gatos.  Eles têm poderes, respeito.&lt;br /&gt;A Luna é assim de maneira imediata: vc  briga com ela, vc está brigando com ela, e ela está quase que  imediatamente arranhando suas pernas, pedindo colo, como que com pressa  de pôr fim à discussão e fazer logo as pazes.&lt;br /&gt;Essa sensação de que os  cães atuam numa outra sintonia tem a ver com uma outra coisa também:  eles não atendem especificamente ao nome que ganharam. Eles atendem ao  tom ou à porção de carinho que vc coloca na palavra com a qual os chama.  É como se o grau de carinho das pessoas queridas tivesse um código, um  código de barras, que os cães registram em seu sistema. Falo isso porque  costumo colocar muitos apelidos nos cachorros. Minha família toda é  assim. E eles, os cães, atendem a todos os apelidos. O que me faz pensar  que eles atendem a algo invisível (ou inaudível) e não exatamente à  soma de sílabas frias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Luna é Luna, mas também é:&lt;br /&gt;- Bubu&lt;br /&gt;-  Búio&lt;br /&gt;- Lunex&lt;br /&gt;- Pit-Luna&lt;br /&gt;- Lunevsky&lt;br /&gt;- Bubi&lt;br /&gt;- Chulepinha&lt;br /&gt;-  Menininha&lt;br /&gt;- Mixiguana&lt;br /&gt;- Mixiguaninha&lt;br /&gt;- Bubis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se bem que... tah certo mesmo: não é o que dizemos, mas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;como&lt;/span&gt; dizemos; não é o que ouvimos mas como entendemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2636426524998375259?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2636426524998375259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2636426524998375259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2636426524998375259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2636426524998375259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/05/meu-nome-e-luna-pit-luna-mas-pode-me.html' title='Meu nome é Luna. Pit-Luna. Mas pode me chamar de Bubis'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-l4pceNh_i5w/TeFbP4LSBvI/AAAAAAAAAQ8/l9A0g698Nm8/s72-c/01052011016.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-9173585744287923943</id><published>2011-05-02T22:01:00.005-03:00</published><updated>2011-05-03T10:30:44.760-03:00</updated><title type='text'>Roubos (9)</title><content type='html'>Sei que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa.&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;o fato é que entre uma conversa sobre minuto/segundos/centésimos de série, 'n' repetições de pista, quilômetros de ciclismo com média de velocidade tal, potência de pedaladas etc etc etc e outra conversa sobre &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://revistatrip.uol.com.br//revista/196/reportagens/ela-tem-a-forca.html"&gt;isso aqui&lt;/a&gt;, eu sempre vou me interessar INFINITAMENTE mais por essa última.&lt;br /&gt;A entrevista do&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://revistatrip.uol.com.br//revista/196/reportagens/ela-tem-a-forca.html"&gt; link&lt;/a&gt; é longa, mas acho que vale muito a pena ler o que a entrevistada diz sobre experimentar esportes/atividades físicas.&lt;br /&gt;Não consigo entender treinos baseados apenas em números. Me esforço, porque vejo amigos fazendo isso, mas no fundo, no fundo, no fundo, o resultado do relógio me diz/responde muito pouco sobre o que realmente me interessa.&lt;br /&gt;Acho que relógios só poderiam ser levados tão a sério como são se vivêssemos em laboratórios, tipo em "condições ideais de temperatura e pressão".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim, o que o relógio tah dizendo pode ser apenas o começo de um raciocínio, ou uma consequência entre tantas. As sensações de um treino/uma prova são muito mais importantes (e fartamente cheia de informações sobre nós mesmos). Só que dão trabalho para entender. Esse é o ponto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-9173585744287923943?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/9173585744287923943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=9173585744287923943' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/9173585744287923943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/9173585744287923943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/05/roubos-9.html' title='Roubos (9)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7350270685073655637</id><published>2011-05-02T14:16:00.000-03:00</published><updated>2011-05-02T14:16:00.099-03:00</updated><title type='text'>Roubos (8)</title><content type='html'>&lt;iframe width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/HEdOMkI2waU?fs=1" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7350270685073655637?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7350270685073655637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7350270685073655637' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7350270685073655637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7350270685073655637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/05/roubos-8.html' title='Roubos (8)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/HEdOMkI2waU/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1001739741043381043</id><published>2011-04-24T17:33:00.004-03:00</published><updated>2011-04-24T18:33:14.957-03:00</updated><title type='text'>Preencha a lacuna corretamente</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-3IpX2u1508g/TbSJdV4i0eI/AAAAAAAAAQc/JOHaVycp-mU/s1600/bernardo-collares.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-3IpX2u1508g/TbSJdV4i0eI/AAAAAAAAAQc/JOHaVycp-mU/s200/bernardo-collares.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599251373911888354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Gosto das histórias de montanhistas. São quase sempre intrigantes. Pena que só conhecemos essas histórias quando alguma coisa dá errado, e as boas histórias ficam sempre com um final trágico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do ano teve uma história dessas. A do Bernardo Collares Arantes, alpinista carioca de 46 anos que caiu quando escalava o Fitz Roy, na Patagônia argentina. Ele teria quebrado a bacia e tinha hemorragia interna. A única chance de sobrevivência era sua amiga, que escalava o pico com ele, ir buscar ajuda. E a história dela é ainda melhor: ela DEIXA o amigo pra trás, sob nevasca, desce sem saco de dormir, porque ficou com ele, vai descendo SOB NEVASCA (eu repito), passando as noites entre as fendas do cume, na neve, até que atravessa a geleira cheia de buracos. Bom, ela consegue: pede ajuda mas todos concluem que é tarde demais. Não tinha como chegar ao local devido ao mau tempo, e o Bernardo está lá até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aconteceu em janeiro eu acho, mas lembrei do fato agora porque, enquanto pesquisava um outro assunto, vi num site que, em algum momento da vida, o Bernardo escreveu aquilo ali que está na imagem. Isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"As montanhas são uma espécie de reino mágico onde, por meio de algum encantamento, eu me sinto a pessoa mais feliz do mundo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, eu me dei conta de que eu queria dizer, sentir, escrever (escrever é mais forte do que dizer, por isso ele escreveu) essa frase. E eu me dei conta de que todos nós podemos fazer isso. Basta trocar o início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As (ou Os ou A ou O) ................ são uma espécie de reino mágico onde, por meio de algum encantamento, eu me sinto a pessoa mais feliz do mundo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você preenche essa lacuna? Com o que? Mas tem de ser no alvo. A resposta certa, qual é pra vc? Mas seja sincero, definitivo, intenso, como o Bernardo foi. Não é a coisa colocada ali que vai dar força a essa frase, é a verdade do coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///Users/loraineluz/Desktop/bernardo-collares.jpg" alt="" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1001739741043381043?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1001739741043381043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1001739741043381043' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1001739741043381043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1001739741043381043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/04/preencha-lacuna-com-resposta-certa.html' title='Preencha a lacuna corretamente'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-3IpX2u1508g/TbSJdV4i0eI/AAAAAAAAAQc/JOHaVycp-mU/s72-c/bernardo-collares.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6133524051866406795</id><published>2011-03-22T16:43:00.003-03:00</published><updated>2011-03-22T18:23:54.586-03:00</updated><title type='text'>Comer Rezar Amar</title><content type='html'>Amiga da criadora (foi a Rejane quem me selecionou no meu primeiro emprego... trabalhamos anos juntas... e, bem mais tarde, foi quem me deu trabalho qdo decidi sair desse emprego!), acompanho o &lt;a href="http://www.mesadecinema.com.br/"&gt;Mesa de Cinema&lt;/a&gt; desde, bem dizer, seu nascimento. Uma ideia que agrada pela originalidade e pela overdose de prazeres: vê-se um (bom) filme, conversa-se sobre ele (ou seja, "pensa-se") e depois come-se tudo. Explico: fã de gastronomia e de cinema, a Rejane criou um evento que junta essas duas coisas. (teve gente que copiou por aí, mais uma prova de como a ideia é boa.) Um chef sempre é convidado para fazer um jantar inspirado no filme. Além disso, coquetel, apresentações e mesmo, digamos, a cenografia do lugar (das mesas à música) tb se inspiram no filme. Passam as horas e a gente nem percebe! Bom, o Mesa cresceu - como verá quem visitar seu &lt;a href="http://www.mesadecinema.com.br/"&gt;site&lt;/a&gt; -, mas de tempos em tempos eu ajudo em alguma coisa, sempre quando a demanda é por texto. Então, fiquei feliz ao colaborar mais uma vez, em função do próximo, dia 25 agora, em Caxias do Sul, sobre o filme Comer, Rezar, Amar.&lt;br /&gt;Parêntese: gostei bem gostado desse filme, o que ajudou muito na hora de ter ideias para compor a revista-cardápio que a gente fez. Tem uma cena desse filme, logo no início, que pra mim já valeu o ingresso quando fui assistir. E, foda-se: adoro a Julia Roberts. Fecha parêntese.&lt;br /&gt;Então, a revista que a gente fez tá prontinha e vai circular no evento, entre os convidados. O que quero destacar aqui é o texto de três mulheres que colaboraram com a revista. Uma, que é "chef", escreveu sobre Comer. Outra, que é prof de yoga, escreveu sobre Rezar. E, por fim, uma psicóloga (que tem uma visão diferenciada da psicologia) escreveu sobre Amar.&lt;br /&gt;Seguem os textos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; A Roberta Horn Gomes, do &lt;a href="http://www.loritarestaurante.com.br"&gt;Lorita Fusion Cuisine,&lt;/a&gt; escreveu sobre &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;COMER&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comer, Rezar, Amar em si é a busca da interiorização. Comer é preencher-se, dar-se, apreender. Voltar-se pra dentro exige tempo livre, "o tempo de fazer nada". É preciso tempo, dedicação. A comida: um elo com o mundo externo. Se a apreciamos, pelo menos parte de um mundo faz sentido... Comida saborosa: um passo a mais: me identifico com o mundo e quero estar nele! Comida saborosa não vem sem boa companhia. No filme, o alimento mesmo é a mesa farta de trocas, afetos, encontros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O silêncio traz espaço para novas possibilidades, novos sabores. É preciso não copiar, é preciso se ouvir. O silenciar é o rezar no filme. Alguém que não silencia é cheio de ícones, vozes, uma comida excessivamente temperada e, por que não?, enjoativa. Por fim Amar, motivo grande. Por ele nos alimentamos, silenciamos e torcemos: que venha um prato bom! Um primo piato, um segundo, sempre bom, surpreendente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; A Alexandra Furtado, da &lt;a href="http://www.casadoyogin.com.br"&gt;Casa do Yogin&lt;/a&gt;, escreveu sobre &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;REZAR&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Índia foi o segundo destino da viagem de Elizabeth Gilbert, onde por quatro meses ela se refugiou em um ashram (comunidade voltada à prática do yoga e à evolução espiritual). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A experiência de Liz foi encantadora, pois ela precisou se despir de muitos conceitos para conseguir vencer um de seus desafios: meditar. Meditar envolve prática, hora e lugar. Estes elementos ela já tinha, mas precisava remover da sua mente aquilo que mais a impedia no exercício da meditação: os pensamentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Normalmente não percebemos o quanto a nossa mente é turbulenta e barulhenta. Somente quando buscamos aquietar a mente é que conseguimos perceber toda a sua agitação. Gosto muito da metáfora da canoa. Imaginemos que estamos vendo uma canoa num rio, mudando de lugar a cada novo olhar, parecendo que é outra canoa que está ali. Mas a canoa é a mesma, o que faz achar que a canoa mudou de lugar é a perspectiva do meu olhar. Porém, quem está dentro da canoa percebe a mudança, experimenta o novo, ou seja, o movimento da canoa. É diferente o olhar de quem está dentro da canoa e o de quem está fora dela. Assim é a meditação. Desapegando-se dos próprios pensamentos, se obtém um estado mais refinado de consciência sobre si e sobre a realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Segundo Swami Sivananda, "a mente é comparável a um jardim: assim como você pode cultivar boas flores e frutos num jardim, arando e adubando a terra, removendo as ervas daninhas e espinheiros e regando as árvores e as plantas, da mesma forma você pode cultivar a flor da devoção no jardim da sua mente, retirando as impurezas dela, a luxúria, o rancor, a cobiça, a ilusão, o orgulho etc, regando-as com pensamentos divinos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; E a Angelita Scardua, do &lt;a href="http://angelitascardua.wordpress.com"&gt;angelitascardua.wordpress.com&lt;/a&gt;, escreveu sobre &lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;"&gt;AMAR&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para amar, precisamos dos mesmos recursos que usamos para comer: a vontade e algo/alguém que corresponda ao nosso desejo, pelo menos se quisermos fazê-lo com prazer. Não é possível comer com prazer algo cujo paladar não nos apetece. Assim também é com o amor, para amarmos com prazer precisamos encontrar alguém que queiramos desejar. Parece óbvio não? E é!  Mas, se é tão claro, por que nos sentimos tantas vezes insatisfeitos com a comida e infelizes no amor? Porque nem sempre sabemos exatamente qual é a comida ou o amor que realmente desejamos. Para amar, é preciso descobrir-se!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem não se conhece não sabe identificar o próprio desejo, não sabe reconhecê-lo. Há quem acredite que o amor tem um cardápio, antecipado por flores e jantares românticos, e que, ao final, se degusta com meles e açúcares. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem pensa assim age como um cozinheiro que segue a receita famosa por acreditar que o segredo do bolo é a fórmula e não o coração. O bom cozinheiro, ao contrário, sabe que o ponto de cozimento da massa depende não apenas do forno, mas também do paladar de quem comerá. Com o amor, é similar. O enamorado que faz questão de pagar todas as contas talvez não seja interessante às expectativas de quem quer independência; o praticante do Kama Sutra pode parecer bizarro para quem só quer aconchego sob o edredom… &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Para descobrir-se, é preciso amar! É a experiência que nos ensina quem somos. Numa refeição ou nos afetos, conhecemos novos gostos e desgostos, aprendemos como agradar aos sentidos. O bom amante, afinal, é como o bom comensal, ele conhece suas predileções, mas prova novos temperos se lhe parecerem adequados ao apetite. Que tipo de amor e de amante você quer? Se não souber a resposta, corre o risco de pedir o prato errado ou de se enfastiar dos sabores já vividos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6133524051866406795?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6133524051866406795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6133524051866406795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6133524051866406795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6133524051866406795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/03/comer-rezar-amar.html' title='Comer Rezar Amar'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7645568911289790043</id><published>2011-03-12T21:17:00.003-03:00</published><updated>2011-03-12T21:23:25.430-03:00</updated><title type='text'>Roubos (7)</title><content type='html'>Esse vídeo não é novo. Demorei a me dar conta de que era um Roubos! E um Roubos que, de certa forma, fala justamente sobre Roubos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=g6tgH2dWx5c&amp;amp;feature=youtu.be&amp;amp;a"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=g6tgH2dWx5c&amp;amp;feature=youtu.be&amp;amp;a&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por que roubar? &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7645568911289790043?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7645568911289790043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7645568911289790043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7645568911289790043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7645568911289790043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/03/roubos-7.html' title='Roubos (7)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2316766105660314653</id><published>2011-03-02T16:58:00.002-03:00</published><updated>2011-03-02T17:42:57.127-03:00</updated><title type='text'>Roubos (6) - "especial"</title><content type='html'>Não fosse o criminoso atropelamento de ciclistas aqui em Porto Alegre talvez esse Roubos nem existisse. Esse Roubos veio do livro do antropólogo Roberto DaMatta, que li em função de um trabalho e agora parece ter mais relevância do que nunca.&lt;br /&gt;Chama-se Fé em Deus e Pé na Tábua - Ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil (Editora Rocco). A expressão do título se refere ao fato de que vigoraria, no trânsito (ou no espaço externo a nossa casa), uma ideia de que é preciso uma certa proteção divina. Como as pessoas não confiam nas regras ou não confiam que as pessoas vão segui-las, o negócio é acelerar e seja o que deus quiser.&lt;br /&gt;Na real, o DaMatta diz que o problema central é transferir para o outro a responsabilidade que é nossa... E q tb tem a ver com a ideia de que seguir as regras é coisa de babaca, bobo, pouco esperto. É evidente que, se todo mundo pensar que a regra não é para si e sim para o outro, nunca a regra vai funcionar. Então, lá embaixo, estão algumas das considerações do DaMatta sobre o jeitinho de pensar do brasileiro em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, eu fui à manifestação de repúdio à violência explícita do caso do criminoso atropelamento dos ciclistas. Fui por várias razões, mas nenhuma tem a ver com senhor que causou o atropelamento. Não caminhei duas horas pelas ruas da Cidade Baixa e do Centro, até a prefeitura, contra alguém em especial. Mas a favor de uma ideia mais ampla. Não acredito numa cidade que só pensa em carros. Ponto. Mudar isso não é fácil, e a gente precisa começar de algum jeito. Talvez caminhando, como ontem, em meio a milhares, recebendo apoio de tantos outros que se limitaram a assistir (acenar, aplaudir...) das janelas dos apartamentos, das calçadas, do parapeito dos viadutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu tenha ido porque li DaMatta, e entendi o quanto é urgente a gente se dar conta de que o brasileiro não é o outro. Sou eu tb. Como ele disse (não no livro, mas na palestra que assisti), vivemos um momento especial: a sociedade está descruzando os braços. Descolando a bunda da cadeira. Talvez sobrem mais gritos do que conquistas efetivas, mas ainda assim vale mais a pena do que não tentar. Tá ficando feio não tentar, entende? Bonito é tentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda sobre o atropelamento... fiquei pensando no fato de que todo e qualquer ato social - do mais amoroso ao mais violento - representa a sociedade inteira. Uma coisa não existe se ela não está antes no imaginário coletivo. Tipo.. inconsciente coletivo, sabe? É como se cada um de nós carregasse um tantinho daquele estranho sr.atropelador. É duro pensar assim, mas é. Daí, eu espero que todas as boas energias da caminhada de ontem tenham de alguma forma anulado as más vibrações do atropelamento.&lt;br /&gt;Tudo o que se desejou de bom ontem tb está em cada um de nós.&lt;br /&gt;Zero a zero. Bola no centro. Vamu pro jogo de novo. A gente sempre pode recomeçar melhor do que antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Enfim, o Roubo da vez:&lt;br /&gt;O QUE DIZ DAMATTA no livro Fé em Deus e Pé na Tábua - Ou como e por que o trânsito enlouquece no Brasil (Editora Rocco):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nossa principal contribuição é tentar democratizar a rua, fazendo com que ela, tanto quanto a casa, seja submetida a um código igualitário - ponto capital de toda sociedade republicana, liberal e democrática."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Qualquer legislação está destinada ao fracasso caso a sociedade que a recebe dela necessite ou esteja preparada para suas inevitáveis implicações disciplinadoras."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"... pode-se sugerir que o tão propalado processo de modernização tem como centro um diálogo (áspero, violento, nervoso ou tranquilo) entre costumes ou padrões de conduta, como diziam meus professores de antropologia - regras inscritas no coração, como diziam Rousseau -, e leis escritas, ou seja, normas consciente e explicitamente feitas como remédio, receita ou resposta para certas situações e práticas sociais."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"... temos problemas com estilos nos quais os laços sociais (ou as situações) estejam fundados na horizontalidade, cuja expressão mais clara é a igualdade de todos perante uns aos outros ou a alguma coisa."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A sociedade, com seus costumes, culpa - numa dialética autorreferenciada que previne a mudança - o Estado e o governo pelo que ela, obviamente, também não quer fazer."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Mesmo com o fim da escravidão, persiste essa aguda consciência de lugar e de posicionamento social. Quem se pensa como sendo socialmente inferior sente-se, em certos lugares, como um transgressor. O terror de ouvir 'isso não é lugar para gente de sua laia, raça ou posição social!' corresponde à conjunção moderna de ter o direito de ir aonde quiser mas, não obstante, continuar preso a posições socialmente vistas como subordinadas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Na base dessas recorrentes expectativas de superioridade social que implicam um movimento irresistível de rebaixamento dos outros e que permanecem fiéis a uma imagem hierarquizada da sociedade, estão congelados séculos de desigualdade - não apenas como uma consequência (ou resultado) da exploração econômica e política planejada, mas, sobretudo, como um modo de ordenar o mundo que ainda não foi devidamente criticado ou até mesmo percebido em suas implicações sociopolíticas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nossa tese é a de que é preciso ter em mente o encontro que a modernidade e a democracia promovem entre hierarquia e igualdade para se entender o estilo pelo qual nós, brasileiros, construímos nosso espaço público e nele trafegamos."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Tudo se passa como se, no Brasil, não tivéssemos feito a necessária transição entre obedecer a pessoas e à lei, o que configura coisas muito diversas. "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"... quem está no topo ou no fundo não precisa seguir normas, como é típico de sociedades aristocráticas, onde canalhas, celebridades e nobres (que vivem desafiando o sistema e seguem - ou tentam seguir - regras próprias) têm algo em comum: o notável desdém pelo que só os inferiores ou subordinados devem obedecer."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Tamanho, força, poder, preço, beleza, limpeza, conservação - tudo enfim que, no Brasil, se traduz como 'aparência' determina um istema no qual o condutor do veículo tem um lugar central no trânsito e o pedestre, um lugar secundário e inferior."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"O fato concreto é que o trânsito põe a nu nossas receitas herárquicas e sua inaplicabilidade no mundo moderno."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Tal constatação nos leva a um reiterada e inevitável discussão daquilo que, para nós, é certamente a maior contradição da vida moderna brasileira. O encontro complicado, que já chamei de dilema, de espaço público construído como igualitário, mas sobre o qual condutores de veículos e pedestres atual com expectativas hierárquicas. Um palco desenhado para cidadãos que, entretanto, nele atuam como aristocratas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Observamos que o uso do verbo 'respeitar', aplicado a sinais, pessoas, pedestres e outros veículos no trânsito, revela o lado indeciso de uma sociedade que se recusa a encarar a igualdade como um princípio central da democracia e como o único valor capaz de ordenar certas situações da sociedade moderna."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Entre a visão popular, segundo a qual obedecer é um sinal de inferioridade, e a visão aristocrática ou de elite, para quem o desobedecer é uma rotina que define os superiores e mandões, reside a indecisão e a impunidade como valores fundamentais do sistema."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por que roubar? Explicação&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2316766105660314653?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2316766105660314653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2316766105660314653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2316766105660314653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2316766105660314653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/03/roubos-6-especial.html' title='Roubos (6) - &quot;especial&quot;'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6629167476080326929</id><published>2011-01-29T18:26:00.012-02:00</published><updated>2011-02-13T21:42:28.286-02:00</updated><title type='text'>Roubos (5)</title><content type='html'>Às vezes, umas perguntas surgem lááááá no fundo. No núcleo. No meio do caroço. No meio da semente. No recheio. Lá, bem dentro da gente. Um lugar tão doido, tão doido que é por isso que fica lá, bem no fundo. Um lugar que se comporta geologicamente. Ora como um vulcão (de tempos em tempos, entra em atividade), ora como placas tectônicas (e sabe-se lá que tsunami vem daí...), ora como... sei lá.&lt;br /&gt;Daí surgem as perguntas. Ou a pergunta. Às vezes, é uma só. E ela fica lá, pairando no ar, pendurada no teu varal mental. Ou guardadinha numa gaveta do inconsciente. Vc não sabe, mas está sendo movido por essa pergunta. Parece que a pergunta surgiu sem importância, vc se distraiu um pouco com ela e deixou pra lá. Vc não consegue associar de imediato que seus movimentos estão, no fundo, a serviço da busca por aquela resposta. Vc quer a resposta. A pergunta tem uma, sabe que tem uma. Elas, a pergunta e a resposta, se viram lá no fundão, lá no meio do caroço, se conhecem, viviam lá, mas se desencontraram na erupção. Emergiu só a pergunta. O fundão sabe que elas podem se achar novamente. Por isso, você não esquece a pergunta, e lembra dela quando (re)conhece a resposta.&lt;br /&gt;Quanto tempo leva para a resposta (re)nascer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roubo do título deste post está aqui, ó, do livro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;OSHO - Meditação, a primeira e a última liberdade&lt;/span&gt;. (Obrigada, &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.premmangla.blogspot.com/"&gt;Mangla&lt;/a&gt;!):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aprenda a fundir corpo, mente e alma. Descubra maneiras de funcionar como um todo, por inteiro. Isso costuma acontecer com quem corre. (...) os corredores muitas vezes têm uma vivência muito forte de meditação. E se surpreendem, porque não era isso o que estavam procurando - quem pensaria que um corredor iria ter uma experiência divina? Mas acontece. Vc já correu por esporte? Gostava de correr de manhã bem cedo, quando o ar fresco e puro, quando o mundo inteiro desperta de uma noite de sono para um novo dia? Vc estava correndo e o seu corpo funcionava harmoniosamente, o ar estava fresco, o mundo renascia, vc se sentia tão vivo... Chega um momento em que o corredor desaparece e só a corrida permanece. O corpo, a mente e a alma começam a funcionar juntos e, de repente, ocorre um orgasmo interior.&lt;br /&gt;Alguns corredores já tiveram acidentalmente a sensação dessa quarta dimensão, turiya. Pensam que foi só por causa da corrida que o momento lhes pareceu tão belo (...)&lt;br /&gt;(...) Nunca se torne um especialista em corridas. Continue sendo um amador para não perder a capacidade de se manter alerta. Se, em algum momento, vc achar que a corrida se tornou automática, pare de correr e experimente nadar. Quando a natação se tornar automática, experimente a dança. O importante é lembrar que o movimento é apenas um pretexto para criar a percepção. Enquanto estiver criando percepção, o movimento será bom. Caso contrário, não terá mais utilidade. Passe para outro tipo de movimento em que seja preciso permanecer alerta. Nunca deixe que uma atividade se torne automática."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por que roubar? &lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;Explico aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6629167476080326929?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6629167476080326929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6629167476080326929' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6629167476080326929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6629167476080326929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/01/roubos-5.html' title='Roubos (5)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7717537426049545397</id><published>2011-01-29T17:45:00.004-02:00</published><updated>2011-01-29T18:10:35.813-02:00</updated><title type='text'>É uma Brastemp</title><content type='html'>Esse vídeo foi "o" assunto do dia no twitter. E acho que tem a ver com o post anterior, no qual eu contei um pouco do que ouvi durante a Semana ARP da Comunicação, onde, entre outras coisas, se falou/conversou sobre o futuro das marcas. E eu contei ali da necessidade da verdade. Da necessidade de as marcas/empresas fazerem mais do que dizerem que fazem. E associei tudo isso a uma postura mais ética ou a um conjunto de valores/virtudes. É certo que sim, mas o que força as marcas e as empresas a reverem suas condutas não é necessariamente suas consciências, não é necessariamente o deitar-a-cabeça-no-travesseiro-e-dormir-tranquilo. É isso que, de modo macro, se está cobrando sim, mas, na prática, o que ajuda a tornar a ética, a verdade um bem de qualquer negócio hoje é simplesmente o fato de que nada mais fica escondido, nada mais fica entre A e B. Tudo fica conhecido. As redes sociais vivem da transparência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=riOvEe0wqUQ&amp;amp;feature=youtu.be&amp;amp;a"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=riOvEe0wqUQ&amp;amp;feature=youtu.be&amp;amp;a&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica claro que algum estrago na imagem da marca isso deu. Mas quanto? Fica claro que isso vai movimentar a empresa internamente. Parece que algo, alguém ou algum processo dentro da empresa não está, na prática, alinhado ao que a marca promete quando fala de si. O que isso tem a ver com a gente? Se coloca no lugar do funcionário. E pensa no teu trabalho/na tua profissão. Não há mais espaço ou tolerância para quem trabalha sem acreditar no que faz. Porque, se tu não acredita no que faz, não entende, não veste a camisa, uma hora tu relaxa, se larga, faz as coisas "nas-coxa". E isso, mais do que atrapalhar a empresa, nossa, isso vai te comendo por dentro, vai te estragando por dentro. E disso que se falou na Semana ARP. Um dos que melhor falaram disso foi o Anselmo Ramos, da Ogilvy. Abaixo, alguns trechos dos hábitos/virtudes/atitudes que ele acha que precisam ser fomentados todos os dias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coragem&lt;br /&gt;Coragem é o mais importante de todos, impulsiona todos os outros hábitos. O medo é o pior dos vícios. O que não falta na nossa indústria é cérebro. O que falta é coluna vertebral, gente que faça acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idealismo&lt;br /&gt;É preciso haver propósito, um ideal. Se você trabalha em um lugar e não sabe qual é, cobre. Só o dinheiro não se sustenta como ideal. Temos de acordar todo dia e saber por que estamos indo trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desdenho pela mediocridade&lt;br /&gt;A gente acorda todo dia e tem uma escolha: se vai ter um dia médio ou não-médio. É uma escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceridade&lt;br /&gt;A importância de ser brutalmente honesto. O tapinha nas costas atrapalha o trabalho. Deixar de falar o que a gente realmente pensa é mais fácil. Se falar, gera desconforto, raiva, mas é o melhor a longo prazo. É melhor ter uma conversa desconfortável do que fazer de conta que está tudo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intuição&lt;br /&gt;Às vezes, a gente precisa de números demais, o tempo todo, para confirmar o que já sentimos como certo. Temos de ouvir mais a voz interior. Carl Young dizia que intuição é a percepção via inconsciente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7717537426049545397?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7717537426049545397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7717537426049545397' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7717537426049545397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7717537426049545397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/01/e-uma-brastemp.html' title='É uma Brastemp'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5204016578400130602</id><published>2011-01-22T17:27:00.017-02:00</published><updated>2011-02-13T21:41:52.134-02:00</updated><title type='text'>Dimensão espiritual</title><content type='html'>Olha essas frases:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. "O sal da vida são as diferenças, conhecer as pessoas... A diferença alimenta a generosidade. Amar o outro. Enxergar o outro como alguém tão importante como a gente."&lt;br /&gt;2. "As pessoas têm de aprender umas com as outras."&lt;br /&gt;As pessoas não devem ter medo de falhar. Falhar, fazer errado e começar de novo faz parte da vida."&lt;br /&gt;3. "No fundo, nosso maior medo é ser poderoso demais. Nossa luz interior é que dá medo. Não são as trevas. Nos perguntamos: 'por que eu vou ser brilhante?' Mas devemos pensar: 'por que não podemos ser?'"&lt;br /&gt;"Se comportar de maneira pequena não ajuda o mundo, não inspira o mundo. Seu maior diferencial competitivo é ser o que você realmente é."&lt;br /&gt;4. "A mensagem que tenho a dar é... sei lá. Sei lá significa não ter certezas."&lt;br /&gt;5. "A diferença entre o bom e o positivo é que - embora ambos se refiram a  alguma coisa boa para você e para o outro -, no positivo, esse resultado  é duradouro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde você acha que eu tive contato com essas frases?&lt;br /&gt;a. ( ) num livro do tipo Osho... tipo física quântica... tipo, sei lá, Paulo Coelho...&lt;br /&gt;b. ( ) em palestras de um centro espírita kardecista&lt;br /&gt;c. ( ) durante um curso motivacional&lt;br /&gt;d. ( ) em palestra de um guru budista&lt;br /&gt;e. ( ) nenhuma das anteriores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é letra E. Mas podia ser qualquer uma das anteriores. Foi isso que me intrigou. "O que está acontecendo aqui?", eu me perguntava enquanto assistia aos palestrantes da Semana ARP da Comunicação. Foi no início de dezembro e, desde os primeiros dias, tive vontade contar aqui o que ouvi lá.&lt;br /&gt;Os temas das palestras, como não poderia deixar de ser, focavam os desafios da comunicação, do marketing, da publicidade, das marcas. A novidade? A tendência? Ser verdadeiro. Fazer as coisas com uma intenção genuinamente transformadora. Com amor. Com presença, e não mecanicamente. É a "dimensão espiritual", ouvi várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é incrível?&lt;br /&gt;E não te parece óbvio que falar de marcas é falar de pessoas? Poderá uma marca ser uma coisa e as pessoas que a fazem, que a são, serem diferentes? Mesmo numa visão mais ousada: somos marca também. Seja como for, a "novidade", o desafio é deixar as marcas mais humanas, e daí vem uma lista de virtudes jamais pensada no modelo tradicional de fazer negócio. A novidade é essa: não há uma vida profissional, outra privada. É tudo uma coisa só. O que vc é como pessoa é como sua marca vai ser. O que vc faz pras pessoas, nas suas relações pessoais, é como vc vai fazer na profissão. Os muros caíram. E fica cada vez mais evidente quem é canastrão, ambíguo (?) ou tem um caráter questionável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, agora, olha essas ideias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. "O pensamento gerencial evoluiu de uma gestão de produtos, nos anos 50 e  60, para a de clientes, nos anos 70 e 80, depois para a de marcas, até  2000, e agora vivemos a gestão dos valores. Ou, numa outra forma de ver  essa mudança de conduta, o seguinte raciocínio: evoluímos do foco mental  (ideia de rentabilidade, de ser melhor) para o foco do coração  (aspiracional) e, então, chegamos à postura focada no espiritual, que  carrega uma ideia de compaixão, de fazer diferença quando beneficia o  todo para sempre."&lt;br /&gt;7. "As marcas têm de ser reconhecidas pelas coisas que fazem, e não  pelo que dizem que fazem. A fórmula é essa: fazer &gt;  dizer, ou seja, fazer é mais importante do que dizer que faz." Como disse o Simon Sinek no vídeo que nós mostramos lá: "O objetivo não é fazer negócio com pessoas que tenham dinheiro para comprar o que você oferece, mas com as pessoas que acreditam no que você acredita". A lógica da comunicação contemporânea, e o que as redes sociais estão mostrando, é que existe uma dimensão espiritual...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adorei tudo. Porque, para mim, um discurso algo "divino", "cristão"  (no melhor e mais limpo sentido do que significou a energia de Jesus, de Buda, de Zaratustra ou outros, não importa, avatares de uma energia afim, do bem e poderosa) está tomando conta do mundo, vindo de várias direções, com diferentes  "embalagens", mas essencialmente uníssono. Cinema (Avatar? Tropa de  Elite? Chico Xavier?), arte, comunicação, política (Marina?), religião  (mais liberdade) ou tudo isso resumido em uma palavra: autoconhecimento  para evoluir... o recado está sendo dado. Quem tem olhos para ver e  ouvidos para ouvir? Quem se importa, se empolga, se emociona, se alista  nesse exército? Como me disse o Fred Gelli, outro palestrantes da Semana  ARP com ideias altamente sensíveis:&lt;br /&gt;"Tem pessoas pensando essas coisas, outras meditando, outras  conspirando,  outras executando, enfim, sintonizados de alguma forma com esse novo olhar, essa nova  atitude. De fato, é um outro modelo mental".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O canastrão, ou o lado negro das coisas, das virtudes, talvez não deixe de existir. Mas a ideia não é essa. A ideia é tudo vir à tona. Como sugerem os textos do Osho: qdo você acende a luz, a sujeira aparece. Não temos como acabar com a escuridão, mas podemos acender mais e mais luzes. De resto, a natureza se encarrega, como diria o Fred Gelli: mutações e a evolução natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá. Cada um com suas viagens. O tempo dirá.&lt;br /&gt;Se não for nada disso, pelo menos me rendeu um texto. :) Tô feliz que ele nasceu. Fazia tempo que queria contar da Semana ARP aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: o tema global da Semana, este ano, ou seja, o guarda-chuva sob o qual tudo se abrigou foi "O novo Brasil". A ideia da dimensão espiritual favoreceria o país. Segundo alguns palestrantes, o país tem uma afinidade com essa nova mentalidade.&lt;br /&gt;enfim... o Brasil é o país da hora. E não por acaso.&lt;br /&gt;para ilustrar, um textinho q fala sobre a hora e a vez do Brasil (coincidentemente, de um publicitário): &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://sergyovitro.blogspot.com/2011/01/nizan-guanaes-davos-muda-brasil-mudo.html"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esse &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.99novas.com.br/?p=960"&gt;outro aqui&lt;/a&gt; também se alinha ao "novo Brasil".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Então, para creditar tudo, aí vão os autores das frases/ideias:&lt;br /&gt;1. Roberto DaMatta, antropólogo&lt;br /&gt;2. Alessandra Lariu,  diretora de criação digital da McCann Erickson NY  (a ideia do "viver in beta" é muito Osho!)&lt;br /&gt;3. Anselmo Ramos,  VP de Criação da Ogilvy Brasil (falou de intuição também)&lt;br /&gt;4. Arnaldo Jabor, comentarista político e cineasta&lt;br /&gt;5. Paulo Lima, dono da Trip Editora&lt;br /&gt;6. Philip Kotler, consultor de marketing (o papa do modelo tradicional americano falando de dimensão espiritual? Incrível...)&lt;br /&gt;7. Perestroika (linkei eles &lt;a href="http://www.perestroika.com.br/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda faltou contar tanta coisa... aiai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, links afins com essa história toda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.videolog.tv/video.php?id=460283"&gt;http://www.videolog.tv/video.php?id=460283&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.abstratil.com.br/category/branding-3-0"&gt;http://www.abstratil.com.br/category/branding-3-0&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://criaglobal.com/how/"&gt;http://criaglobal.com/how/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.creativesocialblog.com/advertising/small-is-beautiful"&gt;http://www.creativesocialblog.com/advertising/small-is-beautiful&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.blog.sambabusiness.com.br/samba/index.php/bem-vindo/60-livros/625-rework-de-jason-fried-e-david-hanson"&gt;http://www.blog.sambabusiness.com.br/samba/index.php/bem-vindo/60-livros/625-rework-de-jason-fried-e-david-hanson&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5204016578400130602?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5204016578400130602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5204016578400130602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5204016578400130602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5204016578400130602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/01/dimensao-espiritual.html' title='Dimensão espiritual'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7061795724039272403</id><published>2011-01-10T16:52:00.003-02:00</published><updated>2011-01-10T18:46:59.434-02:00</updated><title type='text'>Com fome, com sede, algo assim</title><content type='html'>De repente, eu notei que precisava daquilo. Por algum tempo, empurrar pro lado tudo o que ainda tinha de fazer - afinal, sempre vai ter algo pra fazer - e abastecer parte de mim que estava esvaziando, com fome, com sede, algo assim. Uma parte que não tem a ver com o meu corpo físico (e eu acho que nem com o mental...), mas que precisa de atenção e de atividades, que precisa ser alimentada tanto quanto ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, fui pro shopping! :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor dizendo, fui passear numa livraria. Folhear revistas, olhar os livros, tocá-los, caminhar entre as mesas e prateleiras, sem procurar nada específico, apenas permitindo que o olhar fosse ele mesmo, como um cachorro de rua, sem guia. Mas não cachorro de rua com olhar pidão. Cachorro de rua feliz, sabe? Aquele que atravessa a rua e cheira aqui e acolá como se soubesse exatamente de onde veio e pra onde vai. O dono do pedaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as boas livrarias, hoje megalojas, têm espaço de café, e o cheirinho dele sendo feito na hora deixou tudo mais prazeroso. Quanto tempo eu fiquei ali? Meia hora? Quarenta minutos? Uma hora? E quanto tempo demorou para que uma certa sensação de impotência fosse percebida em mim? Um dó ao constatar o tanto que há para ver, ler, conhecer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito grave a gente levar uma vida que quase não encontra tempo para isso? Não me refiro a ler. Tem gente que tem o hábito de ler todos os dias. É como almoçar e jantar. Mas eu me refiro a mais do que isso, a mais do que atitude mecânica, habitual. Eu me refiro a uma entrega. Se relacionar com os livros. Viajar na batatinha com cada um deles. Quem consegue, todos os dias, na mesma hora, como um relogiozinho, mente e alma limpas para entrar nessa? Já não se consegue direito nem com as pessoas com quem convivemos, imagina com objetos! (estranho pensar livros como objetos... não os sinto assim). Tudo tão superficial... E é superficial porque é difícil mesmo o contrário disso.&lt;br /&gt;Então acontece de eu ver sobrar umas horas do meu dia para eu pegar o livro, mas pegar o livro e começar a ler é uma coisa; pegar o livro e me relacionar com ele intimamente é outra coisa. Precisa de energia. De um tipo de disposição e energia que são especiais, e não ordinárias.&lt;br /&gt;E desse dó que eu tô falando: vai faltar tempo com essas condições ideais para ver tudo o que há para ver nesse mundo. Ai, que dorzinha que me dá. Fazer o q?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois nesse passeiozinho de minutos, eu me entregaria curiosa e por completo a pelo menos três livros: &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ID=BB5B27177DB010A1216330404&amp;amp;PAC_ID=33957&amp;amp;ESTRUTN1=0301&amp;amp;ORDEMN2=E&amp;amp;PALAVRASN1=andar+do+b%EAbado&amp;amp;image2.x=9&amp;amp;image2.y=15&amp;amp;ORDEMN2=E&amp;amp;FILTRON1=X"&gt;O Andar do Bêbado&lt;/a&gt; (Leonard Mlodinow), &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3095361/solar/?ID=BB5B27177DB010A1216330404&amp;amp;PAC_ID=33957"&gt;Solar&lt;/a&gt; (Ian McEwan) e &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/164379/historia-da-beleza/?ID=BB5B27177DB010A1216330404&amp;amp;PAC_ID=33957"&gt;História da Beleza&lt;/a&gt; (Humberto Eco).&lt;br /&gt;Embora meio saturada de torturas mentais, acho que sucumbiria também à biografia de Clarice Lispector. Acho que ela é a deusa maior dos atormentados, com mentes e/ou corações que se debatem procurando o sentido das coisas - e isso é o que ela tem de melhor e de pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levaria ainda algumas revistas de decoração, outras duas femininas e uma sobre bike.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notei que muitos lançamentos, expostos nas primeiras gôndolas, têm seus títulos começando com "O Segredo de...", "Os segredos para...". Nossa, pensei, pelo jeito se acabaram os segredos do universo, tudo já foi revelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi que o Eduardo Bueno continua escrevendo sobre o Brasil... Lá se vão, pelo menos, 8 anos? 9? O que terá mudado desde o primeiro que resenhei ainda para ZH?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi que o &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3093820/justin-bieber-uma-biografia-nao-autorizada/?ID=BD47D0D07DA0A0D1131040730"&gt;Justin Bieber&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3142017"&gt;Fiuk&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?ID=BB5B27177DB010A1216330404&amp;amp;PAC_ID=33957&amp;amp;ESTRUTN1=&amp;amp;ORDEMN2=E&amp;amp;PALAVRASN1=jos%E9+alencar+brasileiro&amp;amp;image2.x=26&amp;amp;image2.y=13&amp;amp;ORDEMN2=E&amp;amp;FILTRON1=X"&gt;José Alencar&lt;/a&gt; têm livros - biografia, diário e biografia, respectivamente. Vi também que educar cachorros parece ser uma grande necessidade: há uns 10 títulos diferentes sendo exibidos como novidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi que o espaço para títulos sobre espiritualismo está cada vez maior e não mais escondido lá no fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi, especialmente, que os livros estão cada vez mais lindos. (*suspiro*). Ai que dó de não levá-los comigo. Já contei que eu tive um profe na Fabico que dizia que a gente nem precisava ler os livros, apenas tê-los por perto? Eu concordo. Não faz o menor sentido, mas eu concordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, diante dessa beleza toda, lembrei da coluna do Sant'Ana de ontem, que li por acaso, diga-se de passagem. Ele falava sobre como existem jornalistas/escritores com espaços nobres por aí e que, no fundo, não dizem nada. Escrevem mas não arrebatam seus leitores.&lt;br /&gt;Então, na livraria, fiquei imaginando quanto de ideias, raciocínios realmente interessantes poderia haver por trás de tanta beleza. E, já que o assunto é texto, quer ler um bom texto? Vai &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://bloguidotiao.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;, no blog do Tião, e lê o que tem data de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da livraria, quase levei &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=695623&amp;amp;sid=18791392313110660504499011&amp;amp;k5=D124386&amp;amp;uid="&gt;este&lt;/a&gt; e muito mais &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8531607485&amp;amp;sid=18791392313110660504499011"&gt;este&lt;/a&gt;. Mas não. Já tô com um outro, nessa mesma linha, para ler em casa. Então, com esforço, os devolvi à prateleira e pensei "fica pruma próxima", "a gente se ama, mas nossas agendas são incompatíveis no momento". :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para amenizar a minha dó, saí da livraria com uma revista Yoga Journal e o último do Roberto DaMatta (Fé em Deus e Pé na Tábua - Ou Como e Por que o Trânsito Enlouquece no Brasil) - este último mais por uma demanda de trabalho do que um desejo de fato. Mas sei que DaMatta é sempre DaMatta e um pouco do antropologia não faz mal a ninguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7061795724039272403?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7061795724039272403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7061795724039272403' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7061795724039272403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7061795724039272403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/01/com-fome-com-sede-algo-assim.html' title='Com fome, com sede, algo assim'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5011784062545357210</id><published>2011-01-05T21:35:00.010-02:00</published><updated>2011-01-05T23:17:04.390-02:00</updated><title type='text'>Deus é um designer fodaço</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TSUOrRVAC8I/AAAAAAAAAQQ/A_s2IHpoE5g/s1600/e3vcl.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 200px; height: 78px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TSUOrRVAC8I/AAAAAAAAAQQ/A_s2IHpoE5g/s200/e3vcl.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558865451607395266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um amigo designer me escreveu meio desolado... Ele fez um logo para um outro amigo meu, e o logo ficou bacana, eu achei. Havíamos comentado sobre a leveza e a fluidez do lettering, características que combinavam com aquilo para o que o logo estava sendo feito, enfim. Daí ele me conta que o outro meu amigo pediu umas alteraçõezinhas... tipo... "quem sabe usar a letra desse outro logo aqui?" (um logo bem ultrapassado, pra dizer o mínimo)... e... "esse I aqui, meio tortinho, não pode ficar reto?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou com o logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não foi por mal. A falta de noção ao pedir "alteraçõezinhas" que destruíram o trabalho do meu amigo se dá por cegueira mesmo. Involuntária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design ensina a olhar. Educa o olhar. (no sentido de ampliar, iluminar) Mas a gente tem de estar disposto. Caso contrário, não aprende, não expande, não acende a luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que um logo pode desagradar, mas antes a gente precisa pensar se olhou direito. De imediato, a gente só vê o que já conhece. Narciso acha feio o que não é espelho. Por isso a necessária disposição (e um certo tempo) para olhar o que nunca viu antes (mesmo que, à primeira vista, pareça que já viu). Sem essa disposição, não vai ver nada. Vai olhar sem ver. Ou vai ver só até onde seu banco pessoal de experiências alcança (emendando um "não gostei", na maioria das vezes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De novo: claro que um logo pode desagradar, prometer a luz, a expansão e não cumprir. Mas isso não é problema de quem olha, é problema de quem fez o logo. Quem olha precisa ter certeza de que a disposição para ver estava ali, ou seja, ele procurou a luz, ficou na ponta dos pés para ver até onde o simbologia ía... se nada encontrou, a "culpa" pode não ser só dele. (chama o pajé!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um logo pode imprimir um estilo pra coisa que requeria o logo tão significativo e contundente que a coisa nem imaginou que poderia ter/ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por coincidência (numa escala macro, é verdade), aconteceu algo parecido com a marca Rio2016. Tão logo foi conhecida, no Réveillon do Rio, surgiram suspeitas de plágio - numa rapidez que depõe contra quem estaria realmente disposto a olhar primeiro.&lt;br /&gt;Pessoalmente, achei lindo o logo feito pelo pessoal da &lt;a href="http://www.tatil.com.br/"&gt;Tátil Design&lt;/a&gt;. Eu, meio anestesiada pelo belo, curiosa para olhar,  à espera do convite para olhar, não dei muita atenção à bateção de panela que foram as declarações de plágio. Estava deixando pra ver isso depois... rsrsrs&lt;br /&gt;Em seguida, veio a resposta dos autores. E, mais do que explicações, vieram as reações das pessoas, o primeiro contato com o logo-escultura, e ficou constrangedora de tão inadequada a acusação de suposta "cópia" da marca Telluride Foundation.&lt;br /&gt;Ainda que os logos em questão se assemelhem, por contingências que eu nem saberia apontar aqui, o do Rio2016 é tão mais rico, se desdobra para tantas outras formas, tem tanto mais conteúdo e possibilidades, e principalmente isso é tão a própria razão de ser do logo (muito mais do que a forma da mancha que ele assume no papel) que, eu ousaria dizer, o fato de as pessoas estarem dando as mãos ou não ficou em segundo plano. Ainda que fosse uma cópia, uma inspiração (vamos imaginar/conjecturar*), a marca olímpica é um salto qualitativo sem comparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa coisa do 'aprender a olhar' me lembrou um trecho do filme Quem Somos Nós que considero muito significativo. Tah, ok, o filme é até meio tosco, cinematograficamente falando, mas seu conteúdo é um tanto intrigante. Pois nesse trecho do filme alguém conta que as caravelas vindas de Portgual e Espanha não foram notadas pelos índios que aqui viviam na América, mesmo quando já bem próximas da orla. Os índios percebiam que as águas do mar estavam agitadas de uma forma diferente e não entendiam por quê. Daí, no filme, isso se explica assim: os índios não podiam ver o que não conheciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tah, não sei se isso dos índios é verdade. Mas a questão é a mensagem disso. Como uma parábola. Se a mensagem se acomoda no teu íntimo ( no coração? na alma?), é porque há uma verdade nela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índios só passaram a ver as caravelas quando o pajé - o professor da época, dotado da  confiança dos demais - analisa a questão e explica. Os índios procuraram  alguém em quem confiavam e aprenderam a olhar.&lt;br /&gt;(a gente se dispõe a  olhar com mais facilidade quando confia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez esteja faltando confiança entre esses meus dois amigos. Talvez o primeiro tenha de explicar o seu logo, mostrar que está ali tudo o que o segundo amigo pediu. Se é que pediu. Se o segundo não sabe bem para que quer ter um logo, o buraco é mais embaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra encerrar, outra coisa que lembrei nessa história toda. Uma frase que li na orelha de um livro do Eduardo Galeano. Acho que já falei dela aqui (nunca li o livro, mas a frase valeu muito). É assim: o menino enxerga uma paisagem embasbacante, no alto de uma colina, e, maravilhado, pede ao pai dele:&lt;br /&gt;_ Pai, me ajuda a olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que "responsa" do pai, neh?&lt;br /&gt;Pai, aqui, é pai mesmo ou pai, aqui, é Deus-Pai? (ou um designer fodão hahaha) Podia ser ambos, neh? Afinal, seguido eu peço para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E&lt;/span&gt;le lá em cima, diante de uma situação nova/complexa: "Pai, me ajuda a olhar!"&lt;br /&gt;Deus é um designer fodaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempo: esse meu amigo designer não gostou do logo do Rio2016. Não sei se ele teve tempo de olhar mesmo. Mas, se é seu trabalho/ofício, creio que não responderia qualquer resposta quando perguntei, neh? Mas, se ele não se dá tempo para olhar, talvez então esteja, através de meu outro amigo, provando de sua própria imprudência. Ou ele não gostou mesmo do Rio2016 e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;*Se fosse verdade o plágio, isso seria muito louco e decepcionante... basta pesquisar um pouco sobre a Tátil... Esses tempos entrevistei o Fred Gelli, um dos donos desse escritório de design, e foi bastante inspirador. Até para os treinos! Em breve, vou tentar explicar isso num texto aqui, mas preciso de garantias de que ele não vai ficar piegas! ;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5011784062545357210?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5011784062545357210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5011784062545357210' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5011784062545357210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5011784062545357210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2011/01/deuspai-me-ajuda-olhar.html' title='Deus é um designer fodaço'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TSUOrRVAC8I/AAAAAAAAAQQ/A_s2IHpoE5g/s72-c/e3vcl.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2494616521289919269</id><published>2010-11-01T21:20:00.007-02:00</published><updated>2010-11-01T21:41:12.083-02:00</updated><title type='text'>Roubos (4)</title><content type='html'>Já que tah demorado desapegar dos textos que surgem na minha cabeça... não, não é isso. De novo: já que tah difícil ter certeza dos textos que surgem na minha cabeça, só me restam os roubos. Me distraio com eles. Tem sido vários, os roubos. Esses aqui saíram de leituras rapidinhas na internet, em diferentes pequenos textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;"... as duas belas e simpáticas professoras, já de cara me deixaram mais tranquila. Elas não pareciam pairar no ar ou deslizar sobre a Terra. Não eram caretas ou sérias demais, pelo contrário, eram engraçadas e até faziam piadas com a própria meditação. Só tinha uma coisa nelas que era bem evidente e inquestionável: elas eram felizes. Sim, mas não era a felicidade da propaganda de margarina. Era uma felicidade tranquila, que não era exibida, apenas acontecia. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como uma estação de rádio, a felicidade delas era uma frequência&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu não estava feliz porque comprei uma roupa incrível ou arranjei um trabalho muito legal. Não tinha nada a ver com meu namorado, com meus amigos ou com minha família. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Era como se me encontrasse estofada de algo tão sutil quanto grandioso. &lt;/span&gt;De repente o mundo, mesmo com toda sua feiura, simbolicamente adquiriu luz em seus contornos."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;* * *&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;“Você pode passar a noite toda a  setenta ou a dois centímetros de distância. Você pode colocar sua língua  dentro da boca dela. Você pode tirar a roupa ou não tirar nada. Pode  fazer sexo anal ou apenas massageá-la. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que importa é que você se  relaciona com ela&lt;/span&gt;."&lt;/span&gt;  &lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Se  colocar fronteiras entre olhar, conversar, tocar, beijar e transar, vai  ter de ultrapassá-las uma a uma, de modo previsível. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Se não enxergar  fronteiras, nem ela nem você vai entender como foram parar nessa posição  exótica no chão da sala&lt;/span&gt;.”&lt;/span&gt;  &lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É  possível até – e sabemos bem disso – existir penetração sem que a  mulher se sinta desejada. É possível que ela se sinta mais penetrada por  um olhar de um estranho do que pelo membro de seu namorado. Onde  exatamente começa a penetração, o desejo, o prazer, o sexo?"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Por que roubar? &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;Explico aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2494616521289919269?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2494616521289919269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2494616521289919269' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2494616521289919269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2494616521289919269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/11/roubos-4.html' title='Roubos (4)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4194380381809140522</id><published>2010-10-11T16:29:00.003-03:00</published><updated>2010-10-11T16:50:34.518-03:00</updated><title type='text'>oi?</title><content type='html'>Portinha da boa vontade? Na cabeça? Acho que não é lá não...&lt;br /&gt;"basculantes da percepção"???? oi?&lt;br /&gt;"engrenagem da criatividade"???&lt;br /&gt;fui eu que escrevi o texto abaixo?&lt;br /&gt;cruzes...&lt;br /&gt;show de horror.&lt;br /&gt;tomara que o meu amigo tenha mesmo uma portinha da boa vontade (comigo). :P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4194380381809140522?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4194380381809140522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4194380381809140522' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4194380381809140522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4194380381809140522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/10/oi.html' title='oi?'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7558967105975994048</id><published>2010-09-17T13:25:00.003-03:00</published><updated>2010-09-17T14:05:48.655-03:00</updated><title type='text'>Portinha da boa vontade</title><content type='html'>E vem aí mais uma &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://grafiarevista.blogspot.com/"&gt;Grafia&lt;/a&gt;, e o tema desta edição é terror. Daí que me dei conta de que nunca escrevi aqui no bLOg sobre terror.&lt;br /&gt;Porque tem texto daqui que vai pra Grafia, e dessa vez tem de ir mais um. Gostaria que sim. Só que... acabei de dizer... nunca escrevi sobre terror. Não gosto de filme de terror, tenho medo. A coisa toda me lembrou uma amiga que não vejo há muito tempo: ela ri de gargalhar quando assiste a filmes de terror. A invejo terrivelmente. Mas não... o comportamento de minha amiga não me rendeu um texto...&lt;br /&gt;Aí o meu amigo que faz a Grafia disse que medo faz parte, a questão é sentir prazer no medo. Bom, então não sinto prazer no medo. Vai um abraço pra quem sente.&lt;br /&gt;Mas sinto prazer em ver texto meu na Grafia, porque a Grafia é bonitona. Então... vamos tentar, eu disse. Ou seja, abri a portinha da boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(conhece a portinha da boa vontade? ela fica na cabeça, mas seu efeito se espalha pelo corpo, deixa tudo mais alerta, no sentido de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;sensível a&lt;/span&gt;.  Abre a porta lá e escancara as basculantes da percepção aqui e acolá, como se deixasse entrar luz, aquecendo nosso motorzinho íntimo que põe a funcionar a engrenagem da criatividade, aquela que soluciona as coisas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei a portinha aberta e saí por aí. Pendurei a pendência no meu varal mental e deixei o vento sacudir, tipo aquelas bandeirinhas de templo budista, sabe? Daí que no mesmo dia em que deixei a portinha aberta, logo mais à noite, testemunhei as duas primeiras situações descritas abaixo, e entendi que tinha uma ideia de texto: listar horrores cotidianos... A lista não tem nenhum critério, alguns itens são bem questionáveis, outros oscilam numa, digamos, escala de horror.&lt;br /&gt;Mas terror é o mesmo que horror? Terror é a coisa, horror é a sensação fruto da coisa. Não? Ah, sei lá... não complica aí, srGrafia. Ou vai ficar sem texto. E eu sem prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TEXTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Show de horror&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Tentar atravessar de carro alguma das vias centrais da cidade, em dia de jogo do Grêmio ou do Inter, às sete da noite - no rádio, não tem nem música, porque é hora da Voz do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Assistir a uma briga de trânsito bem de perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Pisar no coco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Ver quem vc queria pra junto de si escolher outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Programa eleitoral gratuito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Tentar fazer qualquer coisa com os olhos estando com dor de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; O BIG ou o Carrefour no sábado à tarde, na véspera de Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Geladeira vazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Fossa de amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; A tua fossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Ressaca etílica com efeitos gastrointestinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Cofrinhos de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Retorno da praia, estrada engarrafada, sol na cara, carro sem ar, 40 graus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Pedalar contra o vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; série A4 de natação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Homens/mulheres que dizem "sabe quem eu tô pegando?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Acampamento farroupilha com chuvarada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Ligação de telemarketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Tentar resolver algum problema com a Net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Pelego (a coisa e a pessoa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; editorial de jornal de esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; editorial de jornal de direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; gente que ainda vê o mundo dividido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Carnaval de clube. No litoral. Gaúcho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Programação de TV aberta no domingo à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Sotaques em novelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; RT de elogio, no twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Vídeo que não carrega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Conexão lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Mau hálito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Limpador de para-brisa que não dá vencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Separar sujeito e verbo com vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; gente que não contente em usar um ! usa 3, 4... !!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Correr de bermudão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Sanitário ecológico em fim de show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Derramamento de óleo no mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Baleias encalhadas morrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Listas em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando à portinha da boa vontade.&lt;br /&gt;Se ela estiver aberta, dificilmente as coisas descritas aqui (ou tantas outras, vc não pensou em algumas?), embora terríveis, nos causam tanto horror assim... Dá até pra gargalhar, como faz minha amiga. Mas em alguns casos, tem de escancarar bem essa porta da boa vontade, tah? Esgamela o negócio aeeeee.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7558967105975994048?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7558967105975994048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7558967105975994048' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7558967105975994048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7558967105975994048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/09/portinha-da-boa-vontade.html' title='Portinha da boa vontade'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2204774393443323781</id><published>2010-09-14T17:18:00.003-03:00</published><updated>2010-09-14T17:39:56.910-03:00</updated><title type='text'>Salário máximo</title><content type='html'>Trechos da entrevista com Carlos Ribeiro, ex-presidente da HP Brasil, na &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://revistatrip.uol.com.br/revista/192/reportagens/antes-e-depois.html"&gt;TRIP 192&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Já estava há oito anos na presidência e percebia que não estava mais no máximo do meu pique de criatividade."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;" Minha ideia inicial era me aposentar em 2009, 2010. Mas a morte do meu pai, em agosto de 2005, fez com que eu antecipasse isso. Eu estava no velório dele e me deu um estalo. Pensei: “O que eu estou esperando?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"É claro que abri mão de muitas coisas, né? Mas também me livrei de um monte de coisas chatas. Claro que eu poderia estar ganhando muito mais do que agora, com a aposentadoria e o fundo de pensão. A gente tem que viver de reservas. Mas felizmente conseguimos poupar o suficiente para montar essa estrutura e levar a vida que a gente quer."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A gente sempre procurou separar bem isso: o que eu era de verdade e o papel que eu tinha de interpretar, ou seja, o de um presidente de uma grande empresa pelo qual eu era remunerado. Eu participava desses eventos com empresários. Mas aquilo não era o meu natural. Até porque sou mais introvertido. Nesses eventos há um certo artificialismo. Sempre soube que aquilo um dia ia acabar."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deu para entender mais ou menos, neh? Ele largou um supercargo para viver de forma mais simples no campo e tal.&lt;br /&gt;É claro que tomar essa decisão parece mais fácil quando temos uma grana considerável de reserva/economia. Caso dele. Mas quem ler a entrevista na íntegra vai ver que ele só tomou essa decisão efetivamente depois de levar umas porradas emocionais.&lt;br /&gt;Pensei duas coisas ao ler essa entrevista:&lt;br /&gt;1) É muito difícil saber a hora de mudar, de parar, de baixar a rotação sem essas porradas. Precisamos de um nível tal de sintonia com a vida que... nossa. Coisa de monge.&lt;br /&gt;2) Lembrei também que devíamos todos saber a hora de parar de ganhar dinheiro. Não vejo as pessoas refletirem sobre isso. Seu teto, sabe? Uma vez conversava com um amigo sobre isso, na volta da praia, pela freeway (ele costumava me ler aqui, será que continua? tu taí? lembra disso?). Falávamos sobre isso: qual teu teto salarial? Eu falava, na verdade. Com quanto tu acha que poderia viver tranquilamente?&lt;br /&gt;Não vejo as pessoas pensarem nesse valor. Vejo pessoas querendo ganhar mais e criando novas necessidades para justificar esses mais.&lt;br /&gt;Sei que as coisas são relativas, e que o que importa mesmo é a intenção das coisas; então uma mesma coisa pode ser prejudicial ou saudável dependendo da intenção da pessoa, mas eu realmente acho que conhecer nosso salário máximo é tão importante quanto garantir um salário mínimo decente pra todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2204774393443323781?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2204774393443323781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2204774393443323781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2204774393443323781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2204774393443323781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/09/salario-maximo.html' title='Salário máximo'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8381443582651910468</id><published>2010-07-26T21:58:00.003-03:00</published><updated>2010-07-26T22:06:07.976-03:00</updated><title type='text'>título? ainda não sei</title><content type='html'>prontidão.&lt;br /&gt;presença.&lt;br /&gt;boa vontade.&lt;br /&gt;coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ou assim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;prontidão. presença. boa vontade. coragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ou assim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;coragem.&lt;br /&gt;prontidão.&lt;br /&gt;presença.&lt;br /&gt;boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ou...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;boa vontade e coragem. (ou) coragem e boa vontade&lt;br /&gt;prontidão e presença. (ou) presença e prontidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ou...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;prontidão = presença? ou seria = à coragem?&lt;br /&gt;boa vontade (para ter...) prontidão e/ou presença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(não consigo ter certeza. Da ordem. Do que origina o quê. O que é causa do quê. O que é efeito do quê. O que é prêmio/recompensa do quê. Se todos se equivalem ou se são progressivos, como degraus de uma escada. No topo da escada? Uma atitude. Um gesto. Uma ação. É claro que realizamos centenas de milhares de ações sem nenhuma dessas prerrogativas... o ponto é esse. Quando uma ação/atitude tem valor?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;post em aberto... talvez eu volte aqui mais tarde...&lt;br /&gt;não consigo terminar. Acho que foi o vinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8381443582651910468?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8381443582651910468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8381443582651910468' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8381443582651910468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8381443582651910468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/07/titulo-ainda-nao-sei.html' title='título? ainda não sei'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5539153799040587577</id><published>2010-06-23T16:27:00.003-03:00</published><updated>2010-06-23T16:42:42.218-03:00</updated><title type='text'>Roubos (3)</title><content type='html'>"Tudo o que fiz nestes últimos anos (nestes últimos anos apenas? Não é desde sempre?) me interessou, mas não era nunca o que me interessava mais. (...) Esta cegueira de mim mesmo, de meu "ser profundo", foi alimentada, ampliada, pela dispersão nas coisas secundárias. (...) A ideia do número um - do essencial - hoje me parece um pouco falsa. Há um essencial do qual, digamos, há vinte anos eu fugi? A verdade é que me deixei levar demais por coisas secundárias; eu me vi na teia de relações semiprofissionais, semi-amigáveis; dispersei-me. (...) O que significa meu desejo de tornar-me "profundo'? (...) Pois é, eu queria ser ao mesmo tempo o monge meditativo em sua cela e o grande viajante intercontinental, o revolucionário chama-ardente-do-futuro e o eremita contemplativo do eterno, o asceta e o luxurioso."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;roubado do livro "X da Questão", de Edgar Morin. Por que "roubar"? &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;Aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Edgar Morin... euhein?! Pois é... leituras pretensiosas... menos, menos.&lt;br /&gt;Eu gosto mesmo é de ler horóscopo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5539153799040587577?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5539153799040587577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5539153799040587577' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5539153799040587577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5539153799040587577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/06/roubos-3.html' title='Roubos (3)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8391243506734241222</id><published>2010-06-19T12:18:00.010-03:00</published><updated>2010-06-20T20:43:43.146-03:00</updated><title type='text'>Cutuco x modus operandi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TBz-lS0Ag2I/AAAAAAAAAOU/qvWZGWL-rvE/s1600/CAU20100619.jpg"&gt;&lt;img style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TBz-lS0Ag2I/AAAAAAAAAOU/qvWZGWL-rvE/s200/CAU20100619.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484538362889012066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A bonita capa da ZH de hoje me lembrou algumas coisas, entre elas, o fato de eu gostar das edições de sábado dos jornais.&lt;br /&gt;Talvez porque grande parte dos jornais reserve o sábado para os cadernos de Cultura. Mas isso poderia parecer pretensioso de minha parte. Adoro viajar na maionese com os cadernos de cultura dos jornais, mas é verdade que há muito tempo não os leio. Suspeito, inclusive, que eles nem sejam mais esses passaportes para viagens na maionese.&lt;br /&gt;Talvez eu goste das edições de sábado porque as manhãs de sábado são preguiçosas, quando o tempo passa diferente, e assim ler não precisa ser rápido. Mas as de domingo também o são, e não gosto tanto dos jornais de domingo como gosto dos jornais de sábado. E eu nem poderia dizer que os jornais de sábado são edições melhores, porque não são. Sei bem como são feitas na sexta-feira. A toque de caixa, apenas para constar, preocupados que estão todos com as matérias especiais do jornal de domingo - que, aliás, começa a circular na cidade nas tardes de sábado, outro fator que denota a (nenhuma) importância que as pessoas dão para as edições de sábado, com um tempo de vida tão curto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu tenha lembrado que eu gosto dos jornais de sábado porque hoje chove muito em Porto Alegre, e há um prazer muito próprio em ler um jornal com a chuva lá fora e uma caneca de café aqui dentro. Enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então... a edição de sábado está fadada ao esquecimento não fossem os fatos. E não foram poucas as vezes que eles teimaram em acontecer para revirar a rotinas das redações nas sextas-feiras. Como ontem, na morte do Saramago. E aí temos essa bonita capa de ZH.&lt;br /&gt;E isso me fez lembrar como o jornalismo pode ser desconsertante do ponto de vista humano: é justamente na perda, na dor, no fato que ninguém desejaria que acontecesse, é justamente aí que ele se valoriza, se renova, se faz necessário (ou se acha que se faz necessário...). Quer belas capas de jornais? Pense numa tragédia.&lt;br /&gt;Desconfortável, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda acho que os critérios que definem o que é apenas um fato e o que é um fato e também uma notícia deveriam ser repensados. Tenho uma vaga lembrança de um xerox lido durante o curso de jornalismo, cujo texto abordava os critérios para definir o que é notícia. Não consigo lembrar de todos - putz! - mas morte estava lá. Minha vaga lembrança permite, ainda, dizer que se tratava de um texto já velho para a época. Tipo início do século 20.&lt;br /&gt;Para mim, é incrível que os jornais, a grosso modo, continuem a noticiar se valendo de critérios tão antigos. E não sei se é consciente. Parece que apenas não se mexe nessa "instituição" - quando todo o resto da vida já questionou e continua a questionar todas as "verdades".&lt;br /&gt;Por que uma boa notícia, algo que nos faça sorrir, que nos inspire, tem peso menor nas páginas de jornais (e no interesse dos leitores)? Não sei. Eu até acho que um jornal se diferencia de outro quando justamente define o que vai ser notícia na sua edição do dia seguinte usando a intuição: um pé aqui, na "instituição", e outro lá, na vida invisível-mutante. Sensibilidade. Mas há espaço - e tempo - para sensibilidades no jornalismo diário? (talvez nas edições de sábado... rsrsr)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que eu queria dizer - coisa que a capa de hoje, com Saramago, me lembrou - é que posso imaginar a vibe que (no mínimo) por instantes a redação experimentou ontem, sexta, ao saber da morte do escritor. Planejamentos caíram, outros precisaram ser feitos. Mudanças de rumos, e rapidamente.&lt;br /&gt;E isso é jornalismo: vibrar com os fatos. E é desconsertante porque, daqui a pouco, tu, jornalista, sem perceber, está vibrando na redação, eufórico, por causa de uma tragédia. Vi isso, e acho que senti isso, várias vezes, até me dar conta de que eu estava quase feliz (?) diante a possibilidade de um grande texto, diante uma grande foto, diante uma grande página, uma grande capa e uma grande edição baseadas... numa tragédia, na dor, numa morte, numa perda...&lt;br /&gt;Claro, não se trata exatamente do fato que envolveu Saramago, um senhor que já tinha lá uma considerável idade... E morte, como bem sugeriu ele em seus livros, faz parte (ou não, como em Intermitências da Morte, um livro que achei tão chato que não acabei).&lt;br /&gt;Mas é que lembrei do que pensei quando acompanhava a cobertura jornalística dos desabamentos no Rio ou do terremoto do Haiti. Os jornais tiveram assunto até não poder mais, o que alivia muito os pauteiros (quando um fato se impõe, vc não precisa inventar pauta. Quer dizer, se vc conseguir surpreender nessa hora, bem, vc é diferenciado, porque a rigor não precisa se "puxar"; os fatos garantem as edições).&lt;br /&gt;Especialmente na tragédia do morro do Bumba, fiquei pensando na caravana de repórteres que para lá se deslocava todos os dias. TODOS os telejornais da Globo, só para citar UMA emissora, colocavam gente lá. Chegou uma hora em que ficou claro que o número de jornalistas era maior do que as notícias, e as informações se repetiam, e a tragédia era espremida até não poder mais. Então, eu pensei: nenhum jornalista sentiu vontade de AJUDAR aquelas pessoas, ao invés de ficar repetindo pruma câmera mais do mesmo? Será que nenhuma emissora, nenhuma redação repensou seu papel naquele momento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu penso isso porque tenho certeza de que o jornalismo moderno ("imparcial", das megas corporações) provoca um (d)efeito colateral bastante questionável ao profissional que atua nele: o&lt;span style="font-style: italic;"&gt; modus operandi &lt;/span&gt;de eterno espectador, de alguém que sempre se coloca à parte do fato, para poder contá-lo/registrá-lo, sem se envolver, a salvo dos erros, das dificuldades, das dores de quem VIVE os fatos e está efetivamente dentro deles.&lt;br /&gt;Haverá um momento que essa capacidade humana fará falta à vida dele. A vida íntima dele mesmo, longe das redações. A menos que ele não se importe de confundir/mimetizar para sempre sua vida com o papel construído nas redações/na profissão, que o protege da (sua) vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora na Copa do Mundo, outro exemplo. Mesma sensação: jornalistas batendo cabeça, de tantos que são num evento que não gera tantos fatos assim - mas será que não gera? Ou é de novo o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;modus operandi&lt;/span&gt;?&lt;br /&gt;E dá-lhe Dunga fechando treino, piorando tudo. Vuvuzelas, jabulani, cala a boca Galvão. Deu né? Qual o papel de um jornalista na Copa?&lt;br /&gt;Você não fica com a sensação de que, por tudo o que foi mostrado até aqui, não precisava tanta gente lá? Textos-crônica, show de imagens.... precisava ter ido lá pra isso? E o pior é quando eles fazem da presença deles lá, ou da parafernália tecnológica disponível, a notícia em si. Oi? Jornalista entrevistando jornalista. Oi? E essa tendência de apresentar as coisas em tom coloquial, em primeira pessoa, como se fosse um blog ou um orkut? E essa tendência tadeu-schmidt de descrever partidas?&lt;br /&gt;Acho que tem espaço para tudo, o problema é quando o "diferencial" vira regra. Daqui a pouco o diferente vai ser o formalismo. O jeito voz-do-brasil-de-ser vai virar cult.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí fiquei pensando também num fato que foi noticiado com questionável economia nessa Copa: a morte da neta do Mandela. Putaqueopariu. O cara é um personagem-símbolo do país que sedia a Copa, por quatro anos se espera por isso, e aí no dia da abertura do evento a neta do cara MORRE num acidente de carro na saída da festa, e isso é menos relevante do que as imagens do Black Eyed Peas no palco!??!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó, não é o caso de, aqui, morte ser critério para um fato virar notícia. Só penso que... Assim, do contato que tive e tenho com o jornalismo, guardo essa impressão, na qual confio: há algum potencial de notícia, de BOA história que precisa ser conferido em todo fato ou aspecto de um fato que parece "fora do lugar", que causa estranhamento...&lt;br /&gt;O que não pode é, eu, jornalista que noticiei a goleada da Argentina, fiz piada com as vuvuzelas, analisei a derrota da Alemanha etc, na hora do cafezinho com os colegas ou quando tô indo embora pra casa, descansar, ver brotar em mim esse pensamento: "e a neta do Mandela, hein?".&lt;br /&gt;E digo mais: se algum leitor/espectador viu essa inquietação brotar em si, sem encontrar resposta, o jornalismo/a imprensa perdeu a chance de se revalorizar frente a essa audiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim.&lt;br /&gt;Se esse pensamento/sensação brota, ainda que de forma bem sutil, pode ter certeza de que algo ali merecia atenção.&lt;br /&gt;Nem toda sensação como essa gera uma grande notícia, uma grande história, mas toda notícia que faz diferença, que tem relevância numa edição começa com um cutuco assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu sei: é difícil sair do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;modus operandi.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8391243506734241222?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8391243506734241222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8391243506734241222' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8391243506734241222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8391243506734241222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/06/cutuco-x-modus-operandi.html' title='Cutuco x modus operandi'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/TBz-lS0Ag2I/AAAAAAAAAOU/qvWZGWL-rvE/s72-c/CAU20100619.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-3421766227985990744</id><published>2010-05-24T17:31:00.002-03:00</published><updated>2010-05-24T21:54:42.487-03:00</updated><title type='text'>Historinhas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; passos do abismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi traição? Ah, não, que exagero. Ela nem sabia o que era isso, nem sabia que estava namorando, e o cara estava mais para desligado, "tanto-faz-como-tanto-fez" modo on, do que para namorado. Afinal, após alguns dias de namoro (mas era namoro?), ele partiu para férias em outro lugar, deixando ela pra trás. Foi então que surgiu o outro, e ela experimentou o beijo dele - mil vezes melhor do que o do deslig... ops, do "namorado". Então, o namorado voltou e, em vez de procurá-la com saudade, ficou na rede, porque o mar ele só gostava de olhar. De longe. Ela atravessou as dunas, chamou-o e acabou o namoro.&lt;br /&gt;Era namoro?&lt;br /&gt;Anos depois o reencontrou. Muito diferente. Fisicamente muito diferente. E ela não o reconheceu. Se deram oi quando as identidades foram descobertas. Ela continuou o que fazia, entre os amigos, um pouco impressionada com ela mesma, tão indiferente àquele passado ali, na sua frente, de carne e osso. Mais carne do que osso. A noite não acabou sem que ele levantasse a camisa e batesse na própria pança gorda, num gesto exageradamente de bem com sua vida para quem realmente pudesse estar de bem com sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que aconteceria se ela conseguisse sustentar o olhar para aquele estranho no ônibus? Estava constrangida com a insistência dele, sabia que ele continuava olhando. Era noite, fazia frio e ele usava uma jaqueta de couro preta. Por muito tempo depois daquela volta para casa ela jurou sentir o cheiro daquele tecido em vários momentos.&lt;br /&gt;Ele nem era bonito, mas parecia forte. Ou era a jaqueta? Ela decidiu segurar o olhar nele, sem sorrir, pra ver até onde conseguiria. Passou por ele para alcançar a porta e descer em sua parada. Sentiu o meio de sua barriga esquentar ao perceber que ele faria o mesmo. Desceu do ônibus e quis andar rápido, mas em seguida uma mão no seu braço a impediu de prosseguir. Sentiu medo. O que fazer agora? Ficou muda. Ele pediu para q ela não sentisse medo, que nada faria de mal. Perguntou o nome dela. Ela tentou se desvencilhar. Ele a soltou e insistiu no nome. Ela só disse que precisava ir. Virou-se, baixou a cabeça e marchou até em casa sem olhar pra trás. Não sabe dizer quando o medo passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por meses ela teve certeza de que o queria. A ponto de invejar a esposa. Sim, ele era casado, mas deixava claro que o relacionamento não ía bem. Viam-se todos os dias, ela ansiava pelo encontro, pela presença, embora nunca tivessem passado de olhares e gestos de carinho comprometedores, escamoteados para que os outros não percebessem. De fato, ela nunca imaginou o beijo dele, pensava e queria mesmo era o abraço. Não era algo sexual da parte dela. Da dele, era. Isso o tempo provou. O tempo provou que ela o "usou". O usou para estancar uma outra dor que vivia na época. Fez uma transferência de afeto. Mas é verdade que, embora com um "repertório" algo ingênuo e delicado, ela o tentou, o provocou, encantada com o fato de perceber nele um interesse verdadeiro. Ele, casado, manteve-se fiel, ainda que em pensamento não. Ela, de certo modo, respeitou, e não achou que ía morrer quando ele decidiu se afastar porque a esposa engravidara. Anos depois se reencontraram. Ele já separado. Finalmente, o beijo e... Decepção. Ela nada sentiu. E dali pra frente pouco aconteceria. Ele, ao contrário, fez o que pôde naquela madrugada para tornar real tanta promessa de, tanta vontade de, guardada há tempos. Gozou nas coxas dela, algo constrangido por não conter tanto tesão, algo envaidecido por demonstrar de fato que a queria muito. Na despedida, ela não olhou nos olhos dele. Nunca mais se viram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por que ele havia recuado?, ela não entendia. O carinho no dia-a-dia, a aproximação, o convite para o cinema, a parada para comer algo depois. Tudo parecia bem... quer dizer, no cinema já foi meio estranho. Por que sentar-se de lado, quase que de costas? E, enquanto comiam, por que ele não a olhava nos olhos? Aquilo não estava indo bem... Mas dessa noite nunca vai esquecer o susto dele.&lt;br /&gt;Haviam se despedido, mas ela decidiu que não ía pra casa acompanhada da dúvida. Fez o retorno e voltou à casa dele. Jamais esquecerá o estrondo que veio pela linha do interfone quando o porteiro avisou quem era. Ele teria deixado cair o aparelho. Recebeu-a visivelmente atrapalhado. O apartamento vazio e os poucos móveis tornavam-no ainda mais indefeso. Não se sabe como, mas a conversa amenizou o constrangimento dele, que se recompôs, se explicou parando várias vezes para procurar as palavras certas, que não comprometessem sua virilidade, e tudo ficou como deveria ficar. Ela voltou pra casa e, quando acordou no dia seguinte, riu de tudo aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ela se sentou àquela mesa por acaso. Encontro do ano da empresa, com todos os funcionários. O cara sentado a sua frente olhou-a com demora desde o primeiro instante. Nunca o vira antes, mas teve certeza de que algo aconteceria. Olhos pregados nela o tempo todo. Dias depois, ele puxou papo durante o expediente. A conversa continuou por alguns dias, e ele entregava seu interesse ao descrever cada gesto, a roupa e o cabelo dela na primeira vez em que a viu. De cidades diferentes, ele conseguiu um pretexto para que se encontrassem. Ela tinha outro compromisso, não foi. Ele não desistiu. Mais tarde, a conversa pelo telefone esquentou, ela sozinha em casa sentiu ensopar-se por um desejo de bicho da cintura para baixo. Ele pediu o endereço, ela não conseguiu dizer não. Ele chegou, entrou, conversaram sentados no chão, depois deitados. Ele disse que não aguentava mais, precisava do beijo. Os corpos se tocaram... ela sentiu a barba rala, áspera e o hálito de cerveja... algumas roupas foram despidas, mas não foram muito além... enquanto o desejo dele crescia, o dela estacionara. Era a situação, a novidade, a liberdade, o poder fazer tudo aquilo que a excitara, e não ele exatamente. Ele compreendeu que não passariam daquilo e passou a ser mais carinhoso do que viril. Ela sabia que não o queria em sua cama. Aliás, não o queria, nem na cama nem em lugar algum. Perguntou se ele se importaria que ficassem ali, no chão mesmo. Ele concordou. O dia já clareava, ela não dormiu, ele cochilou, acordou e foi embora. Dias depois enviou a ela um livro de poesias próprias com a dedicatória: "nesse mundo, nesse nosso mundo, o chão é duro, o chão até pode ser duro, mas a pele.... a pele é macia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A fama de mulherengo, ela conhecia. Isso não servia para despertar seu interesse, pelo contrário. Das histórias ouvidas, achava graça, meio que a salvo, num outro nível, assistindo a tudo como bobagens de um moleque. Até que, ela não sabe quando ou em que momento, tudo mudou. A presença dele a intimidava, o olhar mexia com ela e, puxa vida, a armadilha maior: o toque era correspondido pela pele. Ele, animado com a possibilidade de mais uma conquista, ía direto ao ponto. Quando?, queria saber. Estava pronto para trair a namorada. Ela não sabe em que momento passou a pensar mais na mulher dele do que na própria vontade vinda das entranhas. Mas lembra com exatidão da vez em que o desejo foi quase insuportável. Uma carona, um abraço, as pernas trêmulas, a pelve em chamas, o não-saber-o-que-fazer. Ou saber mas não confiar. E depois?&lt;br /&gt;Ela queria mais do que ele podia dar. Quando ele percebeu isso, se afastou. E o desejo dela se transformou em ansiedade, em dúvida, em espera, em questionamentos. Então... o deixar-pra-lá. Tempos depois, ele prestes a ser pai, moveu-se encantado de novo em direção a ela. Agora, era ele quem queria mais do que ela podia dar. Sem o mesmo desejo, sem o despertar da pele para desmentir, conseguiu empurrá-lo pra longe, lembrando-lhe que em casa sua mulher o esperava com um filho na barriga. E mais de uma vez o ouviu ora ansioso, ora resignado dizer: eu gosto demais de você; você sabe. Sim, ela sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O beijo foi fácil, progressivo, natural. Ao redor, tudo se apagou e nada mais se ouviu. Os corpos se encaixaram e eles transaram como se já se conhecessem, como que brincassem, com desejo e atenção bem medidos, sem pressa. E era a primeira vez. O primeiro beijo deles, o primeiro amasso deles, a primeira noite deles juntos. Ela não gozou naquela vez (ou mesmo em outras), mas gozou a certeza de que entre um beijo e um orgasmo, no encontro de peles que se conhecem, há mais mistérios a serem descobertos e compartilhados do que se pode imaginar. Nos dias seguintes, ela ainda podia sentir o corpo dele pesando sobre o seu, o corpo dele dentro do seu, o cheiro, a voz, a textura e o quente da pele.&lt;br /&gt;Ele, não se sabe o que sentiu, mas ela, finalmente, estava apaixonada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-3421766227985990744?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/3421766227985990744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=3421766227985990744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3421766227985990744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3421766227985990744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/05/historinhas.html' title='Historinhas'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4260291135406373142</id><published>2010-05-05T16:48:00.002-03:00</published><updated>2010-05-05T16:51:08.577-03:00</updated><title type='text'>Roubos (2)</title><content type='html'>"... de todos os chacras, o mais perigoso de ser desperto prematuramente é o chacra básico, sede do kundalíneo ou do fogo serpentino, pois sem a garantia de uma boa graduação espiritual,  o homem que o "abrir" perde-lhe o domínio ante o primeiro controle emotivo ou mental em desfavor alheio... (...) Trata-se de energia violenta e agressiva, embora criadora, que em fuga atinge maleficamente o perispírito e alucina-lhe as células perispirituais... (...)&lt;div&gt;O chacra básico ou fundamental se situa na base da espinha dorsal, conhecido pelos hindus como o chacra kundalíneo, centro etérico responsável pelo fluxo das energias poderosas que emanam do Sol e da intimidade da Terra, a energia mãe da terra. Segundo ensinamento hindu, o kundalíneo proporciona a libertação do ser, quando habilmente controlado pelo chacra básico, feito por espírito equilibrado, sem vícios ou paixões perigosas, despreocupado dos tesouros e poderes das vaidades do mundo carnal..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;roubado do livro "Elucidações do Além", de Ramatís.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right; "&gt;por que "roubar"?&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;a href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html"&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4260291135406373142?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4260291135406373142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4260291135406373142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4260291135406373142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4260291135406373142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/05/roubos-2.html' title='Roubos (2)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5956967512560590618</id><published>2010-05-01T17:43:00.003-03:00</published><updated>2010-05-01T20:17:16.254-03:00</updated><title type='text'>Ovos de Páscoa já!</title><content type='html'>Alguém sabe do efeito prático do @transitozh no twitter? As pessoas que o seguem em seus gadgets realmente mudam seu itinerário ao saber que tal lugar está engarrafado? Resumindo, o @transitozh mudou o trânsito?&lt;br /&gt;Por que impliquei com o @transitozh? Não é implicância. É que cidades paradas por carros é um tema que me interessa. Eu acho que as pessoas tinham de repensar o modo como encaram/como se relacionam com a ideia de ter carros, mas enfim... e também me interessa saber se o twitter estaria operando alguma mudança prática na vida das pessoas. Me parece que as pessoas querem mais colaborar com o @transitozh do que propriamente mudar itinerários. Se é isso, o efeito estaria sendo um tanto esquisito: as pessoas estão gostando de estar em engarrafamento para poder avisar no twitter da zh! De repente, vai saber..., estão justamente saindo no horário de pico para encontrar uma forma de participar!&lt;br /&gt;Tem algumas invenções que acabam alimentando o problema. Ok, posso estar exagerando, mas que tem, tem. Isso porque a grande invenção é aquela que ataca a raiz do problema e não sua consequência.&lt;br /&gt;Loraine, @transitozh não quer resolver o problema.&lt;br /&gt;Não?&lt;br /&gt;Aaaaaaaaaah, tah. Puxa, um dia alguém há de querer, espero. &lt;br /&gt;A gente faz coisas sem noção mesmo. Eu, por exemplo, não sei para que sigo o @transitozh. Dificilmente saio no horário de pico, tento evitar. E o @transitozh só opera nessas horas de pico. Então, para que o sigo no twitter? Se acho que muita gente que tah no trânsito segue o negócio inutilmente, o que dizer de mim que nem no trânsito estou!? Fico apenas trazendo pra dentro da minha casa, virtualmente, o estresse que tah na rua naquela hora.... Pra q? Vou pensar uma serventia... se não encontrar, unfollow já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu entrei aqui para falar de outra coisa. Amenidades. Posts irrelevantes são meus preferidos.&lt;br /&gt;Suuuuuper importante (tom irônico, por favor) o que vou dizer. O tema é ovos de páscoa. Isso mesmo: ovos de páscoa. Suuuuper importante e bem na época de se falar nisso, neh???? :D&lt;br /&gt;Aí é que está!&lt;br /&gt;Proponho que não haja época para encontrar ovos de chocolate por todos os cantos. Proponho que durante todo o ano a gente possa entrar nas Americanas, no Zaffari, no Nacional e sei lá mais onde e ser obrigado a se abaixar, desviando daqueles ovos pendurados. Por que não?&lt;br /&gt;Qual o problema de comprar ovo de Páscoa em julho? Em dezembro?&lt;br /&gt;O que não dá para aguentar é na segunda-feira após Páscoa a gente encontrar os MESMOS ovos pela metade do preço com que eram vendidos dias antes. Muita cara-de-pau, neh?&lt;br /&gt;Culpa nossa, que compactuamos com essa bobagem. E tantas outras.&lt;br /&gt;Tradição? Ninguém sabe para que serve a Páscoa. E, mesmo que saiba, não precisa de um dia só para comemorar/celebrar seja lá quais forem os bons sentimentos oriundos disso. Celebre todo dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5956967512560590618?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5956967512560590618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5956967512560590618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5956967512560590618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5956967512560590618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/05/ovos-de-pascoa-ja.html' title='Ovos de Páscoa já!'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5351155828060657665</id><published>2010-04-30T17:14:00.008-03:00</published><updated>2010-04-30T20:49:49.434-03:00</updated><title type='text'>O curta da família Luz</title><content type='html'>E como se fizéssemos parte de um daqueles curtas da RBS, filmados no Litoral e exibidos ao meio-dia de sábado, lá estávamos os 8 reunidos.&lt;br /&gt;Meu irmão mais velho, seu filho e minha irmã gêmea dentro do mar, na beirinha, mas dentro; ele fazendo o que era preciso fazer, o que havíamos combinado de fazer, e ela rezando, ao seu modo. Meu pequeno sobrinho parecia imitar os gestos de seu pai, também dentro d'água.&lt;br /&gt;Na areia molhada, mas onde a onda não chegava, eu abraçada à minha mãe, ou melhor, eu amparando o choro de minha mãe. Eu chorava há algum tempo tb.&lt;br /&gt;Minha sobrinha, q depois de se emocionar abraçada a sua mãe, minha cunhada, veio se juntar a nós;&lt;br /&gt;E meu irmão mais novo, um pouco afastado, ao nosso lado, olhos fixos no mar, não sei se chorou, mas ganhou o abraço da esposa, que se chegou de mansinho.&lt;br /&gt;Na frente, mar, pra esquerda um caminho sem fim, pra direita idem, para trás cômoros, ventava um pouco, havia muito silêncio e um pouco de frio. Estávamos além de Quintão, em frente a uma capelinha, referência do local onde meu pai e meus irmãos costumavam pescar nos anos de veraneio.&lt;br /&gt;Tenta imaginar essa cena de longe, não te parece um curta gaúcho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha família inteira ali. Podería-se dizer que não éramos 8, mas 9. Meu pai era o motivo daquela reunião: suas cinzas estavam sendo jogadas ao mar, 10 anos depois de sua morte. Mas qual era o motivo de o Universo ter juntado essas almas nessa vida?&lt;br /&gt;Não sei os motivos pelos quais as outras pessoas ali choraram, mas eu acho que não chorei de tristeza. Talvez nem tanto de saudade. Pensei em meu pai, acho que rezei, pedi que estivesse bem. Mas me distanciei dali, me coloquei em frente a "essa TV que exibe um curta gaúcho", e chorei por me sentir tão estranha àquelas pessoas as quais estava para toda a vida ligada. Nunca entendi por que, e acho que não sossseguei de entender ainda, mas a afinidade com minha família é algo q está sempre sendo perseguido, ou seja, ela não existe. E eu me ressinto disso. Me senti só e ao mesmo tempo parte de algo. Com meu pai era diferente, mas como estaria sendo agora? Teríamos mantido a afinidade? Teria eu contado a ele tudo o que não consigo falar pra mãe e irmãos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena triste, algo mórbida, estava estranhamente cheia de vida, de humanidade. Onde há emoção é que a vida (humana) está. Tenho certeza de que a emoção, saber lidar com ela, é o próximo passo evolutivo do homem. O que são os seres celestiais (condição que é destino de todos nós segundo praticamente todas as religiões), senão seres capazes de lidar com o que sentem e escolher o que querem sentir? E se a perspectiva te parece fantasiosa, olha pra trás então: os animais. O que nos faz diferente deles? A capacidade de pensar sobre o que se sente. E o que fazemos com isso? Pouco, muito pouco. Ou ao menos fazemos coisas ainda maculadas por resquícios de nossa natureza animal/instintiva. E só. Os chamados 'nobres' sentimentos são para poucos.&lt;br /&gt;Há quem prefira a vida mais perto da animal, com seus prazeres bem fartos, materiais, carnais. Mas eu acho que a emoção é uma arma poderosa com a qual não sabemos lidar completamente ainda - ou seja, desconhecemos suas possibilidades de satisfação, realização e plenitude. Não sabemos lidar e ponto.&lt;br /&gt;Tenho certeza de que lidar de forma equilibrada e serena e saudável com as emoções é o próximo passo evolutivo do homem principalmente porque é disso que mais fugimos. Mas como exercitar sem tentar? Até porque nem sempre é possível fugir. Eu não queria ter ido lá naquele dia. Meu pai não estava naquele saquinho de cinzas, embora estivesse de algum modo, entende? Mas eu fui. Tinha de ir. Como faltar?&lt;br /&gt;Nessas horas, intimamente, se estremece como terremoto, algo salta pra fora, como lava, se revira coisa que tava quieta, é como turbulência, cair de bike, tomar uma vaca, ser atropelada numa travessia de água aberta. Mas passa. E vc está ali ainda: tudo no lugar, o mundo não parou não. Passa e vc continua sem certeza de que fará melhor na próxima, não sabe se o tranco vai ser mais ameno, igual ou pior. Não tem como saber.&lt;br /&gt;Não se dá saltos evolutivos com facilidade, não é mesmo?!&lt;br /&gt;Até porque, se a ideia é evoluir, o grau de dificuldade vai aumentando na medida que a gente vai ficando mais preparado. Ou alguém quer parar no meio do caminho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5351155828060657665?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5351155828060657665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5351155828060657665' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5351155828060657665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5351155828060657665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/o-curta-da-familia-luz.html' title='O curta da família Luz'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2000125049826806671</id><published>2010-04-16T08:38:00.005-03:00</published><updated>2010-04-16T13:50:42.090-03:00</updated><title type='text'>Roubos (1)</title><content type='html'>&lt;b&gt;Roube.&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Roube de qualquer lugar que resulte em inspiração ou incendeie sua imaginação. Devore filmes, música, livros, pinturas, poemas, fotos, conversas, sonhos, árvores, arquitetura, placas de rua, nuvens, luz e sombras. Escolha para roubar apenas coisas que falem diretamente a sua alma. Se fizer isso, seu trabalho (e roubo) será autêntico. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;A autenticidade é inestimável. A originalidade não existe. Não se dê ao trabalho de ocultar seu roubo - celebre-o se quiser. Lembre o que Jean-Luc Godard disse: "Não importa de onde você tira as coisas, importa é para onde você as leva".&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Roubei isto de Jim Jarmusch&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;**&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu roubei esse texto do livreco Tudo o que Você Pensa Pense ao Contrário, de Paul Arden. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Donde sai isso aqui também:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&gt;&lt;/b&gt; Todo mundo quer uma vida emocionante, mas a maioria das pessoas tem medo de agarrar o touro pelos chifres. Então elas escolhem uma opção fácil para ter uma vida emocionante. Elas vivem sua emoção por meio das outras pessoas. Alinhando-se com rebeldes famosos, elas aproveitam um pouco de seu glamour... (...) A diferença é que todas essas pessoas famosas, ao se verem diante de uma decisão, tomavam a mais ousada, sem saber aonde isso podia levá-las, mas sabendo que a decisão segura estava carregada de perigo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&gt;&lt;/span&gt; Peça para levar um tapa na cara. Se você mostrar um trabalho seu a alguém e perguntar "O que acha?", o outro provavelmente dirá que está legal porque não quer ofendê-lo ou magoá-lo. Na próxima vez, em vez de perguntar se está certo, pergunte o que há de errado. O outro pode não dizer o que você está querendo ouvir, mas existem mais chances de que lhe ofereça uma crítica sincera. A verdade dói, mas a longo prazo é melhor do que um tapinha nas costas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&gt;&lt;/span&gt; Ter ideias demais nem sempre é uma coisa boa. É fácil demais partir para a próxima ideia e para a próxima e para a próxima... Se você não tem muitas ideias, precisa fazer as que tem funcionarem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&gt;&lt;/span&gt; Demita-se. É o jeito de mostrar que está falando sério.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&gt;&lt;/b&gt; Se você quer ser interessante, seja interessado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;(agora, pense tudo ao contrário)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2000125049826806671?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2000125049826806671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2000125049826806671' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2000125049826806671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2000125049826806671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/roubos-1.html' title='Roubos (1)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5130834276936027276</id><published>2010-04-08T18:36:00.003-03:00</published><updated>2010-04-08T18:58:39.323-03:00</updated><title type='text'>Atrevimento</title><content type='html'>Na primeira vez que assisti a esse vídeo, eu me emocionei. Mas foi só na primeira vez ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-660cb89241b34372" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D660cb89241b34372%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329888513%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7EC43DA0F7309F4BFAD0BB21DD55CF988E77F1B1.73C922CDBD546BE727B255F19DDA06676FEF9475%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D660cb89241b34372%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1by7Oj6GfLpNdAtLZ3Fws67olDI&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D660cb89241b34372%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329888513%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7EC43DA0F7309F4BFAD0BB21DD55CF988E77F1B1.73C922CDBD546BE727B255F19DDA06676FEF9475%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D660cb89241b34372%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1by7Oj6GfLpNdAtLZ3Fws67olDI&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5130834276936027276?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=660cb89241b34372&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5130834276936027276/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5130834276936027276' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5130834276936027276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5130834276936027276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/04/atrevimento.html' title='Atrevimento'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2106674950639137431</id><published>2010-03-22T17:46:00.005-03:00</published><updated>2010-03-22T18:32:02.959-03:00</updated><title type='text'>O erro ensina</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... o modo como o cérebro científico lida com o imprevisto dá surpreendentes pistas da própria relação do ser humano com tudo aquilo que parece dar errado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... O cérebro faz um truque para que nossa ideia anterior permaneça intacta. Em resumo: nossa mente não gosta de estar errada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... Acho que a razão pela qual não aceitamos informações que desafiam nosso modelo já construído é porque somos inerentemente conservadores&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... Se algo merece o título de erro, é nossa incapacidade de abraçá-lo como um bom e peculiar amigo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;... Parte do que nos faz uma espécie interessante é a capacidade de ignorar muito do que está acontecendo ao redor para nos concentrarmos em objetivos e sonhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, neh?&lt;br /&gt;Tem mais &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://revistatrip.uol.com.br/revista/186/reportagens/errrologia-aplicada.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Fiquei pensando se o título do post não deveria ser "o erro salva".&lt;br /&gt;Mas o certo é que, dando uma olhada mais geral nesta edição da revista Trip, me convenci: quero uma pra mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2106674950639137431?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2106674950639137431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2106674950639137431' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2106674950639137431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2106674950639137431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/03/o-erro-ensina.html' title='O erro ensina'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7036787812424045953</id><published>2010-03-16T17:00:00.005-03:00</published><updated>2010-03-16T18:02:33.881-03:00</updated><title type='text'>Salada de fruta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/S5_ujRll8RI/AAAAAAAAAOM/g50__eGnqBg/s1600-h/3516897983_8ec61b14c9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/S5_ujRll8RI/AAAAAAAAAOM/g50__eGnqBg/s200/3516897983_8ec61b14c9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5449336363925500178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ainda vou limpar e guardar as sementes de melão. Haverá algo a se fazer com elas. São tão sonoras! Que nem quando guardei as folhas em forma de balão que protegem a &lt;a href="http://www.jardimdeflores.com.br/floresefolhas/A46physalis.htm"&gt;physalis&lt;/a&gt;, uma frutinha especial (qual fruta não é?) com cara de butiá, mas gosto muito próprio (quase nenhum; olha, acho até que prefiro butiá). É verdade que até agora ainda não sei o que fazer com elas, as folhas, mas eu sei que uma hora uma ideia pinta. São tão... diferentes. Delicadas.&lt;br /&gt;E o gosto do pepino (não aquele de conserva) lembra (muito) a melancia, não lembra? Fica um lastro de melancia na boca, não fica? Traços de melancia. Mas se bem que rastro de melancia na boca não é muito legal, gosto estranho (bafinho quase inofensivo mas ainda sim bafo). E como se escolhe melancia? Ainda bem que eles cortam em pedaços no súper, e a gente pode olhar qual está mais vermelhinho. Eu escolho pelo valor, mas não se é caro ou barato, e sim pela combinação dos números do valor. Ah, mas eu não tenho o que fazer, neh?&lt;br /&gt;Mamão Papaya ou Formosa? Os dois neh? Mas textura do Formosa é um prazer a mais. Papaya é molenga. Coisa vomitada, e se duvidar fica cheiro de vomito de nenê tb. Mas aquela gosminha que envolve a semente é mais gostosa. Textura também é importante na maçã. Mil vezes as durinhas (Fugi) do que aquelas de raspinha de nenê (Gala). Mas boa mesmo são as verdes. Beeemm azedinhas. Gosto de coisas azedinhas. Que põem a dúvida: e aí, vai me morder de novo ou não? E tu vai lá e morde de novo! Que nem abacaxi fora do ponto. É ruim mas é bom!&lt;br /&gt;E todo mundo faz aquele oba-oba pra uva dedo-de-dama. Pura fachada. Uva dedo-de-dama é legal para decoração, pra olhar. Não tem gosto e é ruim de morder. Tem um sementão sem que nem pra quê. Aí, você rouba uma no súper e fica com aquele sementão na boca, sem saber onde pôr. Das pêras, como até a semente. Tão discretinhas ali, quase nenhuma. Como tudo. Fica só o talo. De certo, buscando sabor. Que não encontro muito... afinal, alguém já disse: pêra é o chuchu das frutas...&lt;br /&gt;E quem vem a ser o chuchu? O quarto estado da água, neh?! Coitado. Injustiça. Não é tanto assim. Eu acho que o problema do chuchu é o visual... aquela cor... blasé demais... nude (hahaha)... calcinha bege, sabe?... não tem atitude. Aí, as pessoas tripudiam dele. Vê se alguém fala mal da beterraba, naquela exuberância toda? Ou mesmo do pepino, que queria ser melancia e ficou pela metade do caminho?!&lt;br /&gt;E as bananas? Salvadoras!!! Fruta que mata a fome taí. Preciso provar a banana comprida, coisa do norte do Brasil. Ela é bem grande e precisa ser cozida. Dá para comer com manteiga, como essa aí da foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê, gosto de frutas. Uma vez, ganhei uma cesta de maçãs de amigo-secreto. E adorei! Quando ele chegou com a cesta, todos sabiam quem ele tinha tirado. Eu!! Mas eu gosto de todas, qualquer uma. Mas o que se vê nesta postagem mesmo é que, realmente, eu não tenho o que fazer!! Sei lá a utilidade desse texto. E precisa ter?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, acho que vou ao súper.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7036787812424045953?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7036787812424045953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7036787812424045953' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7036787812424045953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7036787812424045953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/03/salada-de-fruta.html' title='Salada de fruta'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/S5_ujRll8RI/AAAAAAAAAOM/g50__eGnqBg/s72-c/3516897983_8ec61b14c9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-67912981845971698</id><published>2010-01-18T16:43:00.039-02:00</published><updated>2010-01-20T22:45:57.267-02:00</updated><title type='text'>O miolo da fome</title><content type='html'>Pensei em fazer um blog com trechos de músicas. Um trecho ou dois de cada música. Ou uma canção inteira. O que viesse na telha aquele dia, aquela hora. As postagens seriam isso. Só isso. Com link para ouvir a música, claro.&lt;br /&gt;Por quê? Porque no momento certo, na hora certa + a música certa, quando isso acontece, se tem certeza de que nada mais precisa ser dito: as músicas já disseram tudo. Aliás, esse seria o nome do blog:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; font-weight: bold;"&gt;"Porque as músicas já disseram tudo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left; font-weight: normal;"&gt;Que acha? Não tenho certeza de que o blog é a ferramenta/a plataforma ideal... Se bem que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Olha só, seguido me perguntam qual a câmera fotográfica melhor, qual a filmadora ideal, blá, blá, blá... não sei por que me perguntam isso. O curso de comunicação não é técnico! Eu me formei em jornalismo, não em técnico em equipamentos/ferramentas... mas ok. Me perguntam isso e me ocorre responder uma coisa que ouvi no triatlo: não importa muito (ou tanto) a bicicleta que vc tem, importa quem tá em cima, as pernas de quem tá em cima da bike. Tah, eu sei que não é beeeem assim, mas existe uma verdade nisso.&lt;br /&gt;Então: não importa a câmera. Importa o que vc vai fazer com ela. Importa a ideia. Não? Vc quer que os outros admirem a tua máquina ou o que vc faz com ela? Tem gente que prefere a primeira opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Eu não tenho medo de ficar sozinha. Do que chamam de solidão. Quer dizer, tenho, mas meu medo maior, meu desconforto maior é provocado pelo vazio. Entre a solidão e o vazio, prefiro ficar sozinha. Prefiro a sozinhez à companhia vazia, feita de aparências, de interesses. Prefiro a independência a ter de fazer de conta.&lt;br /&gt;Mas só conhece o vazio quem já experimentou o cheio. Quem experimentou o cheio, nunca mais tolera o vazio. Nunca mais permite o vazio. E luta, luta, luta pra evitá-lo, nem que para isso fique, aos olhos dos outros, sozinho. O vazio é pior do que estar sozinho - mas essa é só a minha opinião. (Não, não é só a minha opinião. É o que eu sinto - embora ao olhar em volta, os outros, algumas coisas que vejo me confundam.)&lt;br /&gt;Porque vazio é fome. Aparências, status, fazer escolhas priorizando essas agradáveis mas evaporantes sensações, é como comer papel. Tomar sopa de papelão. É coisa de mendigo. Engana a fome e não alimenta de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Há várias frases na parede do meu quarto. Acho que só vou apagá-las, ou seja, pintar a parede outra vez de branco, quando eu assimilar todas. Entender, eu entendo todas, mas captar a essência delas, ir des-cobrindo (de "tirar a coberta") o sentido delas, é um processo mais lento. Já "des-cobri" quase todas. Uma das últimas sobre a qual a ficha caiu foi essa:&lt;br /&gt;"Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1+2+3= o que vale é o miolo da coisa, a essência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos (con)viver com a ideia de que aquele grande e ultramoderno equipamento nos garante as melhores cenas (1), ou que tal conforto, comodidade e conveniência, em relacionamento profissional ou afetivo, é a vida sendo aproveitada (2). A gente pode se empolgar com um equipamento bacana e com uma aventura nova, envolvente, cheia de vantagens e prazeres voláteis. Pode-se acreditar nisso tudo.&lt;br /&gt;Só que um dia pode acontecer de a gente ver alguém fazer uma foto do caralho com uma latinha de nescau, usando o processo mais básico e tosco da história da fotografia (tah.. exagerei...heheh). Ou o dia em que a gente experimenta um relacionamento profissional ou afetivo que realmente alimenta, sintoniza, linka - daí lembrei do filme Avatar, em que os gigantes azuis comandam seus voos, e só conseguem voar, ao "conectarem" seus cabelos aos dragões (como uma entrada USB). Quem não quer voar? (agora, eu não exagerei)&lt;br /&gt;Quando se experimenta o cheio, consegue ver o que era vazio. Quando experimentamos comida, a sopa de papelão vira o que é: nada. E não queremos voltar pra ela. (3) Quando a gente enxerga (finalmente) o falso, consegue reconhecer a verdade. E não esquece mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que isso tem a ver com o blog de músicas? Sei lá. Acho que a música certa na hora certa mata a fome da gente. E faz a gente ter certeza de que a sozinhez é melhor do que passar fome no emprego famoso ou na companhia oca de tantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em relacionamento profissional significativo, andei fazendo uma série de entrevistas com uma psicóloga por causa de um trabalho frila. Um dos últimos temas foi coragem.&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://docs.google.com/View?id=dgbktpv_105fqktpv5k"&gt;Neste link&lt;/a&gt;, reproduzo um pouco do que conversamos. Vai olhando as perguntas, talvez alguma te interesse. Tenho um enorme respeito pelas respostas. Leio tudo com especial atenção, e não fico com fome no final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pra finalizar essa postagem... uma música!&lt;br /&gt;Ouvi na rádio hoje, quando voltava do treino. Ela entraria certo no blog das músicas - talvez, fosse ótima pra começar o blog. &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.youtube.com/watch?v=UJYOPAnBTko"&gt;Essa aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te convenci? Matei tua fome?&lt;br /&gt;Nem a mim mesma meus textos convencem 100%, e olha que me puxo pra chegar lá.&lt;br /&gt;Mas ok, vai ver é melhor assim: quando eles deixam frestas, atalhos para outro lugar, outro texto.&lt;br /&gt;Não quero te convencer. Não é bom que eu queira.&lt;br /&gt;Escrevo por necessidade. Só.&lt;br /&gt;Convencer seria por vaidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-67912981845971698?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/67912981845971698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=67912981845971698' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/67912981845971698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/67912981845971698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/01/o-miolo-da-fome.html' title='O miolo da fome'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-3405744004155782487</id><published>2010-01-16T18:18:00.017-02:00</published><updated>2010-01-20T14:48:00.510-02:00</updated><title type='text'>nadarPeDaLArCORRER</title><content type='html'>E o triathlon, então.&lt;br /&gt;Gostaria de melhorar natação e ciclismo.&lt;br /&gt;Por quê? Por que gostaria de melhorar? Boa pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, antes da resposta, o ponto é como me sinto em cada modalidade (ou um pouco de como me sinto). Por que pensar sobre o que sinto? Ora, ora, ora... tentar entender o que sinto é meu esporte preferido. Always.&lt;br /&gt;Porque eu gosto de suar, mas eu adooooooro (a tentativa de) entender as coisas. Suar os miolos, sabe? Penso tanto, querendo entender as coisas, que acho que meu miolo já é um ironman, um (uhu!) Marc Allen ou um Dave Scott.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi a nadar "velha". 24 anos. E por anos foi apenas um contraponto para os desgastes do trabalho, uma compensação pelas horas sentadas. Sem treinos. Depois, vieram os treinos. Comparando com a corrida, também passei a correr regularmente "velha". Trinta anos. Bicicleta? 31. E, passados dois anos, os longos de pedal ainda são um desafio. Comparando com a corrida, acho que melhorei nessa modalidade quando passei a fazer longos. Hm, seria uma pista aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, as sensações. Tem uma que me intriga. Essa: eu corro com o corpo todo. Entende? Pé, pernas, coxas, glúteos, abdomen, tronco, braços. Não sei explicar direito, mas é isso: o corpo todo firma, o corpo todo corre, como uma coisa só. Na natação e no ciclismo, não.&lt;br /&gt;Na natação, sinto meu corpo em partes. E isso piora na medida em que canso. Lá pelas tantas, são dois braços arrastando um corpo inteiro. Tentando. Porque braço também não é meu forte. Em vez disso, eu bato muita perna. Outro erro, dizem. Então, lá pelas tantas fica tudo com elas, as pernas. Enquanto isso, vejo que tem gente q parece deslizar sobre a água, acima dela, de tão fluido o nado... A propósito: o que era o Miyashiro no fast triatlo? Aquilo não é natação, é boxe, é luta, é vale-tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrindo parêntese sobre a água aberta... Nela, "perco" as pernas - entende? Na água aberta, não encaixo a pernada. Aquele monte de água anula o que mais me faz sair do lugar... aí, já viu... sinto as pernas "soltas", não sei pra onde vai meu quadril. Alguém me entende??? Fecha parêntese.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ciclismo, tem gente que pedala tão naturalmente que só de olhar se percebe que não é alguém fazendo força em cima de uma bike. Não é alguém + uma bike, mas sim uma coisa só, de tão sintonizados, integrados. Pessoa e bike viram uno.&lt;br /&gt;Eu senti isso algumas vezes - ou algo que me parece perto dessa coisa que observo nos outros. Na maior parte das vezes, no entanto, principalmente quando canso, são duas pernas tentando levar um corpo todo + uma bike (tenho conseguido recrutar o abdomen mais vezes, mas preciso me concentrar). Ou seja, nem na natação, nem na bike consigo a sensação de unicidade, que me parece mais frequente e natural na corrida.&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondendo à primeira pergunta: se melhorar significa sentir essa unicidade, essa inteireza nas 3 modalidades, então é esse o motivo pra melhorar. Só por isso. Sensação boa demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pensando ainda mais amplamente, triathlon não teria de ser uno? Não é natação + bike + corrida. É uma coisa só: nadarpedalarcorrer. Quando teu corpo entende isso e responde nesse nível, bom, aí eu acho que se chegou lá.&lt;br /&gt;Existe lá?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-3405744004155782487?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/3405744004155782487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=3405744004155782487' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3405744004155782487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3405744004155782487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/01/nadarpedalarcorrer.html' title='nadarPeDaLArCORRER'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7697116957737143045</id><published>2010-01-06T16:09:00.007-02:00</published><updated>2010-01-06T17:44:30.263-02:00</updated><title type='text'>Um brinde a</title><content type='html'>E, nesses dias de ócio (criativo, pensativo, contemplativo, preguiçoso mesmo, inútil, útil, visionário, ilusionário, solitário...), algumas descobertas, alegrias, pequenos prazeres...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; A Lua Cheia na noite do réveillon foi ou não foi o melhor da virada? Um presente dos céus, literalmente. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blue Moon&lt;/span&gt;, a 13ª lua cheia do ano, acontece nessa época a cada duas décadas... e ela encheu completamente às 13h13min do dia 31 (13-13-31), para chegar à noite daquele jeito que foi: absoluta no céu. Ouvi ou li algumas coisas a respeito. O fato é que amei o presente. Lindo demais. Grande demais. Luminoso demais. Parecia que alguém segurava um canhão de luz gigantesco, brincando com os habitantes da Terra.&lt;br /&gt;Aliás... no exato momento em que sua taça tocou em outra, no brinde, vc pensou no quê? Eu me surpreendi com o que, espontaneamente, pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Avatar&lt;/span&gt; tem lá seus momentos-Titanic, acho até que rola uma Céline Dion se esganiçando no final, mas é um baita filme. E eu me convenço disso na medida em que os dias passam, e já passaram vários, e me distancio dele. Insights vão surgindo.&lt;br /&gt;Não lembro de ter visto algo parecido em termos de visual. Assiste em 3D. É demais. Não concordo com quem vê nele apenas um discurso esquerdista, de os fortes oprimindo os fracos e blá, blá, blá. O melhor de um filme dificilmente está na superfície, na história aparente. E, puxa vida, Avatar está cheio de simbolismos, cheio de detalhes. Eu escolhi os meus. Os clichês de um filme dependem muito do repertório de quem assiste. Se você só viu clichê, talvez não seja apenas "culpa" do James Cameron.&lt;br /&gt;Aliás... como pode todo aquele visual ter saído da mente de um cara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Me esforcei, tentei ser o mais isenta possível, na medida do impossível!!, mas... na contramão do que li ou ouvi comentarem, não vi NADA de extraordinário em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;500 Dias com Ela&lt;/span&gt;. Ok, tem uma embalagem bonitinha, edição moderninha, tiradas engraçadas, e só.&lt;br /&gt;O cinema não está aí para repetir na tela o que a gente já sabe, faz e, vá-lá, aceita. Não quero que um filme justifique a condição limitada de ser dos humanos. E esse parece justificar. Se você sai da sessão pensando "bem, a vida é isso aí", então tenha certeza de que o filme, como filme, como arte, não valeu. Arte não pode refletir a normalidade, a média, porque a normalidade e a média puxam para baixo - ou no mínimo nos faz estacionar. Não pode explicar tudo. Tem de deixar na dúvida. Qualquer forma de arte tem dizer de algum modo: "ei, babaca, você pode ser melhor do que isso, por que não tenta?".&lt;br /&gt;Aliás, o filme me lembrou muito Ensaios de Amor, de Alain de Botton, alguém leu? E o livro é de 1993!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu ver o que mais... ah sim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&gt; Correr à noite. Já disse aqui que correr é a segunda coisa que eu mais gosto de fazer na vida?&lt;br /&gt;&gt; Fim de tarde no Pimenta Rosa, ali no Jangadeiros, e o Guaíba logo ali.&lt;br /&gt;&gt; O quiche do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.mercopan.net/"&gt;MercoPan&lt;/a&gt;, aqui, no início da Ijuí. Isso se você resistir aos doces uruguaios...&lt;br /&gt;&gt; Pão-frescura no Carina Barlett, ali na Vasco com a João Telles, num prédio bacana. Porque pode vir com a lasanha que for, pode ser o spaghetti do papa... no reino das massas, eu gosto mesmo é de pão. E eu tô falando até de cacetinho com chimia de uva.&lt;br /&gt;&gt; Banho de madrugada.&lt;br /&gt;&gt; Vinho branco gelado.&lt;br /&gt;&gt; Cerejas in natura (em promoção no Zaffari! ou terá sido no Nacional?).&lt;br /&gt;&gt; Banho de chuva.&lt;br /&gt;&gt; Paçoquinha.&lt;br /&gt;&gt; Dirigir ouvindo música.&lt;br /&gt;&gt; Gente bacana que conheci em função do trabalho.&lt;br /&gt;&gt; O Cemma.&lt;br /&gt;&gt; Café preto feito na hora, pra acordar da soneca depois do almoço. Com muuuuuito açúcar mascavo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hmm. acho que é isso...&lt;br /&gt;Missão à vista? Desarmar. Me acomodar na platéia e assistir no que tudo vai dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7697116957737143045?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7697116957737143045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7697116957737143045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7697116957737143045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7697116957737143045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/01/um-brinde.html' title='Um brinde a'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6714047563718040458</id><published>2010-01-05T16:31:00.007-02:00</published><updated>2010-01-05T20:33:39.700-02:00</updated><title type='text'>Ângulos</title><content type='html'>Sempre que eu vejo uma foto bacana, e eu adoro fotos, sempre que eu vejo uma, o primeiro pensamento que tenho é o de entender onde estava o fotógrafo. A posição escolhida por ele, ao acaso ou não, foi fundamental para o resultado.&lt;br /&gt;E aí que esses tempos me dei conta de que isso não vale apenas para as imagens clicadas por aí. Vale para os atos, as ações das pessoas. A partir deles, você consegue perceber, ou ter alguma pista, de onde estava, em qual posição, em qual mundo, em qual nível, em qual vibração estava aquela pessoa autora daquela ação ou reação.&lt;br /&gt;Claro, não funciona com todo mundo... Não vamos perceber isso naquelas pessoas que não nos interessam, para as quais nossa atenção não está voltada (ainda que elas estejam nos dando essa informação).&lt;br /&gt;Acho que a percepção também ocorre com quem age. Revelamos a nós mesmos onde estávamos, ou a que vibração estávamos presos, quando agimos/reagimos desse ou daquele modo. Claro, isso tudo se você tiver um mínimo de sensibilidade e se achar que refletir sobre o que faz é uma necessidade.&lt;br /&gt;Daí dá para parar e olhar um "álbum": que "fotos" tenho acumulado? Que cenas fazem parte da minha vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que não perde tempo com nada disso, porque acha que a vida é só um amontoado de momentos desconexos, sem consequências... que é isso aí mesmo..., sem paradas para entendimentos ou tentativas de.&lt;br /&gt;Entender o quê? Para quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independentemente do resultado do ato/ação/reação (ou seja, é preciso perceber além das aparências), o lugar que escolhemos e do qual agimos pode nos absolver ou nos condenar. Também revela um pouco do que somos feitos. Por isso, se relaciona, ainda, à nossa capacidade de ganhar, inspirar (ou não) a confiança dos outros. O lugar, a posição escolhida, está ligado à natureza e à grandeza de nossa intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, cada um com seu jeito de ser.&lt;br /&gt;Só que...  acho que dificilmente se fará uma graaande foto se não se levar em conta a vibração, o lugar escolhido para ficar e chamar de "minha vida". (e, se é para continuar as metáforas, dá para dizer que grandes fotógrafos costumam se arriscar em busca "DAQUELA" cena.)&lt;br /&gt;Aliás, não se fará foto alguma. Nunca. (ou até se fará, mas se evitará mostrar, por vergonha ou por desprezo mesmo, desconsideração pelo que passou.)&lt;br /&gt;Tudo bem? Tudo, dá para viver sem fotos. Isso será um problema apenas se você gostar de fotos. E de álbuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ó, mas eu tô falando de fotos de verdade. Aquelas que têm a tua cara. Não vale copiar as cenas de outros, nem se pendurar na cena de outros, tah? Nem comprar cartão-postal. Jogue limpo.&lt;br /&gt;Até porque é fácil reconhecer quando temos uma foto de verdade e quando não temos. Uma dica que li uma vez: olhe os olhos das pessoas que estão na foto. O olhar revela a cena que é verdadeira e a que não é.&lt;br /&gt;Os olhos nunca mentem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6714047563718040458?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6714047563718040458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6714047563718040458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6714047563718040458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6714047563718040458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/01/angulos.html' title='Ângulos'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4003754561719392535</id><published>2010-01-01T15:02:00.001-02:00</published><updated>2010-01-01T15:05:31.840-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sz4rLwt5J4I/AAAAAAAAAN0/hiGSzOqmbSI/s1600-h/2010+a.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 250px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sz4rLwt5J4I/AAAAAAAAAN0/hiGSzOqmbSI/s320/2010+a.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421818482456602498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4003754561719392535?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4003754561719392535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4003754561719392535' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4003754561719392535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4003754561719392535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2010/01/blog-post.html' title=''/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sz4rLwt5J4I/AAAAAAAAAN0/hiGSzOqmbSI/s72-c/2010+a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4316060350092367920</id><published>2009-12-20T20:00:00.003-02:00</published><updated>2009-12-20T20:24:45.595-02:00</updated><title type='text'>Numerologia</title><content type='html'>Por q diabos confundo o 4 com o 7 e o 7 com o 4? Tenho um amigo que jura que isso tem a ver com o grafismo dos dois números. Que o meu cérebro sei lá o que... Hein?! Onde o 4 e o 7 se parecem? Ele jura que enxerga uma similaridade. Doido.&lt;br /&gt;Minha explicação é outra. Muito melhor. Muito mais doida. Muito mais minha. Tomara que vc não entenda, porque o objetivo é bem esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me dei conta de que por muito tempo fui 4 na vida. À primeira vista, ainda hoje, você olha e diz: uma pessoa 4, essa Loraine. Mas a ânsia pelo 7 sempre existiu. Nas entranhas, eu sou 7. E quem, por curiosidade, amizade ou amor, presta atenção em mim reconhece esse 7 latejante.&lt;br /&gt;Hoje já consigo ser às vezes 4, às vezes 7 com alguma naturalidade. Acho que nunca vou deixar de ser 4, por isso estou aprendendo a conviver com ele.&lt;br /&gt;Mas o 4 já entendeu que, ainda que lhe seja grata por muitas coisas, é o 7 que quero ser. Mas me comprometi a não abandoná-lo por completo. Manteremos uma saudável convivência, enquanto o 7 cresce e amadurece em mim. E, nos momentos em que essa confusão de 4 e 7 virar tudo de pernas para o ar, eu vou descansar sendo 9.  Adoro o número 9. Ele me conforta, me acalma, é onde recarrego as baterias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 0); font-weight: bold;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;   7 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102); font-weight: bold;"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4316060350092367920?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4316060350092367920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4316060350092367920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4316060350092367920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4316060350092367920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/12/numerologia.html' title='Numerologia'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8457245066809275508</id><published>2009-12-03T10:51:00.006-02:00</published><updated>2009-12-04T19:04:05.312-02:00</updated><title type='text'>Entre a palavra e o coração</title><content type='html'>Tem acontecido uma coisa estranha comigo na hora de escrever com caneta. UMA coisa não. TUDO é estranho: o modo como pego a caneta, a mão encostada no papel, a dificuldade da caligrafia e, fundamentalmente, a lentidão dos dedos, do gesto.&lt;br /&gt;Tudo culpa do computador, do teclado. Escrever com a mão virou uma ação desconfortável, que exige empenho para um resultado minimamente legível. Mas o que incomoda mesmo é a lentidão. De tal forma que erro as palavras. Como minha mente está agora adaptada à rapidez da digitação do teclado, acontece de eu pular sílabas. Enquanto o indicador e o polegar desenham o "sí" no papel, minha mente já está no "bas", então, quando eles acabam o sí, recebem logo o "bas", porque o "la" já foi não sei pra onde. Então, por exemplo, sílabas vira síbas.&lt;br /&gt;Teríamos todos de evoluir nossa motricidade fina a fim de voltar a escrever no papel em ritmo ajustado ao da mente? Ou tentar o papel é segurar a velocidade da mente e retroceder nossa evolução? Não sei. O fato é que acho meus dedos lentos com a caneta e o papel. E tenho certeza de que não é só eu.&lt;br /&gt;Lembro da primeira vez que segurei um mouse e da dificuldade que tive para ajustar meus movimentos ao nível de sensibilidade desse instrumentinho. Acertar o cursor no ponto exato do que eu queria na tela não foi uma coisa fácil, natural. Foi uma coisa aprendida. Que gozado, neh? Agora, nem mouse uso.&lt;br /&gt;Similar a essa estranha sensação de que escrever à mão virou algo superado, é a impressão de que também não lemos mais do mesmo jeito. Outra vez culpa do computador. Das múltiplas janelas, do hipertexto, do alt+tab. Experimenta: teu olho mudou. Está livre. Abre uma revista, um jornal... Abriu? Testa.&lt;br /&gt;Teu olho salta daqui pra lá, de lá pra cá. Tu lê o último parágrafo do texto, vai pro primeiro, volta pro do meio e... (surpresa!).. entendeu o texto! Não lemos, ou não precisamos mais ler, nem na ordem, nem da esquerda para a direita. Aliás, se tentarmos isso, se instala uma curiosa sensação de aprisionamento, de que estamos "perdendo" algo naquela página mesmo.&lt;br /&gt;Isso vem mudando a diagramação/layout de publicações há algum tempo. Mas está fazendo mais. Está promovendo uma pequena revolução no modo de escrever, na estrutura do texto ou daquilo que queremos comunicar - que deverá ter alguma lógica dentro ou próxima do seguinte: a parte deve conter o todo. Qualquer parte é  início, meio e fim de uma mensagem.&lt;br /&gt;Leituras altamente dinâmicas. Consumo de informação de uma forma absurdamente rápida, mas - olha que gozado - com mais economia. Estamos econômicos na absorção das coisas. Qualquer semelhança com o twitter e seu estrondoso sucesso talvez não seja mera coincidência.&lt;br /&gt;Que gozado. Impressões minhas, neh... a ver, a ver...&lt;br /&gt;Para onde vamos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... e aí que na Rolling Stone de novembro, lá na última frase de uma materinha pequena, o Marcelo Camelo falou o seguinte sobre a Mallu Magalhães (em relação ao impacto que ela teve sobre a carreira dele):&lt;br /&gt;"Foi a naturalidade dela. Nem todo mundo acha o caminho entre a palavra e o coração".&lt;br /&gt;Bonito, neh? Valeu a compra da revista.&lt;br /&gt;Se eu quero ser Mallu? Ser capaz de achar o tal caminho? Ah, quero sim. É um desafio que me interessa, a despeito da sozinhez ou da solidão dessa aventura. Mas, pensando bem, acho que quero ser Marcelo. Pelo grau de percepcão. Ter olhos, ouvidos e pele pra perceber isso. E confiar no que sacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe a diferença entre a sozinhez e a solidão?&lt;br /&gt;Winnicott que fala sobre isso, me disseram. Mas acho que todo mundo sabe isso, não precisa de uma fonte oficial e respeitada como o sr Winnicott. É orgânico. Tudo que é orgânico é uma verdade que reconhecemos, e não é "descoberta", como que de surpresa.&lt;br /&gt;A verdade que vc vai reconhecer como tal é a seguinte:&lt;br /&gt;Solidão é quando estamos nos sentindo irremediavelmente sós mesmo quando acompanhados. E a sozinhez é quando nos sentimos confortavelmente acompanhados mesmo quando estamos sós. Quando estamos a sós conosco e nós somos a nossa companhia e podemos ser uma boa companhia, isso é sozinhez. É o lado bom de estar sozinho, ao passo que a solidão é o lado ruim, mas que pode ser experimentada mesmo quando se está acompanhado de outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui a pouco vem um texto inteiro, com mais sentido. Eu acho. Puxei a cordinha e desci do trem de novo. Pra organizar a mochila. Esticar as pernas. Pegar um sol.&lt;br /&gt;Em seguida, te ligo e vou pular o "alô, tudo bem?". Vou direto no: "para onde vamos?". Tah?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em Mallu, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Shine Yellow&lt;/span&gt; é bonitinha. Ouvi por acaso &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.radio.uol.com.br/volume/mallu-magalh%C3%83%C2%A3es/mallu-magalh%C3%83%C2%A3es/19185?action=play"&gt;aqui, ó&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8457245066809275508?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8457245066809275508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8457245066809275508' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8457245066809275508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8457245066809275508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/12/entre-palavra-e-o-coracao.html' title='Entre a palavra e o coração'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1744817070202848080</id><published>2009-11-23T16:23:00.008-02:00</published><updated>2009-11-24T15:51:27.128-02:00</updated><title type='text'>2012, 93 e eu não sei o que os pinguins fazem aqui</title><content type='html'>Fui assistir a 2012 no cinema porque eu queria abduzir a minha mente por duas horas. Consegui.&lt;br /&gt;É tão, tão, tão cheio de clichês que constrange. Para colaborar, a gente na cadeira meio que olha pro lado, mexe no cabelo, consulta o relógio, dá uma olhada no celular, pra evitar o cara-a-cara com o clichê, fazer de conta que não viu, porque é demais. Mas tudo bem. Não acho que não tenha valido a pena o ingresso. Não, não acho. Valeu sim.&lt;br /&gt;Eu até chorei! hahaha É verdade que choro até em comédia, mas não é verdade que choro por qualquer coisa... Não, não e não! Eu choro por coisas inusitadas nos filmes, às vezes... Não é óbvio. Deixa eu pensar um exemplo... hm... hmm...&lt;br /&gt;Lembrei: eu não chorei na Marcha dos Pinguins. Aliás, eu tinha vontade de rir muito enquanto assistia ao documentário. As pessoas ao meu redor fungando, assoando o nariz, em lágrimas, eu olhava para elas, olhava pra a tela, olhava para elas, olhava pra tela e pensava.. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;hellooooo, gente?!?!? Por q vcs estão chorando???&lt;/span&gt; Aquela narração do filme, um texto sofrível, aquele monte de pinguim enfileirado, saltando pocinhas, geleiras, geleiras, geleiras... Vou te contar... Ri muito, por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2012 me lembrou outro filme, que vi há um tempão, o Voo 93, sobre o 11 de setembro. O que melhora o Voo 93 é justamente o que piora o 2012.&lt;br /&gt;Assim: Voo 93 é tão absurdo, tão sem q nem pra q, que o que o torna "bom" é o fato de aquilo tudo ter acontecido de fato. Em 2012 é o contrário: o fato de existir uma profecia maia sobre o fim do mundo, e isso por si só já ser tratado de forma meio torta pelas pessoas, pejorativa, só joga contra o filme. Acho que as pessoas o receberiam de outra forma caso fosse apenas uma ideia nascida na cabeça de um diretor ou de um roteirista.&lt;br /&gt;E, depois, tem uma coisa... é difícil mesmo "filmar" o fim do mundo neh? Coitados dos caras... (se bem que eu acho que eles se divertiram muito quando vi a cena dos carros como alternativa para salvar todo mundo no avião). Como vc faria um filme sobre o fim do mundo sem encher ele de clichês? Na boa, então: paga o ingresso, senta na cadeira e relaxa. É cinema! Não é para ser real. Ao menos, espero que não.... não em se tratando de 2012, assim, tão pertinho agora.&lt;br /&gt;Mas o mais importante a dizer sobre 2012 não é isso. É outra coisa. Anotem aí, é muito importante. Ponto final, nova linha, travessão:&lt;br /&gt;- o Sasha não precisava morrer, ok? Não precisava.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1744817070202848080?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1744817070202848080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1744817070202848080' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1744817070202848080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1744817070202848080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/11/2012-93-e-eu-nao-sei-o-que-os-pinguins.html' title='2012, 93 e eu não sei o que os pinguins fazem aqui'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4624638958460175336</id><published>2009-11-13T22:38:00.011-02:00</published><updated>2009-11-14T16:53:34.148-02:00</updated><title type='text'>Um post "Radical livre"</title><content type='html'>Acabo de sair do último painel da Semana ARP da Comunicação, no qual se falou muito sobre relevância. Então, deu vontade de escrever aqui sobre coisas extremamente...&lt;br /&gt;... irrelevantes. Ou não (como diria, apesar de nunca mais ter dito, o Caetano. O Veloso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o bambambam da vez, o cara que falou no painel esse, contou que na agência dele tem os chamados "radicais livres". São caras pagos para pensar e falar... merda. Ele não disse isso, mas é tipo isso. Caras pagos para serem irresponsáveis, proporem as coisas sem filtro. Id total. Sem egos ou superegos (alguém sem ego numa agência de publicidade??? isso existe??? bem, parece que sim). Brainstormens, eu diria. Adorei. Esse é um post-radical livre. Ou seja, vou falar merda. Eu pretendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, esse bLOg poderia se chamar Aliás, neh? Como escrevo Aliás nesse negócio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, por causa da cobertura da Semana, eu conheci a suíte presidencial do hotel Sheraton. E, olha, vou te dizer... é... decepcionante! Nem a vista lá de cima é tudo isso. Sou mais a minha casinha com tatames e sem nenhum sofá. Mas, of course, o seu Sheraton não está nem aí pra minha opinião, nem me contratou (ou contrataria) pra ser seu radical livre, pra ouvir uma merda dessas... desculpa aí, seu Sheraton!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me intriga muito, muito mesmo, o itinerário do T9. Ao menos, o trecho que me leva do meu bairro para o Moinhos de Vento. Eu já usei a linha várias vezes, e essa semana ainda mais por causa da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;S&lt;/span&gt;emana (agora, com maiúscula!), e continuo com a sensação de que nunca, nunca, nunca, jamais, em tempo algum, como diz o Lula, eu conseguiria decorar o itinerário do T9. Acho que os cobradores não decoraram, o que sobra pra mim, passageira eventual? Já os motoristas acho que contam com um GPS para conseguir. Não tem outra explicação! É muita volta! É muita ruazinha. E o mais enlouquecedor é que ele dá volta, volta e volta, vira à direita, vira à esquerda, vira direita, vira à esquerda e (pasmem) são sempre as MESMAS ruas! Pordeus, cuida as placas e comprove. Ou tu tah entrando ou tu tah saindo da Silva Jardim. Ou tu tah entrando ou tu tah saindo da Artur Rocha. Ou tu tah entrando ou tu tah saindo da Carlos Trein Filho. Só que nisso já se passaram uns 15minutos! A impressão é que ficamos girando! O que me leva a pensar que o meu destino, na verdade, é ao lado da minha casa, basta dar um passo pro lado, e só eu não sei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí que eu estava deixando o salão onde o painel aconteceu nesta noite, me dirigindo ao elevador, entrei no elevador, vi uma pessoa se aproximando, e a luz se fez. Brilhou, como diz uma amiga minha. Entendi, descobri como surgiu a ideia desse... desse... desse... não sei, patético?, não sei... desse "novo" sinal de trânsito que as pessoas podem fazer pra atravessar na faixa de segurança. Sabe? Pá! Estende a mão e vai, como um soldadinho inglês.&lt;br /&gt;Surgiu da seguinte situação: você quer pegar o elevador, tah? Aí vc chega ao hall que dá acesso ao mesmo (tinha de usar "o mesmo" num textinho sobre elevador, claro...) e vê que o mesmo já está partindo, mas tem lugar pra mais gente. Naquele átimo de segundo (átimo? não sei o que é, mas vc entendeu...), você decide que vai pegá-lo, afinal, vc está cheio de coragem aquele dia (ou simpatizou com a turma lá dentro, ou tah atrasado ou simplesmente sem saco de esperar o próximo). Aí vc apressa o passo (olha o soldadinho inglês se apossando do teu corpinho...), apressa o passo e... pá! Estica o braço, estende a mão entre as duas partes da porta do elevador, a fim de evitar que elas se encontrem, e mergulha pra dentro, com segurança. Ufa.&lt;br /&gt;Foi daí que veio esse gesto aí da faixa de segurança. Claro que foi!!!!&lt;br /&gt;Como é a necessidade que faz criar a coisa (olha a relevância aí!), deduzo que sempre tivemos mais receio de mergulhar num elevador que está partindo do que de atravessar uma rua, neh? Tínhamos mais medo de ficar esmagados na porta do mesmo (o elevador!!) do que de atropelamentos... senão, o bracinho esticado&lt;span style="font-style: italic;"&gt; a la&lt;/span&gt; soldadinho inglês teria nascido primeiro nas ruas e não nos halls de elevadores!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem das ruas uma mania esquisitíssima que eu tenho. Não sei de onde surgiu isso, quer dizer, eu sei sim, mas agora não seria irrelevante contar (rsrsr). É o seguinte: eu fico olhando placas de carros, conferindo a numeração delas.&lt;br /&gt;Tá, eu disse que era doido. Às vezes, tonteio tanto quanto quando ("tanto/quanto/quando", bah, nunca pensei que isso pudesse fazer sentido junto) estou no T9. Porque são muitos carros juntos, neh, e eles ficam passando, passando, passando, e eu quero olhar a placa de todos. Pra quê? Ah sim, explico: se eu encontrar uma repetição de números em dezena ou unidade, tipo 9090 ou 3333, significa que alguma coisa que eu estou desejando muito tem boas chances de acontecer ou que alguma coisa muito legal vai acontecer; agora, se eu encontrar a combinação contrária, tipo 0330, ou 2552, significa que não. Então, eu faço um joguinho, pra ver quais tipos de placa vejo mais. Um placar das placas!&lt;br /&gt;Tah, eu sei, é doido... mas eu descobri coisas curiosas nessa brincadeira. Descoberta 1: as pessoas tendem a estacionar seus carros quase sempre nos mesmos lugares em toda a cidade, porque eu já sei onde tem carros em que vou encontrar placas "do bem", então, às vezes eu "roubo" no joguinho rsrsrs. Descoberta 2: as placas "do bem", com números repetidos, tipo 3333, 9090, são mais comuns (aliás, muito comuns!) em carros novos e/ou bacanões. O que me leva a pensar que as pessoas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;escolhem&lt;/span&gt; essa numeração para suas placas. O que leva a pensar que, sim, a repetição de números tem sim um significado especial!&lt;br /&gt;Agora, depois de ler esse post, tenho certeza de que tu vai "olhar diferente" pruma placas dessas quando ver uma. Hahaha... E não teria sido assim que nasceram todas as superstições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a última merda do post é... (não, acho que ainda não é a última) sobre o contador de visitas desse blog. Aquele numerozinho que fica lá embaixo e que diz quantas pessoas passaram por aqui. Não acho que seja um número confiável, mas o programinha me dá outras informações curiosas. Me diz, por exemplo, como as pessoas chegam ao meu bLOg. Além de outros blogs trazerem para cá, há as pesquisas no Google.&lt;br /&gt;Tem muita gente que pesquisa "blog Loraine Luz", ou seja, tem gente me procurando!!! Ou procurando os meus pensamentos - o que pode ser bem diferente. Mas tem outras pesquisas que levam a postagens específicas, fazendo delas "as mais mais". Aí, é meio engraçado o resultado. Um dos post que mais aparece é &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2007/02/falta-de-assunto-no-banheiro.html"&gt;este&lt;/a&gt;. As pessoas pesquisam muito sobre como eliminar as mosquinhas de banheiro!!! hahahah  Eu respondo: limpe o ralo! Outro bastante "pop" é &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/o-dia-em-que-minha-amiga-me-comeu.html"&gt;este aqui.&lt;/a&gt; Porque tem muita gente pesquisando coisas como "fulano me comeu de quatro", tipo isso. Nessa linha, tem &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/vagina-gisele-e-eu.html"&gt;esse aqui&lt;/a&gt; também, porque a galera vai no Google em busca de vaginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso eu pensei em escrever aqui enquanto vinha embora pra casa dentro de um giratório T9. Não sei se foi culpa do ônibus, que me tonteou no seu louco itinerário, mas a ideia era apenas escrever irrelevâncias. Mas acho que foi culpa da palestra do cara esse... culpa das ideias, da estimulação. Aliás, belo painel. Adorei o cara.&lt;br /&gt;Mas sério: ouvir as pessoas, ouvir histórias reais, e não papinho furado, gera energia. Me deu um gás meio incontrolável de pensamentos... ainda que aparentemente inúteis e irrelevantes. Ou não, vai saber... No meio de um monte de merda pode vir uma pérola... olha os radicais livres...&lt;br /&gt;Por isso que eu digo: a gente tem de dizer o que sabe, o que aprendeu, o que sente, contar, compartilhar. Isso gera movimento, onda, estímulo, mesmo que viremos todos radicais livres sem remuneração.&lt;br /&gt;Aliás (putz, escrevi de novo essa porra do aliás), o cara da palestra essa falou de um esquema de estimulação que ele criou na agência dele: tem as equipes alfa, beta, gama... estimula os alfa, até que os beta são impactados, estimulados, e a energia chega nos gama, e assim vai... Saltos quânticos, tah ligado? (isso ele não disse, eu pensei). Assim que nasce uma grande ideia, a BIG IDEA, tema da palestra dele. Mas, claro, tem de ter relevância. Os radicais livres não são pagos para terem ideias relevantes, mas podem vir a tê-las, a relevância está neles mesmos. Eles são o chão de fábrica, entendeu? É ali que tudo pode começar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relevante é algo que é verdade.&lt;br /&gt;O que é verdade não morre. Se desdobra, cresce, se multiplica, evolui, permite conexões. Mentira tem um fim em si mesma - porque, se avançar, quanto mais "evoluir", mais frágil fica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, essa é uma pergunta relevante de se fazer: o que é relevante na vida? Teu emprego é relevante? Teu carro é relevante? Teu pai, tua mãe, teus irmãos são relevantes? Teus amigos são? Todos? Jura? Teu namorado/namorada é relevante?&lt;br /&gt;Ou são apenas circunstanciais, estão aí porque, sei lá, aconteceram e é conveniente, e conveniência não é crime? Tipo... preferir encher o campo de volante a arriscar um terceiro atacante.&lt;br /&gt;Se a resposta não tiver muita convicção, a porção radical livre da gente se levanta e berra: tu é um cagalhão!!! Eu sempre que ouço um "tu é uma cagalhona!!" da minha porção radical livre, bah, eu não consigo dormir até fazer alguma coisa. Mas podemos fazer de conta que não ouvimos, claro, sempre podemos.&lt;br /&gt;Pronto, essa é a merda final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei lá, acho que termino a maior parte dos meus post de um modo meio chato, moralista. Não é bem isso, mas tipo isso... Vc pode achar isso também, se agarrar a essa impressão, até porque ela é conveniente, e fechar os olhos para o que eu quis dizer. Fazer de conta, fazer de conta, fazer de conta... No geral, o resultado do que se escreve depende do que o leitor decidir.&lt;br /&gt;E pra tudo nesse mundo, boa vontade é sempre bem-vinda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4624638958460175336?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4624638958460175336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4624638958460175336' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4624638958460175336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4624638958460175336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/11/um-post-radical-livre.html' title='Um post &quot;Radical livre&quot;'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-9087295135995231687</id><published>2009-11-10T18:13:00.011-02:00</published><updated>2009-11-11T16:05:53.307-02:00</updated><title type='text'>O brownie do Goethe</title><content type='html'>Gosto bastante de cobrir a Semana ARP da Comunicação. O tema me agrada: tendências em comunicação, o para-onde-vamos quando queremos comunicar com eficiência uma ideia, um conceito, num mundo tão cheio de estímulos e de pessoas ora desatentas demais, ora criterioras e exigentes demais.&lt;br /&gt;Por mais que a gente saiba que, na vida real, a teoria é... só teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo tardes e noites no bairro Moinhos de Vento, onde os painéis acontecem, principalmente no simpático Instituto Goethe (ah, essa minha simpatia genuína e gratuita pela Alemanha!). O Goethe é o lugar em que o aluno chega, passa no bar, pega uma cerveja e sobe para a sala de aula. Ou será que estou imaginando coisas? Juro que já vi essa cena lá.&lt;br /&gt;(parêntese: a Uniban aprovaria??!?!? hehe fecha o parêntese)&lt;br /&gt;Aliás (mais parênteses...), o bar do Goethe é uma delícia. Do ambiente a tudo o que tu consumir lá, do chopp ao café expresso. Sugiro um brownie que é criação do bar mesmo. Um bolinho com açúcar mascavo e um quadradinho de chocolate no centro. Eles aquecem um pouquinho no microondas e o chocolate molinho faz a diferença. Se preferir algo salgado, sugiro as empanadas, claro.&lt;br /&gt;Por que não vou mais vezes ao bar do Goethe? Não sei... ah, sim: porque minha vida quase não passa pelo Moinhos de Vento... hmmm, que saco essa nossa mania de frequentar só os lugares por onde passamos pela frente cotidianamente...&lt;br /&gt;Aliás... sobre o Moinhos de Vento... depois de uma semana por lá, acho que preciso passar umas duas tardes na Voluntários da Pátria ou na Azenha. Como contraponto. Sabe como é... muito Moinhos de Vento na cabeça a gente perde a noção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, mas o que ia dizer aqui é que uma das primeiras palestras que assisti me lembrou um assunto sobre o qual pensei em escrever uma vez.&lt;br /&gt;O palestrante, diretor de uma agência de publicidade bambambam aí, veio falar sobre integração. Na agência dele, tudo foge do convencional. Pra começar, eles trabalham numa casa, com piscina, sala de estar, churrasqueira... as pessoas se espalham por lá, ficam onde querem ficar. Não raro as coisas são solucionadas durante um churrasco improvisado no final da tarde - daqueles assim, de última hora: vai ali compra carne, carvão, cerveja e era isso. E se quiserem tomar um banho de piscina enquanto pensam algum projeto que tomem... Como uma casa de verdade, tem até um gato que eles adotaram.&lt;br /&gt;Não tem hierarquia de "empresa", nem pinta de escritório. E ele falou isso: que nos cartões de visita deles, os cargos são denominações bem vagas mesmo, porque isso é o que menos importa. O que vale é o que tu é afim de fazer. Então, uma hora tu vai acabar naturalmente "chefe" de um colega num projeto, que poderá ser teu "chefe" num outro projeto... As hierarquias são flutuantes, porque elas realmente não interessam, Interessa é tu colaborar com o teu melhor praquele negócio sair melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a implosão, o esfarelamento das convenções vazias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí eu lembrei do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tratamento de Choque&lt;/span&gt;, com o Jack Nicholson e o Adam Sandler. Quando o personagem do Sandler vai pra primeira sessão com o psiquiatra vivido pelo Nicholson, o médico pergunta para ele: "quem é você?"&lt;br /&gt;O Sandler dá várias respostas, muitas delas nós daríamos, tipo dizer a profissão, tipo dizer de quem é filho, onde nasceu, tipo dizer o cargo que ocupa... Para todas as respostas, o Nicholson rebatia: "Não, eu perguntei quem você é."&lt;br /&gt;Nada servia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a gente nem sempre precisa de um psiquiatra doidão como o Nicholson para ver essa pergunta piscando no espelho do banheiro logo que a gente acorda de manhã (se é que a gente conseguiu dormir...). Eu quero dizer que "as coisas da vida" (da vida vivida mesmo) te colocam a pergunta: ei, quem é você? Se tudo te for tirado, o que fica?&lt;br /&gt;O que é que fica? Qual a origem de tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí lembrei também que recentemente duas coisas meio que implodiram com a minha profissão - se levar em conta o modelo convencional de profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Me refiro à reforma ortográfica, sem que nem pra quê. De uma hora para outra, quem sabia escrever não sabia mais e quem nunca soube passou a acertar sem querer ou se dar conta. Resultado: não existe mais jeito certo de escrever.&lt;br /&gt;2) O fim da obrigatoriedade do diploma para ser jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São mudanças relevantes, mas que na prática não tiveram nenhum ou quase nenhum impacto na minha vida. E tinham tudo para provocar, né? Houve um implosão total, sim, mas reveladora do que era fake e do que era real.&lt;br /&gt;Ao implodir, ao ir pros ares o que era convenção, ficou só o que importa: eu gosto de escrever. A origem de tudo. E ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo implodir, se tudo "te tirarem" (se tiraram não era teu...), fica só o que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa é o que você sabe fazer e o que você gosta de fazer - duas coisas que, aliás, não têm de estar separadas e que juntas dão boas pistas de quem somos. Melhor: de quem viemos ser nesse mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses são os "novos cargos" dos "novos empregos" do mundo. É um pouco do que o cara disse na palestra: os melhores trabalhos/resultados estão nas mãos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;pes-so-as&lt;/span&gt; (e é elas que estão sendo "contratadas", é para elas que existem "empregos"). Capacitadas, com cursos disso e daquilo, sim, mas antes de tudo pessoas inteiras, e isso quer dizer que a emoção, a subjetividade, as sutilezas, as imperfeições, a bagagem pessoal, o teu jeito só teu, enfim, todo o kit de que somos compostos pode (e deve) estar junto. Porque é o que faz diferença. Porque é o nosso melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o quadradinho de chocolate amolecido no centro do bolinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na publicidade/propaganda, fazer a diferença é o desafio (será que o brownie tah vendendo bem?). Mas será só na publicidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, nesse exato momento, assisto a um painel em que a ARP discute o fim ou não do Salão da Propaganda e do Anuário... O troço virou um "elefante-branco", sem relevância - palavras deles, ali no palco. Ou seja, tá implodindo, esfarelando.&lt;br /&gt;Nessa fase, há tensão... apegos... ansiedades... discussões acaloradas... Parece que não há saída (já são quase duas horas de falação...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas logo, logo, eles vão descobrir o que fica. O que é. O que importa. O que vale.&lt;br /&gt;Porque quando tudo desmorona, fica só o que é.&lt;br /&gt;Claro que da missa não sei nem a metade, mas a impressão que tenho é que eles criaram um troço muito legal, que é a Semana da Comunicação, e em vez de valorizar isso estão olhando pro peso-morto do Salão...&lt;br /&gt;Tipo assim... lembra do programa do Silvio Santos em que as pessoas entravam numa cápsula onde não ouviam nada e tinham de dizer sim ou não quando uma luz vermelha acendia dentro da cabine? Aí o Silvio Santos perguntava: "Vc troca um carro zero por um par de meias sujas?", e o cara dentro da cápsula, surdo: "Siiiiiiiiiiiimmmmm".&lt;br /&gt;A ARP tah dentro dessa cápsula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-9087295135995231687?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/9087295135995231687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=9087295135995231687' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/9087295135995231687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/9087295135995231687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/11/o-brownie-do-goethe.html' title='O brownie do Goethe'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6517107580251911790</id><published>2009-11-02T18:04:00.002-02:00</published><updated>2009-11-02T19:02:13.662-02:00</updated><title type='text'>Irevir</title><content type='html'>Foi na quinta-feira, véspera da abertura da feira do livro, que eu cruzei a Praça da Alfândega e aquele monte de árvore, aquele monte de jacarandás tão roxos - muito mais roxos do que o roxo poderia ser - me protegeram do calor que fazia. Tudo praticamente pronto para a feira, barraquinhas recebendo livros, o vaivém de quem organizava tudo, a promessa de movimento, de comunhão de ideias, de energia mental.&lt;br /&gt;Cruzei a praça devagar, vendo as pessoas que tomavam café no Margs, o atendente com o cardápio na mão me sorriu, ali na frente uma equipe de TV preparava uma matéria, logo ao lado passei pelo Santander, que recebe parte da Bienal, depois a banca de revista lotada de publicações - como as pessoas têm o que dizer neh?&lt;br /&gt;E segui por entre os carros, lotações, motos, táxi... e pessoas, pessoas, pessoas. Ali na frente, a praça Montevidéu (marco zero da cidade?) em frente à "prefeitura velha", a fonte majestosa e muitos pombos, pombos, pombos... no largo Glênio Peres, uma tenda gigante abrigava um "festival de flores".&lt;br /&gt;Desafiando o calor, entrei e, entre as estandes de flores, um casal mambembe se apresentava. Usava uma bicicleta de uma roda só, como de circo, a moça grávida. Pensei na vida que levavam, trabalhando ali, naquele forno. O que aquilo poderia ter a ver com flores? As palhaçadas no palco não eram tão divertidas assim, mas o senhor com jeito de morador de rua sorria o seu sorriso sem dentes. São sempre eles, os moradores de rua, que se divertem com as encenações de rua, já notou? Eles não tem nada a perder, é isso. Estão relaxados... a maioria de nós assiste a coisas desse tipo valorizando demais o nosso próprio divertimento. A moradora de rua, com jeito de "fugi da pinel", dança sozinha a música q sai da vitrolinha do tio, logo em seguida, quando saio da tenda, confirmando o que eu disse. Parece muito feliz, nem aí para quem passa, nem aí para seu vestido transparente.&lt;br /&gt;Bem perto, uma vendedora tem suco de morango "natural" a 1,20... não sei não... e morangos foram naturais algum dia? E aqueles ali perfurados por um palito, envoltos no chocolate, resistem ao calor?&lt;br /&gt;Então já estou dentro daquele-mundo-Mercado Público... O entra-e-sai, a mistura de ofertas, de rostos, cheiros, corpos e sons... Ali fora, o que fazem aquelas pessoas sentadas nas mesinhas de bar? Quem pode com um cachorro quente daquele tamanho sob um sol desses? O tio que fuma sozinho numa mesa na sombra parece capaz de passar o dia inteiro ali, a criança que empurra pra longe a mamadeira oferecida pela mãe cheia de sacolas. A negra gorda que espreme os seios fartos dentro de uma blusa de tecido brilhante e escasso sorri a boca vermelha para algo que o homem ao seu lado diz. Bebem cerveja Antartica no meio da tarde. O mendigo encostado na porta da padaria fala alguma besteira ou pede algum trocado, não entendo, duas meninas esticam o braço interrompendo quem vem ou vai oferecendo folhetos de uma operadora que não são pegos por ninguém... o garçom vestido de garçom como se noite fosse anota mais um pedido enquanto quatro mulheres berram para que ele vá atendê-las.&lt;br /&gt;A caminho do ônibus, juro que pensei: Porto Alegre é muito legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aí eu fui pra Florianópolis, e aqueles morros todos, aquele verde, aquele mar, aquelas praias... e, putz, eu pensei: Porto Alegre não é tão legal assim. Podia ser melhor. Mas também é verdade que, por uma questão de estilo mesmo, Floripa deixa a desejar culturalmente. Ah, sim, estereótipos, eu sei... vai ver os catarinas não têm o cérebro tão devagar assim... ok, e aí dá para dizer que Porto Alegre também não e tão desprovida assim de verdes, morros... afinal, e o badalado pôr-do-sol?&lt;br /&gt;Mas te convence? Não. Questão de estilo de cidade.&lt;br /&gt;O fato é que uma hora o morro-e-mar cansa e a gente quer um pouco de cérebro. E é verdade também que uma hora muito cérebro enche o saco e a gente quer um pouco de morro-e-mar. Então, tem de ir e vir. Não sei se de Porto Alegre pra Floripa, e vice-versa, mas com certeza de um lugar pra outro, seja quais forem.&lt;br /&gt;Ir e vir.&lt;br /&gt;Ir e vir.&lt;br /&gt;Ire vir.&lt;br /&gt;Ir evir.&lt;br /&gt;Irevir. A melhor cidade pra morar é Irevir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6517107580251911790?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6517107580251911790/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6517107580251911790' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6517107580251911790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6517107580251911790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/11/irevir.html' title='Irevir'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2017215014181294458</id><published>2009-10-28T08:42:00.003-02:00</published><updated>2009-10-28T09:12:35.576-02:00</updated><title type='text'>Fontes</title><content type='html'>Foi o que eu escrevi no &lt;a href="http://loraineluz.wordpress.com/"&gt;loraineluz.wordpress.com&lt;/a&gt;, que anda tão abandonado, nem contei mais lá o que estou fazendo "no mundo dos adultos que trabalham, produzem etc etc etc", mas enfim eu disse lá: o jornalismo me salvou de uma vida medíocre (no sentido de rasa, pobre).&lt;br /&gt;Nem sempre é prazeroso, nem sempre é fácil, nem sempre tô afim, mas é fato que minha profissão me coloca em contato com o conhecimento de gente com diversas outras profissões/outras experiências de vida. São minhas fontes para escrever sobre tudo - pretensamente sobre tudo, eu sei, é o risco, fazer o quê.&lt;br /&gt;E porque o jornalismo "te obriga" a ir lá, perguntar, pensar, perguntar de novo, refletir, entender para poder passar adiante, por causa disso eu gozo.&lt;br /&gt;ops!&lt;br /&gt;ahaha, era só para te acordar, leitor querido. Presta atenção, pô, o papo é sério.&lt;br /&gt;Quero dizer que tenho enorme prazer ao deparar com uma fonte que sabe muito e, generosamente, me conta o que sabe a respeito daquele tema. Puxa, ela confiou em mim!&lt;br /&gt;Talvez, em alguma medida, esteja aí a atração que toda essa parafernália blog-twitter-msn-facebook exerça sobre as pessoas: compartilhar o que se sabe, o que se vive, e ficar sempre com esse gostinho bom de que estamos aprendendo/somando/avançando. Juntos.&lt;br /&gt;Bom, voltando...  E, como aconteceu comigo esses dias, sempre que um jornalista depara com uma "fonte fodona", ele sabe que tem pela frente um desafio: fazer um texto à altura dela. E aí, vc pode imaginar: frio na barriga, cara pra bater, horas na frente da tela ou do papel em branco até ter certeza de que "ei!, já sei!, é por aqui!" e se atirar naquele puf de novas ideias e conhecimento ainda fervilhando dentro de ti.&lt;br /&gt;Gozo, gozo... De doido, mas é. Gozo é gozo, não importa por onde neh? (ooooooopa!)&lt;br /&gt;Ah, claro, tem fonte que não rende, aí quem escreve vira meio mágico, sei lá... texto-cumpridor, sem tesão.&lt;br /&gt;Mas talvez seja mais do que uma fonte boa, com bom conhecimento. Sim, é mais. Porque tem fonte que sabe mas não diz muito, não confia, sei lá, não rola a sintonia, sabe? Então, do contrário, quando a conexão existe, por N motivos, nesse caso então a fonte é um catalisador. Ela te puxa, te sacode. Te desafia.&lt;br /&gt;Como tudo, se for pensar. Nos treinos, por exemplo: você se "puxa" mais quando quem treina junto é melhor do que você. Ou, se você é melhor em algo, é claro que exerce uma influência sobre os demais. Essa interação entre as pessoas explica muita coisa, inclusive o fato de a roda girar, o mundo ir pra frente. Em meio a pessoas com pensamentos e atitudes bacanas, daqui a pouco você está contaminada (o contrário, "pessoas cloud", é verdadeiro também).  E assim vamos todos, meio embolados, ajudando e sendo ajudados, só pela presença.&lt;br /&gt;Mas é preciso estar presente, de fato. Em corpo e vibração, fisica e - sei lah - espiritualmente. Não? (quando a fonte diz o que vc, pessoalmente, estava precisando ouvir e aquilo ali serve para a tua vida, bah, daí eu acho que foi um presente da vida sim).&lt;br /&gt;Não?&lt;br /&gt;Hm, talvez sim, talvez não.&lt;br /&gt;Não ter explicação para tudo - por mais fontes que se consulte - também faz parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2017215014181294458?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2017215014181294458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2017215014181294458' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2017215014181294458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2017215014181294458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/10/fontes.html' title='Fontes'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8849420067460395163</id><published>2009-10-22T17:52:00.004-02:00</published><updated>2009-10-22T18:32:44.386-02:00</updated><title type='text'>Darwin avisou</title><content type='html'>Quem, quem, quem já viu a kombi da Bienal com coqueiro plantado dentro? Eu já, eu já.&lt;br /&gt;E quem se entende no site da 7ª Bienal? deusdocéu... aquilo é em si uma instalação pós-moderna... Ainda existe essa palavra? Onde fica a pós-modernidade? Ah, começou já? Quando? Ah, tah, sim, já terminou, aham, ops, passou... puuuuuutaqueopariu... nem vi. E agora?&lt;br /&gt;Sempre que eu via a linha aquela que as profes de História desenhavam no quadro, eu me angustiava. Sabe a linha aquela? Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna, Idade Contemporânea.... porque estava claro pra mim que os nomes dados tinham chegado ao seu limite... não havia mais nomes a dar aos períodos (por isso caímos no prefixo... pós... todo prefixo é um caminho sem volta). E isso era mais do que um problema etimológico! Era filosófico! Estavam decretando o fim da linha. Ah, a História... sempre me angustiou essa disciplina na escola... porque eu sabia, eu tinha certeza, eu sentia, que não tinham me contado tudo, não teria tempo nem como. E todo professor, por melhor que fosse (e tive muitos bons, eu os amava), todo professor de História é meio loser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do treino de natação, vem da aula de hidroginástica uma música antiguinha do Cidade Negra: A Estrada. A parte que caiu no meu ouvido foi bem essa:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Você não sabe o quanto eu caminhei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Pra chegar até aqui&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Percorri milhas e milhas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Antes de dormir, eu não cochilei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Os mais belos montes escalei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Nas noites escuras de frio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Chorei ei ei ei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Ei ei ei ei ei ei ei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Lembrou? Adivinha o que pensei? Dica já dada: EU ESTAVA TREINANDO. Adivinhou? Aiê, que devagar vc é... tah, vou dizer... Eu pensei que essa música podia ser a Melô da Corrida de Aventura!&lt;br /&gt;Melô.. ainda existe esse termo? Nossa, agora me puxei. Melô, de melodia, morô? Parei no tempo... não é pós-moderno esse termo. Mas corrida de aventura é bem pós-moderno neh?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem, quem, quem já viu o finlandês no T7? Eu já, eu já. Não, ele não é da Bienal. Vejo ele bem antes disso: uma figura que chama atenção, ruivo, cabelos longos, cara de sei lah... húngaro. Na real, ele não é finlandês, ele é brasileiro mesmo, nasceu na Amazônia!, com pais finlandeses. Por isso ele fala finlandês. No ônibus. Ele sempre dá um jeito de falar no celular no ônibus pra que as pessoas percebam ele falando numa língua estranha. Põe estranha nisso! Tanto que parece japonês. Por isso o guri atrás de mim perguntou:&lt;br /&gt;- É japonês?&lt;br /&gt;E o finlandês:&lt;br /&gt;- Hein?&lt;br /&gt;Daí o guri-atrás-de-mim achou que ele não falava português.&lt;br /&gt;- Do you speak japanese?&lt;br /&gt;O finlandês (ah, tah, eu sei que já disse que ele não é finlandês, é brasileiro... tah, tah) disse que não.&lt;br /&gt;Aí entra uns barulhos, não consigo ouvir o que falam, em inglês, mas quero saber que diabo de língua é aquela! Eis que daqui um pouco o finlandês fala:&lt;br /&gt;- Eu falo português!&lt;br /&gt;O guri-atrás-de-mim, aliviado:&lt;br /&gt;- Ah taaaahhh.&lt;br /&gt;Foi a partir daí que eu soube que ele nasceu na Amazônia e os pais são finlandeses etc etc O que faz ele em POA? Sei eu! Aí o guri-atrás-de-mim desceu do T7 e, não deu alguns minutos, adivinha o que aconteceu? Vai, adivinha, tchê! Mas tu tah devagar hoje... Aconteceu que... o finlandês (tah, eu sei que ele é brasileiro!!!).. o finlandês começou a... FALAR NO CELULAR em finlandês, claro.&lt;br /&gt;Um finlandês que nasceu na Amazônia andando no T7 em POA é pós-moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ônibus são ambientes bem ricos. Por isso, mesmo que eu compre um carro, vou continuar andando de ônibus. Porque eu adoro ouvir histórias. Tem as dos guris de skate que vêm dos arredores do Anchieta - eles todos têm cara de guri-dos-arredores-do-Anchieta (o colégio). Com seus skates, eles saem da Nilo pro Marinha. Então pego o T7 direto com eles. As histórias deles são sempre muito boas. Tão cheias de gírias (?) ou termos "vazios", tipo interjeições (que dizem tudo!), que até parece finlandês! hehehe exagerei. Adoro os guris na adolescência. Era um prazer conversar com eles quando eu reporteava pro Zerou, na ZH. Eles são melhores do que as gurias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a grande história está sempre por ser contada. E a maior e mais importante delas, em qualquer língua, segue uma única regra, como já disseram/dizem e sempre dirão os artistas: seja corajoso o suficiente para viver com o coração. Vai doer, vai ser difícil, mas eis os que sobreviverão: os que viveram com o coração. É fato, não escaparemos. Será como uma nova seleção de espécies. Darwin avisou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8849420067460395163?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8849420067460395163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8849420067460395163' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8849420067460395163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8849420067460395163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/10/darwin-avisou.html' title='Darwin avisou'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7701230515514768947</id><published>2009-10-19T16:13:00.004-02:00</published><updated>2009-10-19T17:23:39.566-02:00</updated><title type='text'>Umbigo</title><content type='html'>O pilates e a yoga nos apresentam o transverso do abdomen. Na real, a gente conhece ele há tempo, apenas "faz que nunca viu", rsrsrs... : o transverso do abdomen é o que nos permite "puxar a barriga", encolher - pra entrar dentro de uma calça, fechar o zíper, lembrou?&lt;br /&gt;Então, acho que o mais correto seria dizer que o pilates e a yoga nos apresentam &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;a força&lt;/span&gt; do transverso do abdomen. Todos os exercícios ou posições passam, de alguma forma, pela contração desse cinturão - evidenciada na expiração.&lt;br /&gt;No pilates, especificamente, o momento de aplicação da força, da ação do movimento ocorre durante a expiração. O que quer a instrutora? Que a gente contraia o transverso, torne-o mais forte. Mas é mais do que isso. Eu acho.&lt;br /&gt;Acabei me dando conta de que a força, o movimento... a ação em si é mais força, é mais movimento (consciência), é mais ação exatamente porque o transverso foi contraído. Hmm. Esse transverso... sei não... tem algo de especial ali. Experimenta. Qualquer coisa que você faça no momento que expira, ou seja, quando contrai o cinturão - qualquer coisa, eu disse - ,  será feita com mais intensidade, mais potência. Parece que tua vitalidade se acomoda na ponta de uma flecha e acerta o alvo.&lt;br /&gt;Algumas linhas de massagem também se baseiam na força vital de nosso "centro". Dizem que o massageador deve se posicionar de modo a, ritmicamente, irradiar sua força sobre o outro a partir do seu abdomen. Não só cansa menos membros superiores como também, de fato, transfere para o massageado uma energia mais potente e limpa.&lt;br /&gt;Hmm.&lt;br /&gt;Com uma amiga fisioterapeuta eu também falava sobre isso esses dias. A rigor, os exercícios que visam a corrigir ou fortalecer áreas do corpo não parecem ter mudado muito ao longo dos anos. O que mudou é a consciência com que os fazemos. E para fazer com consciência, fazemos mais lentamente. E, fazendo mais lentamente, acionamos músculos mais profundos. E quem é o grande aliado (porque associado à respiração também... uma coisa leva à outra) nisso tudo? O transverso do abdomen. Mantê-lo contraído durante a série é o desafio e a chave de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a meditação, a queridinha do momento? Quer meditar? Respira (ó, o transverso novamente).&lt;br /&gt;Pois é... então... nossa consciência está na barriga! No transverso, e não na mente.&lt;br /&gt;Qi, Chi, Ki, Prana... em chinês, japonês ou hindu, energia = respiração. Tudo transverso do abdomen. Nossa usina de força - em músculos e intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que, quando me dizem "pensa em Jesus" ou "pensa em Deus", eu penso no meu umbigo. Deus mora ali.&lt;br /&gt;É por isso que penduramos piercings no umbigo, para enfeitar o altar.&lt;br /&gt;É por isso que é furadinho - foi o dedinho de Deus.&lt;br /&gt;É por isso que os bebês ficam ali.&lt;br /&gt;É por isso que o João Penca &amp;amp; Seus Miquinhos Amestrados cantavam nos anos 80: "Eu vou choraaaaar / Lágrimas de crocodilo / Vou inundar o seu umbigooooo"&lt;br /&gt;É por isso que é bom deitar a cabeça no colo/barriga de alguém e ganhar cafuné.&lt;br /&gt;É por isso que é bom beijo de umbigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Correções sobre o post anterior:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1) Mizuno é com um Z só.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;2) Meu contador nem é tão Sr dos Anéis assim. Exagerei um pouco. É como dizem por aí: se a versão é melhor que a realidade, publica a versão! E deixa a verdade pros filósofos e pro Caco Barcellos e seu pretensioso Profissão Repórter. (brincadeirinha...). Mas ó: depois da confusão, ele (o contador, não o Caco) me recebeu assim "Tu tá braba comigo?". Hahaha, tive de rir. Do bem, ele.  No fundo, é isso que vale: gente do bem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7701230515514768947?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7701230515514768947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7701230515514768947' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7701230515514768947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7701230515514768947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/10/umbigo.html' title='Umbigo'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2142324950820353837</id><published>2009-10-09T17:49:00.005-03:00</published><updated>2009-10-09T20:26:15.023-03:00</updated><title type='text'>É o fluxo</title><content type='html'>Aí vai um texto longo (fato). Mas divertido (expectativa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "meu" contador seria fácil, fácil um personagem de O Senhor dos Anéis. Figurante, que fosse. Careca, com cabelos - completamente brancos - apenas do alto da orelhas para baixo. Longos fios que alcançam os ombros.&lt;br /&gt;Mas longas mesmo são as mãos dele. Enormes, desproporcionais. E olha que ele é grande também, mas as mãos são grandes até para ele mesmo. E, meio gigante, se debruça sobre o computador - máquina "moderna" que destoa no ambiente onde ele dá expediente. Me dá nos nervos entrar lá. É como se tivesse viajado no tempo. Em que momento entrei na máquina do dr Brown? &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(De Volta para o Futuro).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O problema são as caixinhas-arquivo de papelão. São muitas, por todos os lados. E os arquivos pretos, e as pastas pretas, e aquele monte de formulário, minha nossa. E aí ele vem com umas palavras... daquelas que sobrevivem/resistem apenas no assombrado mundo da burocracia: boletos, certidões negativas, requerimento, vias, socooooorro. Até os emails dele parecem vir de algum lugar do passado: ele escreve como se fosse carta, sabe?, abre parágrafo, espaçamento pra início de frase...&lt;br /&gt;Toda vez que vou lá, ele repete as mesmas coisas, numa paciência impaciente. É que ele já viu que eu não "registro" as informações e sempre vou perguntar tudo de novo, a cada mês, a cada nova necessidade nesse mundo freelancer. Então, ele suspira fundo, pousa aqueles dois boings que ele usa como mãos sobre a mesa e me explica com ar de "eu-sei-o-que-tô-fazendo". Explica mesmo, até o que eu já sei (que é pouco), me tirando pra tonta mesmo. hahahah.&lt;br /&gt;Explica aí, tio, porque realmente não vou guardar espaço no meu HD para informações contábeis, ah, não vou messssssxxxmo.&lt;br /&gt;Fazer minha declaração de imposto de renda sozinha é o meu limite de independência. Limite, aliás, que estou revendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje o Senhor dos Anéis (ou seria o Senhor das Caixas-arquivo de Papelão?) se superou. Não é nada demais, apenas mais um "capítulo" de uma semana meio truncada em termos de "burocracias" e também porque foi engraçado o constrangimento dele. Me garantiu, com aquele ar "eu-sei-o-que-tô-fazendo", que tinha na mão um documento de que preciso e, quando o motoboy chegou lá para pegar, ele não achou! Não achou!!!&lt;br /&gt;... é muita caixinha-arquivo de papelão, tchê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a coisa tá trancada mesmo desde o início da semana. E é interessante perceber o fluxo reprimido e se dar conta de que só resta esperar. Afinal, não tenho muito o que fazer, apenas ir fazendo o que dá, tranca lá, vai por ali, tenta depois, o que precisa ser feito terá de ser feito e não adianta espernear. (bem que eu queria ter essa consciência pra tudo na vida).&lt;br /&gt;Outro exemplo engraçado: tenho uma dúvida aparentemente simples, ligo prum banco aí, e começa o labirinto. Vão me passando de pessoa pra pessoa, até que... cai a ligação. Uhu. Ótimo. hahah... Deixo pro dia seguinte, porque preciso ver outras coisas. No dia seguinte, aparentemente encontro a pessoa que vai me tirar a dúvida, mas... o ramal dela está ocupado. Bem ocupado...  infinitamente ocupado. O que a Loraine-esperta pensa? Ah, quem sabe mudo UM dígito no final do número e cai bem do ladinho dessa pessoa, no ramal vizinho?&lt;br /&gt;Belíssima ideia, hein?&lt;br /&gt;Pimba. Deu certo. Tá tocando. E alguém atendeu! E é uma moça simpática, apesar de o início da ligação ter tido um barulho entranho, o que me fez não ouvir seu nome e sua "apresentação" do tipo "banco tal". Mas ok. Explico a situação, ela me dá TODAS as informações, a coisa parece que está resolvida, ufa, eu só tinha mais essa tarde pra resolver o problema. Basta eu ligar prum 0800 e o cara vai me orientar pra fazer o negócio via Internet. Beleza!&lt;br /&gt;Horas depois, lá vou eu: 0800 pipipi, popopó e.... o 0800 é de OUTRO BANCO!!! Caracas! Putaqueopariu. Quando mudei aquele dígito pra tentar acertar o ramal vizinho do cara com quem eu devia falar, acabei ligando PRA OUTRO BANCO. I-na-cre-di-tá-vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o fluxo... não adianta, tem de respeitar quando não é pra ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem trabalha em redação de jornal tem de respeitar o fluxo... lembrei dessa agora. O fluxo é o seguinte: são trocentas páginas para ficarem prontas e chegarem ao industrial, pra impressão, rotativa, o escambau. Bom, a primeira edição do jornal fecha pelas 21h. Não adianta que as páginas cheguem todas juntas para serem compostas às 20h55min. Então, tem o fluxo: uma ordem de "idas" de página, ou seja, um pouquinho de pgs até tal hora, outro pouquinho de pgs até x hora e assim vai.&lt;br /&gt;Tem uma hora, no entanto, todas as noites de fechamento, que respeitar o fluxo vira um desafio, uma gincana. É o deadline chegando, e as palavras sumindo da mente!!! Bafo-na-nuca. E tudo fica registrado numa planilha: no outro dia, no final do mês e do ano, todos saberemos QUEM ATRASOU O FLUXO! Crime.&lt;br /&gt;Ai, todos são enfileirados no centro da redação e os demais ficam jogando bolinha de papel neles. Ops, brincadeira. É bem pior que isso. Hahaha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, eu acho que sinto saudade da redação... fico escrevendo sobre o jornal... Mas não, não sinto não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o grande problema da semana é outro. "Problemaço" ;)&lt;br /&gt;Sou madrinha de um casamento e não queria usar longo. E parece que vou ter de usar. Ó, céus, ó, vida... e agora, quem poderá me salvar?&lt;br /&gt;Por que madrinhas não podem usar vestido normal? Eu não disse curto, eu disse NORMAL? Já tinha até comprado um. Nem estava procurando, procuraaaando, mas ele me achou. Porque acontece isso: você está distraída numa loja, olha pro lado e pimba, aquele vestido é teu, tah escrito, não adianta reprimir o fluxo. Foi assim. E, pra combinar (?) com ele, salto vermelho! Hmm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Give a &lt;/span&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;Girl&lt;/em&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; the right &lt;/span&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;shoes&lt;/em&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; and she can conquer the &lt;/span&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;world&lt;/em&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;" - &lt;/span&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;Bette Midler&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menos, menos, Bette. Não quero conquistar o mundo (nããão???). Embora um salto vermelho tenha seu valor, por uma noite que seja, sou muito mais um par de Mizzuno ou de Asics.&lt;br /&gt;Não dá pra conquistar o mundo de tênis, não?&lt;br /&gt;Se bem que, a rigor, (pé no chão, Loraine!), conquistar o mundo eu posso deixar pra depois. O que tô precisando agora é achar o documento que o contador perdeu. Ou tô precisando mudar de contador, neh?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2142324950820353837?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2142324950820353837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2142324950820353837' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2142324950820353837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2142324950820353837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/10/e-o-fluxo.html' title='É o fluxo'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2095690169972402267</id><published>2009-10-08T17:01:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T21:01:15.626-03:00</updated><title type='text'>Da série...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... "não tô boa hoje":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;quando a pessoa vem e diz 'eu fiz o meu melhor', tah na cara que ela não fez neh?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... "peraí um pouquinho":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;quem imaginou que uma simples prova para avaliar estudantes se transformaria num problema de segurança nacional? Tem 'treta' no Enem, ah, tem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... "ah, o jornalismo":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;um minuto depois de o JN apresentar uma matéria sobre Rio 2016, ufanista, vibrante, algo megalomaníaca, vem uma matéria mostrando o caos, a selvageria e a falta de controle numa estação de trem em Nilópolis (RJ) quando os passageiros não conseguiram entrar no vagão (e hoje teve mais confusão, em outras estações).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... "vai que tu tah bem":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;do Uol Saúde: venda de antidepressivos aumenta mais de 40% em quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... " aaaaah... tahhhh... ufa":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a Nasa minimizou as possibilidades de um asteroide de 269,74 metros de diâmetro colidir com o planeta Terra em 2036.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;... "te dando a real":&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;sobrou assunto, faltou ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fiz o meu melhor por hoje nesse bLOg.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2095690169972402267?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2095690169972402267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2095690169972402267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2095690169972402267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2095690169972402267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/10/da-serie.html' title='Da série...'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-330618774152623563</id><published>2009-09-24T22:11:00.005-03:00</published><updated>2009-09-24T23:13:34.890-03:00</updated><title type='text'>Meu Sonho</title><content type='html'>Me sinto especialmente livre com uma mochila nas costas.&lt;br /&gt;E, se eu já treinei, já comi e tenho alguma ideia borbulhando em mim, essa sensação se desdobra, cresce como se tivesse fermento e acho até que me sinto mais alta. ;)&lt;br /&gt;Saio por aí, sem pressa. Foi assim que parei na melhor mesa do Tortas do Parque, ali na esquina da José Bonifácio com a Vieira de Castro. Queria um café. Ganhei um na moka.&lt;br /&gt;Nem esperava passar por ali, nem lembrava que o Tortas do Parque existia, nem cogitava acertar a melhor mesa e a melhor hora para sentar na melhor mesa.&lt;br /&gt;De costas para a parede, no nível superior, ao lado da escadinha, de frente pra porta, cujos marcos recortam a esquina, Redenção lá no fundo, o verde das árvores em primeiro plano e, entre os galhos delas, o sol encaixado no canto direito. Ele entra devagar, na tarde que já avança para o começo do fim, iluminando mesa, moka e xícara, neste que parece, enfim, o primeiro dia real de primavera. Aroma de café no ambiente e música agradável.&lt;br /&gt;Pensei em várias pessoas que podiam estar ali comigo, compartilhando o visual, os aromas e as sensações. Não, não me senti sozinha. Pelo contrário. Ao pensar nessas pessoas, lembrei da Loraine que sou com cada uma delas e me senti muito bem acompanhada - por mim mesma. Se eu disser que, nesse momento, enchi meus olhos d'água vai parecer muito juca?&lt;br /&gt;Eu não me importo de ser juca. Emoção tem uma força sutil nada juca. E eu respeito muito as sutilezas.&lt;br /&gt;Na rádio, começa a tocar uma música nova do Paralamas do Sucesso. Boa demais. Que eu tenho adorado ouvir. Acho que foi um sinal do bem.&lt;br /&gt;Escuta ela &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://osparalamas.uol.com.br/faixa/meu-sonho"&gt;aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mochila nas costas, mais ideias, lá vou eu. O primeiro dia real de primavera ainda é meio frio e o café quentinho me conforta até a próxima parada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-330618774152623563?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/330618774152623563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=330618774152623563' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/330618774152623563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/330618774152623563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/09/meu-sonho.html' title='Meu Sonho'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6022107718490727084</id><published>2009-09-17T22:33:00.006-03:00</published><updated>2009-09-17T23:29:10.184-03:00</updated><title type='text'>Ããããrrããã...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SrLuMMBqFSI/AAAAAAAAAM8/shz_UsKA1UQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 102px; height: 141px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SrLuMMBqFSI/AAAAAAAAAM8/shz_UsKA1UQ/s200/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382626397815182626" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dependendo do caso, até triste é. O seguinte: não sei as coisas que esqueci.&lt;br /&gt;As coisas que efetivamente esqueci não tenho como saber. Porque esqueci. Lógico.&lt;br /&gt;Afinal, se eu souber que esqueci uma coisa, ela então não foi completamente esquecida, certo? Que nome damos a esse tipo de esquecimento: tão completo que nem sabemos que existe, que ocorreu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa, que seqüela, Loraine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salão de beleza. Tem cada uma lá...&lt;br /&gt;Esses dias me diverti com a bandeja de esmaltes de uma manicure. Por causa do nome dos esmaltes. "Inveja boa". "Santa gula". "Preguicinha". "Toque de ira".&lt;br /&gt;Aí, descobri que se trata, veja só, de uma coleção inspirada nos 7 pecados capitais. Lançada este ano!&lt;br /&gt;Aaaaaaaaaah, taaaaaahhhh.&lt;br /&gt;Ããããrrããã...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Toque de ira" é bom, neh? Deve ser para quem tem garras, tipo o Wolverine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(eu lembrei agora de uma marca de sabão em pó cujos tipos diferentes de perfume prometem "autoconfiança", "bom humor", tipo isso sabe?... Ããããrrããã...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, nos salões, o que eu estranho mesmo é a drenagem linfática. Ok, entendo qual a lógica do negócio... mas vamos combinar que é sutileza demais, neh? Beira o esotérico.&lt;br /&gt;Ah, não? Funciona mesmo?&lt;br /&gt;Ããããrrããã...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6022107718490727084?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6022107718490727084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6022107718490727084' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6022107718490727084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6022107718490727084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/09/aaaarraaa.html' title='Ããããrrããã...'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SrLuMMBqFSI/AAAAAAAAAM8/shz_UsKA1UQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5732747879472899995</id><published>2009-09-16T16:04:00.004-03:00</published><updated>2009-09-16T19:55:05.874-03:00</updated><title type='text'>Briga boa</title><content type='html'>O dia da gente, a vida da gente precisa de edição. Como se faz no jornalismo.&lt;br /&gt;Afinal, cavoca aqui, busca um dado ali, recebe outros trocentos, conversa com um, com dois, com três, pesquisa lá e, daqui a pouco, tem de parar. É preciso parar. Pra editar.&lt;br /&gt;A vida precisa de edição.&lt;br /&gt;Tem gente que é ótimo repórter. Cavoca muito bem, mas para por aí. Tem gente que pega isso que o repórter conseguiu, edita e transforma em obra de arte. (e tem quem estrague tudo também). No jornalismo, é assim.&lt;br /&gt;E tem quem é ótimo repórter e ótimo editor também. Seres mais difíceis de se encontrar, esses - no jornalismo e na vida, suponho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais o repórter e o editor se darem bem, melhor. E o se dar bem tem componentes de "raiva" e de "adoração", tem a dualidade, na medida saudável. É uma "briga boa", honesta, aberta. Uma briga boa é quando os agentes envolvidos "rolam" (pelo chão, aos tapas que seja, rsrsrs) na mesma direção. Há respeito e há um propósito maior, ninguém quer ir pro sul enquanto o outro teima com o norte - vaidades domadas, entende?&lt;br /&gt;Esse tipo de briga, sim, tem grandes chances de transformar um assunto em obra de arte.&lt;br /&gt;Eu quero "brigas boas" assim pra minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5732747879472899995?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5732747879472899995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5732747879472899995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5732747879472899995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5732747879472899995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/09/briga-boa.html' title='Briga boa'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8998991737187942652</id><published>2009-09-01T17:36:00.007-03:00</published><updated>2009-09-02T12:32:41.943-03:00</updated><title type='text'>Fora do ar</title><content type='html'>Gmail fora do ar. Então, vim pra cá. (O dia em que o Google implodir estarei perdida.)&lt;br /&gt;Tenho trabalho por fazer, mas em vez de "brigar" com o imprevisto, aproveito para fazer outra coisa. Janelas de ócio. Só assim damos espaço ao novo, ao não pensado. E à surpresa, evidentemente.&lt;br /&gt;É a segunda vez que isso acontece hoje - e sou grata pela reincidência e mais ainda pela percepção "em tempo real" de ambas as ocorrências. É a segunda vez que tento "cumprir" o programado e algo, alheio a mim, me impede. Na primeira vez hoje, foi nos treinos. Em vez de forçar fazer e seguir a agenda determinada por mim, relaxei. E descobri três coisas legais enquanto deixei o tempo passar até chegar a hora certa. (as coisas legais ficam em segredo ;))&lt;br /&gt;Depois, quando o imprevisto se desfez, ainda fiz um treino muito legal (traduzindo "treino muito legal" = nadei que saí com os braços doendo; pedalei até escangalhar as coxas, sacou?).&lt;br /&gt;Agora, impedida pelo Google de trabalhar, o que será que vai acontecer nesses minutos/horas de ócio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em breve, a chuva vai cair. Gosto muito de chuva. Alivia a atmosfera. Como um choro faz na nossa própria e íntima atmosfera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho surtos de encantamento ou de estranhamento por palavras. Sei lá o que acontece com a minha cabeça, mas de tempos em tempos "cismo" com uma palavra, como se eu nunca tivesse parado para vê-la exatamente como é.&lt;br /&gt;Alivia é uma que eu estranho nesse exato momento. A-li-vi-a. Que troço esquisito.&lt;br /&gt;Esses dias foi com a palavra túnel. Olha bem, TÚNEL. Únel. Tú. Olha bem. Te parece normal?&lt;br /&gt;Poucas palavras se livram de provocar estranhamento quando são escritas em tamanho máximo, em letras garrafais, como a gente diz. Experimenta. Quanto maior tu escrever uma palavra, mais estranha ela fica. E, tenho certeza, vai te embaralhar. Tu vai duvidar se é com S ou com SS ou com Ç, tipo assim. Comecei a notar isso na redação, quando a gente ia editar páginas na máquina "paginadora". Na hora do título. Quanto maior a fonte, mais dúvida na hora de escrever a palavra. Coisa de louco.&lt;br /&gt;Não, minto! A mais remota lembrança desse embaralhamento mental por conta do gigantismo de uma letra/fonte aconteceu na escola. Sim, quando fui ao quadro-negro fazer um exercício que a professora pediu... Sei lá, acho que era 4ª ou 5ª série... No quadro-negro, a gente escreve com letras maiores... E lembro que errei não o exercício mas a ortografia de uma palavra. Por conta do tamanho da letra, tenho certeza. Escrever grande me atrapalhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre fui ótima aluna. Então, eu lembro de todos os erros que cometi. Porque foram poucos. Doença, claro, ser CDF. Não tenho a menor dúvida. Falo com conhecimento de causa. Lembro que uma vez meu boletim veio com 10 em todas as disciplinas, exceto educação física, que tirei 9. Aquilo acabou comigo... Logo educação física!!!&lt;br /&gt;Muito louca, eu era.&lt;br /&gt;Por isso que, se um dia um filho ou filha minha me mostrar um boletim parecido com os meus, eu vou precisar ter uma conversa séria com ele(a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo sempre pela frente de uma loja chamada Criativa. Ali na Protásio Alves, esquina com a ruelinha que vai virar Goethe, juntinho do viaduto. Bem, ela me chama atenção porque seu letreiro é muito tosco. Aí eu vejo aquilo e penso: uma loja com um letreiro desses tem alguma chance de ser o que promete no seu nome?&lt;br /&gt;Claro que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em loja, eu lembrava esses dias de um trabalho que fiz no primeiro semestre do curso de Jornalismo. Primeiro semestre! Século passado, e eu lembro. Era sobre as lojas Americanas. A professora pediu que adaptássemos todo um texto escrito por um "pensador em comunicação" de modo que o raciocínio estivesse falando das lojas Americanas. Juro. E pior que fazia sentido!&lt;br /&gt;Não era à toa que as Americanas estavam em um dos pontos de entrada do shopping, "obrigando" os consumidores a passar por ali inadvertidamente. E, nesse "por acaso", acabar comprando uma coisinha - porque as Americanas vende coisinhas, neh?, inofensivas... Também não era à toa que estava posicionada em uma das entradas do shopping porque assim serviria de chamariz para o consumidor C/D/E, mais identificado com o jeito de ser da loja. Ele vai lá nas Americanas e, quando vê, já está no shopping... e quem sabe... "comemos alguma coisinha?". Entendeu a maldade? Enfim, coisa de curso de Comunicação em universidade pública, coisa de Fabico, sempre pronta a elocubrar contra o Sistema. Ah, esse Sistema manipulador!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu lembrei disso tudo porque seguido eu tento sair do shopping cruzando as Americanas. E é bizarro! Já aconteceu com você, tenho certeza. Aqueles corredores estreitos, cheios de guloseimas... não adianta pensar muito, não importa o corredor que tu escolher, fatalmente terá alguém impedindo a passagem. E vira um labirinto! Eu me desespero. Eu só quero sair!!!&lt;br /&gt;E quando tem data festiva-comercial, tipo páscoa? Os ovos aqueles dependurados, te obrigando a se agachar, quase caindo no teu colo, "me leva, me leva", parecem aliens.&lt;br /&gt;E na entrada, com aqueles DVDs a 9,99? Quando o Michael Jackson morreu, eu não aguentava mais... todo dia eu via Thriller de relance. Não entendi por que não atacaram de Belchior há alguns dias.. hehehe&lt;br /&gt;Meudeus... Mas o pior mesmo são aqueles guris e gurias que ficam querendo te dar um brinde se tu tiver o cartão x ou y. É muita sacanagem abordar as pessoas e oferecer brinde de revista velha!! Sim, a revista é TRI velha, pior que aquelas de consultório médico. Fim da várzea.&lt;br /&gt;Falando em várzea...&lt;br /&gt;Mas tem uma coisa que tem sido legal ao sair das Americanas (ufa, quando finalmente você consegue). É que estão reformando o shopping... Aí, tem uns tapumes verdes que fazem um pequeno corredor até a rua. Corredor iluminado!! Então, quando passo ali, me sinto tipo assim jogador de futebol vindo no túnel, vindo, vindo, vindo e... bum! aquela massa toda de torcedores, o estádio lotado. Uuuuuuuuuuu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez meu pai me disse que eu era muito crítica (eu guardo muitas frases ditas por meu pai... ah, se os pais e mães soubessem o poder que têm sobre os filhos neh? mas isso é tema para outro post).&lt;br /&gt;Mas eu sou mesmo crítica, muito - comigo também, não pense que é só com você ou com a loja que se acha Criativa ou com as Americanas. Mas também sou muito condescendente em outros momentos. Vai entender...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o Gmail já voltou? Já posso voltar pra casinha? hehe&lt;br /&gt;Meu bLOg me tira do ar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8998991737187942652?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8998991737187942652/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8998991737187942652' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8998991737187942652'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8998991737187942652'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/09/fora-do-ar.html' title='Fora do ar'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-97587303457779010</id><published>2009-08-30T19:10:00.004-03:00</published><updated>2009-08-30T19:32:31.300-03:00</updated><title type='text'>Eles não são parecidos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Spr8fiAjFBI/AAAAAAAAAM0/GxThikdmKaw/s1600-h/images-2.jpeg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 122px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Spr8fiAjFBI/AAAAAAAAAM0/GxThikdmKaw/s200/images-2.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375886723855356946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Spr8fB1mNoI/AAAAAAAAAMs/bL28WNPGKvE/s1600-h/images-1.jpeg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 121px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Spr8fB1mNoI/AAAAAAAAAMs/bL28WNPGKvE/s200/images-1.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375886715219490434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Osho e o Osama Bin Laden. Ou o Osama e o Osho, sei lá, me perdi agora de que lado tá um e o outro.&lt;br /&gt;Parecidos, não são?&lt;br /&gt;E de certa forma teve (ou tem) quem "seguiu" o Osama como se ele fosse um mestre.&lt;br /&gt;E de certa forma também o mestre Osho faz explodir, por abaixo algumas torres (as nossas, internas).&lt;br /&gt;Sei lá.&lt;br /&gt;Ok, admito: esse bLOg podia seguir seu rumo sem esta postagem. Foi mal aí.&lt;br /&gt;Até porque eles não são parecidos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-97587303457779010?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/97587303457779010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=97587303457779010' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/97587303457779010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/97587303457779010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/eles-nao-sao-parecidos.html' title='Eles não são parecidos?'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Spr8fiAjFBI/AAAAAAAAAM0/GxThikdmKaw/s72-c/images-2.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5312159023713246766</id><published>2009-08-24T17:02:00.002-03:00</published><updated>2009-08-24T17:08:42.544-03:00</updated><title type='text'>Arrepios</title><content type='html'>Dia desses, quando ventava muito em Porto Alegre, pensei:&lt;br /&gt;"... e o vento levou... Mas e quando ele não leva?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí que hoje, numa daquelas poesias coladas nos vidros dos ônibus, eu li algo como isso:&lt;br /&gt;"... a intensidade dos ventos é medida pela vontade de ficar".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uau.&lt;br /&gt;Arrepiei. Arrepiou aí? Foi o vento...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5312159023713246766?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5312159023713246766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5312159023713246766' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5312159023713246766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5312159023713246766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/arrepios.html' title='Arrepios'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4215761964746496128</id><published>2009-08-19T10:57:00.004-03:00</published><updated>2009-08-19T13:05:17.379-03:00</updated><title type='text'>Astros, moda e a Era da Nuvem</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SowgtEzoRDI/AAAAAAAAAMk/RbZegG-SRDc/s1600-h/caixa-de-pandora1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 164px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SowgtEzoRDI/AAAAAAAAAMk/RbZegG-SRDc/s200/caixa-de-pandora1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371704414302651442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Gosto de astrologia. Gosto de pensar que algo está acima da nossa razão, no invisível. Temas do tipo atiçam minha curiosidade. Gosto de pensar que somos sim influenciados pelos planetas e pelo Universo tal como são todos os animais e plantas, ventos e oceanos...&lt;br /&gt;Mas, claro, muita gente ri dessa minha tendência "mística" (acreditar no invisível/abstrato é muito pisciano; eu sou de Peixes!).&lt;br /&gt;Há preconceito e há, claro, lucidez também - afinal, não podemos decidir nossa vida pela previsão do horóscopo, claro que não. Astrólogos sérios dizem justamente isso: o que importa é o que o teu psiquismo faz com as informações e tendências referentes ao teu signo. E aí, se formos abrir o baú do psiquismo e seus mitos... já viu, né?! Caixa de Pandora total... Muita calma nessa hora.&lt;br /&gt;Então, seriamente ou apenas por incontrolável curiosidade, leio tudo o que passa pela minha frente sobre astrologia - dos textos mais debochados aos mais sensíveis e analíticos. Na categoria "amenidades indolores", cliquei num que relacionava o ascendente à Moda. O meu é Libra, vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 0); font-weight: bold;"&gt;Ascendente Libra&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Sua &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;noção de valores e equilíbrio&lt;/span&gt; saberá dosar com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;justiça&lt;/span&gt; os hippies chiques em casaco curto de lã e as eco-bags feitos dos tecidos naturais e orgânicos.Você é a cenógrafa de seu próprio estilo. Cinto de couro dourado trançado com fivela num&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; vestido fluido&lt;/span&gt; em cetim de seda preto. Eleja como partners as cores azul e turquesa laminados e às vezes o verde e o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;rosa flúos&lt;/span&gt;. O metal estanho ou ferro aplicados por safira, tanto para anéis como para brincos, marcará sua elegância. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Notas de pêssego, alface e aipo com fundos adstringentes&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;para todos os homens virarem vegetarianos.&lt;/span&gt; Sandália de couro e strass para festas em volta de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;piscinas fosforescentes&lt;/span&gt;. A maquiagem com design egípcio poderá torná-la &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a ancestral de Nefertiti&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hein???&lt;br /&gt;Olha bem as palavras destacadas... Depois é a astrologia que é abstrata?!?! Que é maluquice?!?! Moda é pura viagem, que o digam os desfiles do Ronaldo Fraga... Só que ninguém torce o nariz para alguém que acredita/vive da moda neh? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou curioso com o teu ascendente? Divirta-se &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://lofficielbrasil.uol.com.br/lifestyle/astromoda_5_ceu_da_semana_horoscopo.html"&gt;Aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uns sete anos mais ou menos, tive uma ideia maluca de pauta que sugeri ao editor de Cultura do jornal em que eu trabalhava. Meu amigo, simpatizante de ideias malucas, artista que é, o Edu topou e me disse: "tenta fazer". Eu tentei. As fontes que procurei não entenderam a pauta e não toparam...&lt;br /&gt;As coisas têm seu tempo mesmo. Se elas podem ser pensadas/sonhadas, elas podem existir, é o que eu acho. Só que... cada coisa no seu tempo.&lt;br /&gt;(porque a rigor o tempo não existe, é uma convenção, ou seja, uma invenção também neh? A gente só precisa lembrar disso... As coisas pensadas já existem; só precisamos de tempo pra enxergá-las, já que apenas sentir parece não bastar.)&lt;br /&gt;Na semana passada, diante da capa da revista Veja de 12 agosto, não é que vi, finalmente, algo muito, muito próximo da minha ideia?!? Minha ideia finalmente está se materializando! O que eu quis fazer na época era mais ou menos o seguinte: representar graficamente (e livremente) o que é a internet, a rede mundial de conexões. Como ela seria desenhada? Como seria "seu mapa"? Sua topografia? Sua imagem? Uma foto da internet. Como ela é?&lt;br /&gt;Busquei alguns profissionais de áreas diversas e os convidei para esse desafio. Não era fácil mesmo. Acho que, na época, foi mais ou menos como pedir para um homem das cavernas desenhar o que seria o Espaço/o Universo. Um dia o homem se fez essa pergunta. Com certeza, a imagem que temos de espaço/universo pode não ser a real, mas se tenta desenhar, mostrar, topografá-lo. Por que não poderíamos fazer isso com a internet? Essa era a minha pauta.&lt;br /&gt;Na Veja da semana passada, o tema de capa era "O Big Bang da Internet - A computação em nuvem é o embrião da inteligência coletiva que fará a verdadeira revolução digital".&lt;br /&gt;As páginas da revista não só mostram algo muito perto da minha ideia de pauta como também justificam a dificuldade de executá-la enfrentada pelas fontes que procurei. Segundo a reportagem, a rede é uma nuvem. (!!!!)&lt;br /&gt;"Nuvem"?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"A nuvem é um espaço de processamento e armazenamento de dados que não depende de nenhuma máquina específica para existir"&lt;/span&gt;, diz o texto.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HEIN?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E lá pelas tantas o texto diz coisas como:&lt;br /&gt;"...&lt;span style="font-style: italic;"&gt; dentro de 10 anos, estarão conectados à rede 7 trilhões de computadores, celulares, geladeiras, mas também aviões, carros, torradeiras, aspiradores de pó, torneiras, interruptores de luz, as próprias lâmpadas..&lt;/span&gt;." .... "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Com o barateamento dos chips e a disseminação da cobertura sem fio, poderão estar conectados à internet cada animal doméstico e o seu dono, cada pé de sapato ou tênis... também músculos cardíacos ou o cérebro das pessoas...&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;HEIN?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... a Veja não tem horóscopo, mas publica uma matéria dessas. Não estou duvidando da Era da Nuvem não... Pelo contrário! Ela é a prova de que parecemos caminhar ao encontro do que até então parecia invisível, abstrato, absurdo, impalpável, ficção científica... místico...&lt;br /&gt;Cada coisa a seu tempo.&lt;br /&gt;Se precisamos ver para crer, que seja... Qual a "Era" mais maluca, a de Aquário ou a da Nuvem?&lt;br /&gt;Tecnologia é pura Era de Aquário (ops!, hahaha, foi só uma provocaçãozinha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://veja.abril.com.br/"&gt;Clicando aqui&lt;/a&gt;, indo em acervo digital, dá para achar a revista da Big Bang e ler a reportagem. Boa viagem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4215761964746496128?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4215761964746496128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4215761964746496128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4215761964746496128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4215761964746496128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/astros-moda-e-era-da-nuvem.html' title='Astros, moda e a Era da Nuvem'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SowgtEzoRDI/AAAAAAAAAMk/RbZegG-SRDc/s72-c/caixa-de-pandora1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-705381215156660630</id><published>2009-08-16T06:22:00.005-03:00</published><updated>2009-08-16T07:00:48.801-03:00</updated><title type='text'>Cotidiano</title><content type='html'>Tem o trabalho 1, o trabalho 2, o trabalho 3 e talvez aquele 4. Tem os treinos. Tem as viagens em função do trabalho 1 e do trabalho 2. Tem o curso 1 e o curso 2. Tem o ir-e-vir, o supermercado no meio do caminho, a casa pra cuidar, e o corpo também: a vontade de dormir, o comer bem e descansar. Tem um cinema aqui, um livro ali. Tem os amigos. Tem as trocentas outras coisas que surgem sem previsão no meio disso tudo.&lt;br /&gt;E o dia termina.&lt;br /&gt;É bem sutil a diferença entre achar que estamos guiando nossa vida e estarmos, na realidade, sendo guiados por ela. Se deixar, a vida decide pela gente. Uma viagem, um emprego que surge, um filho, uma acomodadinha e pum, já era. Já senti isso bem perto e sei como é.&lt;br /&gt;Mas com base no que decidimos? No que?&lt;br /&gt;A única coisa de que tenho certeza é que a decisão "certa" (q pode parecer "errada" para os outros) nos enche de vida. Nos ilumina. Nos deixa leve. Por mais "absurda" que ela pareça. E que a decisão "errada" faz o contrário: nos encolhe, nos apaga, nos pesa, apodrece algo na gente - por mais que ela venha carregada de argumentos, vontades, fatos e evidências.&lt;br /&gt;Simples. Só que não se ilumina ou se apodrece antes de decidir. Só depois.&lt;br /&gt;Que possamos todos contar com a intuição. Ela existe. Quando ela vem, é cabal: você não duvida, nem olha para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo dia eu só penso&lt;br /&gt;Em poder parar&lt;br /&gt;Meio-dia eu só penso&lt;br /&gt;Em dizer não&lt;br /&gt;Depois penso na vida&lt;br /&gt;Pra levar&lt;br /&gt;E me calo com a boca&lt;br /&gt;De feijão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;Estou pensando em ter carro de novo. Mas minha ideia é meio maluca. Queria uma espécie de cooperativa. Não preciso de um carro só para mim. Queria dividi-lo, na alegria (pela comodidade e praticidade) e na tristeza (compra, manutenção, combustível, impostos). Pouca gente entende minhas ideias. E os que entendem não topam. O problema deve estar comigo mesmo. Mas de onde as pessoas tiram que precisam de um carro só para elas? Por que parece normal para elas engarrafar o trânsito todo dia, sentadas gordas atrás do volante, SOZINHAS?!?! Um carro inteiro vazio!!! Por que as pessoas acham que precisam de dois ou TRÊS carros?!?! Tem construtora fazendo prédio com garagem para isso tudo e propagandeando isso como se fosse a coisa mais normal do mundo!!!&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;O que faz as pessoas acharem que elas têm um carro? Elas não têm. É só uma impressão. Pensa bem: seguro, impostos, multas... Quem tem o carro é a seguradora. Você paga ela e ela te empresta o carro. Ainda assim, para andar na rua, o governo, o mundo precisa te deixar: pague de novo. Não contente, vc compra um carro feito para andar bem com 100km/h e há um código de trânsito que te diz para andar na tabaí-canoas a 80km/h. Não vou nem falar na cidade... que não se consegue passar de 40km...  E aí? Vc acha que tem um carro mesmo?&lt;br /&gt;Viva as bikes!!! Viva os ônibus!!! Viva o T7!!!&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;Sei lah. Eu sou maluca, então. Me deixem.&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;Que nem a ideia de fazer um site para caronas em Porto Alegre. Eu queria fazer. Não tem. Ou nunca achei... Conversei com um cara que faz sites... Ele até achou legal a ideia, mas perguntou: " por que as pessoas se cadastrariam para oferecer carona no caminho que elas cumprem SOZINHAS TODOS os dias?".&lt;br /&gt;Ah, pois é... Por q?&lt;br /&gt;Se eu preciso explicar isso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-705381215156660630?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/705381215156660630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=705381215156660630' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/705381215156660630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/705381215156660630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/cotidiano.html' title='Cotidiano'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1122024781166234589</id><published>2009-08-09T13:41:00.003-03:00</published><updated>2009-08-09T14:35:07.855-03:00</updated><title type='text'>"Tem cartão Bom Clube?"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sn8Ih6gHOQI/AAAAAAAAAMc/iwiBojXPjk0/s1600-h/20090120112428livro_300.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 135px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sn8Ih6gHOQI/AAAAAAAAAMc/iwiBojXPjk0/s200/20090120112428livro_300.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368018659581573378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já perguntei pra uma delas, as caixas do supermercado Nacional, quantas vezes por dia elas dizem isso: "Tem cartão Bom Clube?".&lt;br /&gt;Não foi bem uma pergunta, foi quase uma afirmação, um pensar alto, identificado com a loucura que deve ser ter de dizer a mesma coisa a cada um dos clientes que passam por ali.&lt;br /&gt;A moça entortou a boca para um lado, jogou os olhos pra cima e, suspirando, largou algo como "nem me fala...".&lt;br /&gt;Lembrei disso ao descobrir a existência desse livro, escrito por uma ex-caixa de supermercado francesa: Les tribulations d'une caissière.&lt;br /&gt;(Muito francês um livro sobre isso neh? hehe)&lt;br /&gt;O livro fala do tratamento dispensado pelos clientes... Desrespeito, humilhação, mas também boas histórias de amizade e gentileza. Segundo o relato da Anna Sam, a autora, ela repetia mais de 200 vezes por dia cada uma dessas 3 frases:&lt;br /&gt;"vc tem um cartão de fidelidade?"&lt;br /&gt;"vc pode retirar o seu cartão, por favor?"&lt;br /&gt;"obrigada, tenha um bom dia."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro foi sucesso na França. E em 2009 chegou a outros 10 países.&lt;br /&gt;Será que, aqui no Brasil, vão vender no súper? Naquelas prateleiras que a gente fica olhando enquanto espera a vez no caixa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos trabalhos/empregos - talvez todos - que rendem histórias, livros... Ok, todos, mas alguns são mais livros do que outros...&lt;br /&gt;Cobrador de ônibus, manobrista, vigilante noturno, operador de pedágio, eletricista de semáforo, taxista, bilheteiro de cinema, caixa de banco, frentista, garçom, caixa de Correios, atendente de lavanderia... nossa, muita coisa.&lt;br /&gt;Cada profissão/trabalho/função acaba por definir a janela pela qual a gente assiste o mundo/a vida, neh?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem decide dividir isso, num blog ou num livro, está dando o ladinho na janela, convidando os outros a enxergar o mundo/a vida por outra perspectiva. E quem lê, aceita o convite, percebe que a sua própria perspectiva não é a única, talvez nem melhor, nem pior.&lt;br /&gt;Dividir o que vivemos/sentimos é abrir janelas para arejar o pensamento. O nosso e o dos outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1122024781166234589?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1122024781166234589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1122024781166234589' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1122024781166234589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1122024781166234589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/tem-cartao-bom-clube.html' title='&quot;Tem cartão Bom Clube?&quot;'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sn8Ih6gHOQI/AAAAAAAAAMc/iwiBojXPjk0/s72-c/20090120112428livro_300.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6955444779814560782</id><published>2009-08-04T19:17:00.003-03:00</published><updated>2009-08-04T19:48:36.498-03:00</updated><title type='text'>"Cuidei melhor dos personagens do que de mim"</title><content type='html'>Já tinha visto ele falar sobre isso em uma entrevista para o Jô Soares. E fiquei surpresa com a revelação. Esses dias, "viajando" numa livraria, sem estar procurando nada específico (o "olhar vagabundo", como diz o Rubem Alves), dei de cara com ele novamente, falando sobre a mesma coisa, na Revista Bravo. Selton Mello teve depressão.&lt;br /&gt;Depressão é, evidentemente, uma merda. E uma merda que as pessoas, a maioria delas, insistem em jogar pra debaixo do tapete. Lidar com os humores dos outros é mesmo difícil, mas fazer de conta que está tudo bem, quando não está, só faz a merda ser mais merda. Me espanta as pessoas dependerem de um exame de laboratório ou do diagnóstico de uma doença "mais normal" para acreditarem que algo não vai bem. Enfim...&lt;br /&gt;Fiquei surpresa porque o Selton está, por mim, associado a bons /excelentes trabalhos - quando a pessoa faz sucesso, a gente tende a achar que ela está feliz/realizada. Sim, eu sei: não tem nada a ver, aliás não faltam histórias para provar o contrário! Mas o Selton?!?!? Até tu, Selton?! Foi mais por aí a minha surpresa.&lt;br /&gt;Enfim, ele fala de angústia, fala de cansaço, o emocional, o pior deles. Conta que a pior fase foi nas filmagens do Jean Charles, o que pra mim faz muito sentido: reviver aquela história não podia ser mesmo algo muito "up", energeticamente falando... Ainda mais para um ator, para quem o instrumento de trabalho é a sensibilidade.&lt;br /&gt;Quem já foi no seu limite e viu que precisava mudar vai se identificar com o que ele conta.&lt;br /&gt;A entrevista está &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://bravonline.abril.com.br/conteudo/cinema/cuidei-melhor-personagens-mim-480680.shtml"&gt;aqui (clica!)&lt;/a&gt;. Tem frases ótimas. A começar pelo título da entrevista: "Cuidei melhor dos personagens do que de mim".&lt;br /&gt;... Será que é preciso ser ator para cometer esse erro?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6955444779814560782?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6955444779814560782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6955444779814560782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6955444779814560782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6955444779814560782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/08/cuidei-melhor-dos-personagens-do-que-de.html' title='&quot;Cuidei melhor dos personagens do que de mim&quot;'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4025532681582528797</id><published>2009-07-31T22:18:00.004-03:00</published><updated>2009-07-31T23:10:55.109-03:00</updated><title type='text'>Onde nós, leitores, estamos?</title><content type='html'>Enquanto estou online, trabalhando, quero saber a todo momento "o que está rolando no mundo". Para isso, tenho acessado tanto (ou mais) a página do twitter quanto a dos portais de jornais impressos. Talvez, na maioria das vezes, acesse primeiro o twitter. Por quê? Porque me interessa primeiro o MEU mundo. E no final desse texto acho que vai dar para entender o que quero dizer com esse "meu".&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Jornal impresso mesmo, só abro quando encontro um exemplar dando sopa em cima de algum balcão. E o folheio mais para passar o tempo. Corro os olhos pelas notícias e, frequentemente, duas impressões se instalam em mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Sensação de ler notícia velha. E não é sensação não: eu realmente já tinha ouvido falar daquilo, já tinha lido em algum site no dia anterior.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) sensação de ler notícia inútil. E não é sensação não: a maioria dos textos que ocupam páginas e páginas parece atender a uma cartilha de interesses oficialesca, de uma vida antiga (nem que seja a vida de ontem, porque tudo aquilo eu já li/vi/ouvi, como disse no item acima), uma vida que não "soma". Oficialesca no sentido de que o jornal frequentemente ignora ou subestima o que tem de mais ordinário na vida das pessoas para tratar do que julga o "mundo sério". E é um erro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;(Erro que alguns jornais acham que evitam ao abrir espaço para contar histórias de pessoas comuns, mas questiono isso. Porque, para isso, dependem do talento e da sensibilidade do repórter, algo nem sempre garantido. Não raro, também, acontece de a história da pessoa ser ajustada ao modo de ser daquela publicação e não contrário, o que, evidentemente, põe quase tudo a perder). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não há nada mais interessante - e eu diria, também, útil, e aí vc precisa rever seu conceito de utilidade - do que a vida ordinária e comezinha das pessoas. Nós queremos saber isso. Viver é interagir com iguais e sempre será. Desejamos a identificação. "Mundo sério" nos ajuda a fazer redação pra vestibular, a ter papo em rodinhas de festas chatas... mas não nos faz sorrir, não responde dúvidas existenciais, não faz diferença lá no nosso íntimo. Ou seja: o que realmente importa na vida da gente é tão particular que é quase impossível os jornais impressos corresponderem. Precisamos achar nossa turma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses dias ouvi um médico reclamar que soube muito em cima da hora sobre um espetáculo de dança que gostaria de assistir. Ele se perguntava: "onde está a informação? Leio os jornais e não sabia disso". Sua indagação me fez pensar de outra forma: onde nós, leitores, estamos?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É muito provável que a notícia do show estivesse mesmo nos jornais que ele lê, mas não com o destaque que o apreço/o gosto dele exigia. O jornal falou com ele, mas não do modo que ele esperava, logo, a notícia não foi "achada". É natural: como os jornais impressos, que falam a milhares, poderão atender aos gostos de todas as pessoas, dando destaque ao que é peculiar a cada uma delas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, os grandes jornais ficam com o "mundo sério". O inócuo e asséptico mundo das notícias "importantes". Sim, importantes, necessárias. Para todos. E porque para todos, sem distinção, não são importantes em especial para mim. Não me tocam especialmente. Não me preenchem. De certa forma, os jornais impressos parecem nos dizer todo dia que nossos anseios mais pessoais e íntimos não são importantes. Quase nos convencem de que somos bobos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As plataformas colaborativas online (twitter, blogs, sites de relacionamento) acenaram justamente com o contrário. Primeiro porque têm genuinamente a informalidade, o ar coloquial e a leveza sempre bem-vinda de não nos exigir como leitores. Seremos se quisermos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No twitter, nos blogs, nos sites pessoais... quem buscamos? Os meus, aqueles que leio, provavelmente são diferentes dos seus. O que há em comum entre a minha lista e a sua? Isso: a montamos baseados em nossos anseios mais pessoais e íntimos. Seguimos AMIGOS no twitter. Ou acessamos sites e sites pessoais de gente ou instituições com as quais nos identificamos. Há interesse mútuo entre quem escreve/dá a informação e quem a recebe. E esses papéis se alternam. A relação é horizontal, e não vertical. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, respondendo àquela pergunta "onde nós, leitores, estamos?", estamos com quem gostamos, cada vez mais. Com quem temos vínculos reais, intimidade, cumplicidade. E ser leitor não é isso? Ler é intimidade e cumplicidade sim. Estamos usando o tempo com quem confiamos. Estamos onde nos sentimos entendidos, acolhidos, com quem admiramos e respeitamos - e com quem podemos interagir em tempo real e receber uma resposta que não vai passar pelo setor de atendimento ao cliente/leitor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O médico de quem falei nesse texto, ele soube por meio de amigos sobre o espetáculo que queria ver. Foi numa roda de amigos. Mas poderia ter sido no twitter ou numa frase de MSN. O twitter, a lista de blogs ou sites que acessamos todos os dias, com a regularidade antes dedicada aos jornais (que diriam nossos avôs e pais...), são isso: nossa roda de amigos online.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, eu escrevi o MEU lá no início desse texto: "... quero saber o que está rolando no MEU mundo". Cada vez mais, a imprensa "oficial" parece uma realidade paralela que pode até me interessar, mas não me é essencial.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso... nos Estados Unidos, centenários jornais impressos deixam de circular, afetados pela recessão e pela queda no número de leitores e de anunciantes. E é um cenário curioso... Lembro de ter lido que um jornal discutiu seu fechamento com os funcionários em uma grande e conturbada assembléia em tempo real pelo... twitter! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por aqui, para citar um exemplo local desse cenário complexo, Zero Hora inaugura nova rotativa ao mesmo tempo em que investe em blogs cada vez mais segmentados, em twitter, em facebook. Imagino a ordem expressa da diretoria de Redação para que todos os repórteres "sigam" no twitter suas fontes costumeiras...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso, acaba a obrigatoriedade do diploma para ser jornalista e eu entro no meu terceiro ano trabalhando com textos sem vínculo algum, muito menos com jornais/redações. Também me dou conta de que, nesse período, experimentei uma satisfação enorme ao ver textos meus publicados - satisfação muitas vezes maior do que a sentida em matérias impressas no jornal onde trabalhava. Por quê? Porque foram em revistas de que gosto, que busquei, sobre temas que me interessam, com pessoas com as quais me dou bem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque fazemos melhor quando fazemos o que gostamos, estamos com quem nos identificamos e confiamos. Quando o processo, o durante é divertido; e o resultado apenas consequência. Quando os meios é que justificam os fins. Quando se consegue ser leve e despretensioso, sem abrir mão de responsabilidade e comprometimento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que é isso que essas plataformas colaborativas estão ensinando. Por isso, me atrevo: sobreviverão as revistas e os jornais impressos que conseguirem "imprimir"  (literalmente) isso em suas páginas. Não adianta fazer blog, blog e blog, obrigar os repórteres a seguirem fontes no twitter ou entrar no facebook se isso não for entendido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que as pessoas sentem (e estão confiando no que sentem) que não há mais tempo nem espaço para relacionamentos (quaisquer que sejam) vazios, ocos, feitos só de embalagem. Essas características estão cada vez mais fáceis de identificar e de rechaçar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4025532681582528797?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4025532681582528797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4025532681582528797' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4025532681582528797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4025532681582528797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/onde-nos-leitores-estamos.html' title='Onde nós, leitores, estamos?'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4153717358265210705</id><published>2009-07-23T21:15:00.002-03:00</published><updated>2009-07-23T21:21:16.966-03:00</updated><title type='text'>O dia em que minha amiga me comeu</title><content type='html'>E fui eu que dei mesmo.&lt;div&gt;Rejane, foi muito legal ler &lt;a href="http://mesadecinema.blogspot.com/2009/07/quiche-lorrainelorainelolaine.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;isto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; num dia como o de hoje.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nos vemos no Mesa. ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4153717358265210705?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4153717358265210705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4153717358265210705' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4153717358265210705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4153717358265210705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/o-dia-em-que-minha-amiga-me-comeu.html' title='O dia em que minha amiga me comeu'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-122827237732226074</id><published>2009-07-22T22:08:00.005-03:00</published><updated>2009-07-22T22:51:21.854-03:00</updated><title type='text'>Boiando no cinema</title><content type='html'>&lt;div&gt;Eu sabia que ia "boiar", mas ainda assim fiz o convite e fomos nós três, eu, minha irmã e minha sobrinha assistir a Harry Potter e o Enigma do Príncipe (o sexto da série).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vi apenas o primeiro filme e gostei. De lá para cá, nossa, toda a turma de Hogwartz cresceu, minha sobrinha também, e ela até fez 18 anos (heheh). A Laura leu todos os livros do Harry, na medida em que eles eram publicados e ela crescia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, entendeu tudo o que aconteceu na tela do cinema. Que a rigor não foi grande coisa, já que essa parte da saga do menino é, assim, "meio do caminho": sai do nada pro lugar nenhum, o filme acaba sem acabar. Fica claro que o "confronto final" está próximo, mas ainda não será dessa vez. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, boiei no cinema. Mas não me importei muito. Consigo me divertir com os cenários desses tipos de filme, adoro a Hermione, sobrevivi àquele ar blasé meio chato do Harry e ao sentimentalismo meio bobo com o vozinho aquele, o Dumbledore... E...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ADORO, principalmente, as "coisas malucas" típicas das histórias do guri-bruxo desde o primeiro filme - criações sen-sa-ci-o-nais da autora, a JK Rowling. Senão, vejamos alguns exemplos desse filme:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Ampuleta do professor Horácio&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A areiazinha "cai", marcando a passagem do tempo, com velocidades diferentes dependendo da... qualidade da conversa!!! Se o papo flui, é bacana, o pó cai bem devagarinho. Se a conversa é furada, zuuuum, foi-se a terra rapidinho. (muito bom!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Fotos vivas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As pessoas e coisas das imagens em publicações se mexem, estão vivas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Sorte líquida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim! Um frasquinho com líquido incolor que você leva no bolso e pode tomar quando julgar necessário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Zonzóbulos&lt;/span&gt;&lt;div&gt;são criaturas (?) invisíveis que podem entrar pelos ouvidos e embaralhar o cérebro. (bah, esses eu acho que existem mesmo!!!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Lembranças em gotas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ampolas guardam memórias. Basta despejar o líquido numa bacia com água e mergulhar o rosto ali. Aí, tu assiste ao fato que está na memória da outra pessoa, como se "sonhasse" com aquilo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Genial! Eu queria ter imaginado uma delas...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o mais legal na história é que todo mundo trata essas bizarrices como se fossem as coisas mais normais do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ah! Pra mim, o prof Snape vai se redimir... Vai, Laura? Conta aí. Enfim, sei lá, palpite.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-122827237732226074?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/122827237732226074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=122827237732226074' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/122827237732226074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/122827237732226074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/boiando-no-cinema.html' title='Boiando no cinema'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1376567200860912880</id><published>2009-07-03T16:30:00.006-03:00</published><updated>2009-07-03T17:57:17.632-03:00</updated><title type='text'>e aí que...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu sento no banco do ônibus e alguém não demora a sentar ao meu lado. Seguimos os dois a viagem. Daqui a pouco, e é pouco mesmo, porque minha viagem não é longa e ainda estamos só no meio do caminho, daqui a pouco olho pro lado e é outra pessoa! Como assim? Onde foi a outra? Em que momento ela se levantou? E essa outra sentou logo em seguida ou o banco ficou "aberto" por algumas paradas? Fico chocada com isso. Onde que eu estava com a cabeça, os olhos, os ouvidos, enfim, tudo? Como não vi? Por isso, tenho certeza: tem coisas na vida que acontecem ao nosso lado e realmente a gente não se dá conta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu entro num grande supermercado de Porto Alegre, bem conhecido até, e bem à direita de quem entra tem um amontoado de coisas. Improviso total. Uma grande loja/marca dessas, layout pra isso, layout pra aquilo, e "improvisando" daquele jeito no corredor... vou te contar... Um amontoado mesmo. De cobertores, mantas, aquecedores, eu acho também. Parece aquele quartinho do casa da gente, sabe?, o "soca", soca tudo ali. Só que não é! É bem na cara do cliente, a bagunça. E o mais intrigante pra mim é que não sei não se tudo aquilo está realmente à venda... ehhehe... acho que os caras do súper estão é comprando dos clientes aquelas coisas, porque a cada dia o número delas só aumenta!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu durmo com a TV ligada e acordo muito tempo depois dando de cara e ouvidos com uma entrevista em que o entrevistado explica a diferença entre canalha e cafajeste. Há uma diferença - segundo o entrevistado. Aí que eu lembrei de um amigo que um dia me disse que não era fiel, mas era leal. Sim, há uma diferença entre fidelidade e lealdade - segundo esse meu amigo. Quer saber as diferenças? Acredita em mim: é perda de tempo (senão entendê-las, com certeza tentar aplicá-las).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu vinha no ônibus e ele parou na parada, olhei pro lado, e vi um daqueles grandes painéis com explicações sobre linhas, mapas, conexões. Todo colorido, sabe? Um baita serviço aquilo. Adoro esse tipo de coisa, pensada pra fazer a cidade funcionar. Pensada para te fazer, cidadão, independente, senhor de si. Eu lembro que na Alemanha eu ficava naquelas estações de trem olhando os gigantescos painéis... tudo explicadinho. Onde eu estava, minhas opções de trem, hora etc etc. Muito tri. Daí voltei meu pensamento para o T7, onde eu estava, e o painel de Porto Alegre está todo pichado... mal dá para entender as informações. Daí fiquei  pensando que alguém na prefeitura, ou muitos alguéns, ficou horas trabalhando naquilo, pensando com a cabeça do usuário de ônibus, para enfim oferecer um painel legal e tal... e aí, o carinha vem e estraga tudo com sua pichação. Ok, o transporte público tem muito a melhorar, mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Pensei se realmente estamos nós, o coletivo, preparados para a excelência do serviço público. O que custa receber e tratar bem o bom apesar de nem tudo estar perfeito? Parece que não estamos à altura do bom, sabe? Parece que fica mais confortável lidar com a parte ruim do transporte público. Porque nos identificamos com ela. E aí não temos "evolução" para identificar e reconhecer o que é o lado bom funcionando. E o pior é que isso não deve acontecer só nesse caso... é aquela coisa: "seja a mudança que vc quer no mundo", ou "não se esqueça de se incluir na mudança que vc quer no mundo", ou "vc está à altura do seu mais sublime pedido (aos deuses, ao Universo, ao pai, à mãe, ao amigo, ao namorado, ao chefe, ao Lula, ao Obama, à ONU... está?)???.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu tinha de guardar umas roupas secas e tirar outras da máquina. Só que, no meio do caminho, parei pra comer bergamota. E aí que agora minhas mãos têm cheiro de bergamota. Gosto de cheiro de fruta. Até do de bergamota, mas acho que vou adiar o contato com as roupas que devem estar cheirando a amaciante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;e aí que...&lt;/span&gt; eu fico pensando se também as coisas recebem a influência de outras coisas apenas por estarem lado a lado. Será que se eu manter por alguns dias um limão ao lado de uma laranja do céu, o sabor deles muda? Uma osmose...? Tipo: ele atenua seu azedume e ela equilibra sua doçura? Ele fica mais pro "éu" e ela mais pro "ão"? Tipo Yin e Yang? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que não? Acho que sim. Por isso não vou tocar as mãos de bergamota nas roupas limpinhas e cheirosas de amaciante. Mas também não vamos forçar... Devem haver alguns critérios básicos de "alquimia". Não creio que seja possível esperar algo de uma vizinhança compartilhada entre um chuchu e um rabanete, por exemplo. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;e aí que...&lt;/span&gt; a minha cabeça está uma bagunça e, em vez de eu tentar inutilmente organizá-la, que já tô cansada e nada consigo, daí que desisti e vou deixar tudo assim mesmo. Como quando a gente está sem forças ou sem coragem para pedir que as crianças guardem todos os brinquedos e se aprontem para... para... para o que mesmo? Nessa hora a gente se entrega. Senta no chão e brinca com elas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O resto fica pra depois.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;e aí que..&lt;/span&gt;. eu esvaziei um pouco a mochila, acomodei ela nas costas, guardei as mãos nos bolsos e, certa de que estava protegida do frio, saí caminhando sob o sol do meio-dia. Com tudo ainda por fazer, mas bem mais tranquila do que no início. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como diz o Osho, há coisas que precisam ser feitas e há coisas que apenas acontecem. A grande sacada é saber quando estamos diante de uma ou de outra. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1376567200860912880?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1376567200860912880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1376567200860912880' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1376567200860912880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1376567200860912880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/e-ai-que.html' title='e aí que...'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6840886981860732554</id><published>2009-07-01T16:37:00.003-03:00</published><updated>2009-07-01T17:05:11.197-03:00</updated><title type='text'>Olhos e palavras</title><content type='html'>Peguei de um blog amigo (que, por sua vez, pegou de Mario Quintana hehe):&lt;div&gt;"Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por quanto tempo viverei só de olhares? Enquanto durar a crença de que eles podem ficar mais e mais profundos - e mais e mais reveladores. A gente se acostuma a eles, como acostumar o ouvido a um novo idioma. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será q não?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meus olhos sempre falaram mais do que minha boca. Várias pessoas já fizeram menção a isso. Desde comentários engraçados, do tipo "não fala, mas presta uma atenção" (Loraine = coruja), até os mais diretos: "com esse jeito de olhar, a Loraine não precisa falar".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hmm. Que enigmático. Charmoso até. Mas nada muito prático. Tem vezes que é preciso falar sim e aí... todo o cuidado é pouco. Todo o cuidado para medir as palavras? Não, justamente o contrário! Cuidado para ser espontânea, e não enveredar para a retórica. A retórica é outra forma de não falar nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas voltando à frase do Mario Quintana. Lembrei do filme &lt;a href="http://www.sensibilidadeesabor.com.br/simplesmentemarta.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Simplesmente Marta&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Se tem uma coisa nele de que gosto é isso: não falar o essencial. A personagem principal, a durona Marta, é assim. Tem um monte de coisa acontecendo na emoção e em vez de ela se aventurar em palavras que expressem tudo isso, ela fica falando outra coisa. Mas é tudo tão evidente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entende?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que é... é. "A verdade não precisa ser mantida". (a verdade é.)  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falar com os olhos e falar espontaneamente, esses dois jeitos meio opostos de comunicação, aliás, estão no filme. O falar o que vier na cabeça está no personagem Mario, o italiano que vem injetar emoção na vida da Marta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E falando em olhos... uma das principais cenas do filme é justamente a que ele venda os olhos dela...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ih, sei lá por que tô falando tanto nesse filme. Eu já vi duas vezes, por força até de "trabalho", durante o &lt;a href="http://www.mesadecinema.com.br/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Mesa de Cinema&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ficou com vontade de ver? Bom, se não gostar, azar. Eu não aceito reclamações. (ah, se vc pudesse ver meus olhos agora...)&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6840886981860732554?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6840886981860732554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6840886981860732554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6840886981860732554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6840886981860732554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/07/olhos-e-palavras.html' title='Olhos e palavras'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5732033745397135545</id><published>2009-06-01T23:30:00.003-03:00</published><updated>2009-06-02T00:02:19.957-03:00</updated><title type='text'>Um não-texto sobre o ironman</title><content type='html'>E outra vez, como no ano passado, eu volto do Ironman Brasil sem um texto. Eu não sei se alguém vai entender isso, mas essa "pendência", esse "silêncio mental" me intriga, me incomoda. Que coisa. &lt;div&gt;Porque lá não faltam estímulos nem sensações, mas falta o clic. Falta aquele momento em que eu simplesmente enxergo o texto na minha cabeça. Ele está ali e eu o encontro. Bem maluco assim. Claro que eu podia escrever qualquer coisa aqui (o papel aceita tudo... ok, a tela aceita tudo), mas seria um texto vazio, eu sei. Sem o clic pode até convencer, mas é vazio, eu me conheço. E esse clic, esse momento ainda não aconteceu em se tratando de assistir ao Iron. Cogito a possibilidade de estar no lado errado. Talvez eu precise estar lá dentro, fazendo, pra encontrar o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;meu&lt;/span&gt; texto. Já é uma motivação pra começar a pensar em um dia fazer aquilo tudo. Rsrsrs&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cada um com sua motivação... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5732033745397135545?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5732033745397135545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5732033745397135545' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5732033745397135545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5732033745397135545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/06/um-nao-texto-sobre-o-ironman.html' title='Um não-texto sobre o ironman'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8954472976296407427</id><published>2009-05-18T14:23:00.005-03:00</published><updated>2009-05-18T14:58:42.323-03:00</updated><title type='text'>Go</title><content type='html'>Eu ía comentar aqui umas frases que li/ouvi envolvendo triatlo, frases que me tocaram de algum modo, que encontraram em mim um canto pra elas, de modo que vou levá-las pra sempre, mesmo que pare de treinar. Mas desisti. Deixa pra depois. &lt;div&gt;Também pensei em protestar aqui contra essa mania dos pentelhoschatos-críticos-de-cinema que adoram apontar e reclamar dos clichês das comédias românticas. E filme de terror não tem clichê? E de suspense também não? E de guerra? Ai, por favor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra idéia pro blog foi justamente, vejam só que incoerente, criticar as comédias românticas, não só elas, mas todas as histórias, em livros, TVs ou cinema, nas quais o final feliz está, por assim dizer, no final. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Idéias... Ficaram aqui desfilando na minha frente... e eu nada de agarrar uma delas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei também em tão simplesmente colar aqui, e talvez linká-la a um vídeo do you tube, a letra de uma canção da Marisa Monte. Uma letra antiiiiiiga que, puxa vida, me enche os olhos d'água. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Idéias... Abandonei todas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E resolvi postar minha mais nova invenção na cozinha! Olha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/ShGenQeIznI/AAAAAAAAAMU/Z3Vg6RbBMGM/s200/PA300007.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337221430684208754" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Vai queijo, tomate e espinafre. Mas pode ir qualquer coisa, depende de ti. É parecido com o wrap, que ando comendo por aí. Aí tu serve uma taça de vinho bom enquanto prepara... sim, uma taça serve. Metade dela para abrir o apetite, depois metade para brincar com o sabor que ficou na boca (e abrir caminho para a sobremesa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, é isso. Esse blog precisava andar. Nesse sentido, foi um post cumpridor, honesto.  O importante mesmo é que Saturno retomou seu movimento direto, e isso explica muita coisa. Não tudo, claro. Mas o que explica tudo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque uma hora, meu nêgo, os gurus somem, os mestres se calam, e é chegado o momento de tu ir lá fazer a porra da coisa pra qual tu te propôs. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vai e volta, que eu te espero no bar. Te pago uma cerveja e tu me conta como foi. Vamos chorar, se for o caso. Vamos rir, certamente. Mas vai ser bom.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8954472976296407427?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8954472976296407427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8954472976296407427' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8954472976296407427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8954472976296407427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/05/go.html' title='Go'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/ShGenQeIznI/AAAAAAAAAMU/Z3Vg6RbBMGM/s72-c/PA300007.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7386507834614894193</id><published>2009-05-05T09:02:00.003-03:00</published><updated>2009-05-05T09:21:22.174-03:00</updated><title type='text'>Check list, check in, check out</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SgArKPAobiI/AAAAAAAAAME/lrCtS1cWwdM/s1600-h/PA150040.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SgArKPAobiI/AAAAAAAAAME/lrCtS1cWwdM/s200/PA150040.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332309413634534946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Às vezes, o caminho se estreita, o corredor aperta, fecharam as janelas reclamando do vento, o sol se esconde atrás das nuvens. É preciso acender os faróis. E ainda assim pode não adiantar. Então, eu puxo a cordinha, pára o trem, quero descer. Ele segue sei lá pra onde, eu sento na beira da estrada, e o sol começa a aparecer de novo, me aquecendo lentamente. O céu azul em cima de mim, tão sem fim, me conforta porque, na sua grandeza e serenidade (enquanto a gente loqueia aqui embaixo), redefino o tamanho das coisas que me incomodam. É o momento em que preciso lembrar por que tenho essa e não outra vida. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Check list. &lt;div&gt;Lembrar por que fiz jornalismo, por que treino, por que escrevo no bLOg, por que escrevo na parede, por que tomo café aroma chocolate, por que gosto de mix aperitivo uniagro, por que meu cabelo é comprido, por que desisti da educação física, por que assinei aquela revista, por que não fiz o meio iron, por que faço curso de massagem, por que coloquei essa foto no MSN, por que comprei aquele CD, por que moro sozinha, por que acredito em astrologia, por que fico quieta, por que esse livro está na beira da cama, por que choro, por que dou risada, por que acreditei, por que duvidei, por q saí do emprego fixo, por que tenho um jipe, por que quero uma kombi, por que ando de ônibus, por que não tenho um filho quando muitas amigas já têm, por que tenho marcas no joelho, no quadril e no cotovelo direitos. Por quês.&lt;div&gt;Por que me importo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem se importa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Algumas respostas se repetem, outras mudam, ficam mais simples ou mais sofisticadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não estou sozinha na estrada. Tem gente que pediu pra descer um pouco antes, outros posso reconhecer mais adiante. E tem os que aparecem pra ficar comigo, até que eu decida seguir. Alguns invisíveis, outros de carne e osso. Tenho de aprender a reconhecer, aceitar e agradecer a ajuda que parece só companhia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os trens continuam a passar. Tem gente que amo dentro deles. Adeus? Outros me confundem, será que eu deveria ir com eles? E tem gente cuja companhia não quero e, quando me vêem parada ali, penso: tchau, me erra (ou, ok, confesso, é mais assim: vai pra Puuuuuu***!!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, quando sinto que chega (isso não quer dizer que todas as respostas tenham vindo), que deu, que a bunda tá doendo de estar sentada, retomo a viagem. Às vezes, a pé, às vezes voando. Às vezes de mãos dadas, às vezes abraçada, às vezes carregando algo nas mãos, às vezes com elas livres procurando algo pelo caminho para levar comigo como lembrança ou para dar a alguém mais ali na frente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tem gente que acha meus textos tristes. E por isso acha que sou triste. Adianta eu dizer que não é bem assim? O contrário também. Tem gente que nos faz pensar: puxa, como essa pessoa é feliz e engraçada e divertida e alto-astral. Mas talvez não seja bem assim. Tem de chegar bem perto para saber. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De quem você chegaria bem perto para saber?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quem você deixaria que chegasse bem perto?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;obs 1: fiquei pensando sobre as palavras "importa" e "adeus". Se importar. Vem de importante? Se achar importante? E adeus seria dar algo a Deus? aDeus. Soltar, dizer tchau confiando que Ele vai saber o que fazer? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Para dizer adeus, a gente deve se importar ou não se importar?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Geeeeeeeeente, alguém pára a minha cabecinha, plis! Que viagem. "Atenção, passageiros, voo LO, número XXX, embarque imediato no portão XXX. Última chamada :)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Falando em chamadas de voo, caramba, olha &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;a href="http://www.irislettieri.com.br/"&gt;esse site&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt; e confere se não é um dos mais bizarros que tu já viu (ou ouviu). A dica foi do&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;a href="http://bloguidotiao.blogspot.com/"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://bloguidotiao.blogspot.com/"&gt;Sebast&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;&lt;a href="http://bloguidotiao.blogspot.com/"&gt;ião&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;obs 2.: desculpem-me as pessoas que eventualmente se sentirem citadas em meus textos. Porque tem vezes que realmente o são e não sei se tenho esse direito, mas outras tantas vezes que não, e ainda assim tem quem ache que é. Não tem como evitar. E eu não quero deixar de escrever o que sinto tentando mantê-las ao meu lado. Por que explico isso? Não sei, talvez eu ache que sou importante para vcs. Ou talvez vcs sejam muito importantes para mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;Plim! Hora de dar aDeus pra esse texto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7386507834614894193?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7386507834614894193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7386507834614894193' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7386507834614894193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7386507834614894193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/05/check-list-check-in-check-out.html' title='Check list, check in, check out'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SgArKPAobiI/AAAAAAAAAME/lrCtS1cWwdM/s72-c/PA150040.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2099152935915646010</id><published>2009-05-01T16:37:00.005-03:00</published><updated>2009-05-01T18:54:54.926-03:00</updated><title type='text'>Iberê aprovaria</title><content type='html'>&lt;div&gt;A gente estava indo por ali, costeando o Guaíba, daqui a pouco mergulhamos no asfalto, sumimos do mapa e do google earth, desaparecemos da via, fomos pras profundezas do rio, pro porão da Beira-Rio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, não era de bike. Foi correndo que eu e minha parceria de pace invadimos a monotonia da manhã de feriado dos guardinhas que guardam o estacionamento subterrâneo da Fundação Iberê Camargo. Ainda bem que não foi de bike, porque aquele piso lá deve escorregar e tem umas cancelas fechadas no meio da caminho. Os dois meninos nada falaram, apenas nos acompanharam naquele breu, espichando o pescoço. Foi divertido. Ainda ganhamos umas buzinas dos motoristas que nos flagraram emergindo das profundezas. Iberê aprovaria, lógico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Treino-lúdico hoje: 15km, frequência baixa, coração mais calmo, e com direito à água de coco no final. Aliás, a reforma ortográfica versa algo sobre o coco, o côco e o cocô? Importante isso, pôxa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falando em Iberê, parecia um quadro/uma pintura o que vi hoje, já na volta pra casa. Precisava ter fotografado, a fim de que eu mesma não duvidasse de minha lembrança. Ali no Dilúvio. Imagina o riachinho em espichaaaada perspectiva. Agora, mira as lajes laterais, aquelas bem junto da água imunda, tipo um piso estreitinho, antes do barranco que leva pra Ipiranga. Imaginou? Pois naquela laje ali, do lado direito, enfileiradas e mantendo uma distância quase matemática entre si, havia umas 20 garças. Todas viradas para a margem da esquerda. E lá na esquerda, uma, eu disse UMA única garça, olhando para as 20. Por deus, era desse jeito, eu vi. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Haveria de ser algum paredão de fuzilamento? Ou o jogo do sério? Um julgamento? Uma apresentação artística? Estaria aquela UMA escolhendo um marido ou seria aquela UMA macho e este escolhendo uma esposa?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ok, ok... podia ser tanta coisa, mas de fato não seria um quadro de Iberê.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2099152935915646010?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2099152935915646010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2099152935915646010' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2099152935915646010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2099152935915646010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/05/ibere-aprovaria.html' title='Iberê aprovaria'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8164773784026339586</id><published>2009-04-26T06:45:00.012-03:00</published><updated>2009-04-28T20:49:28.583-03:00</updated><title type='text'>Empurrão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SfeVP0oIq2I/AAAAAAAAALU/ZI2Kt4jTcWg/s1600-h/meia+maratona.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SfeVP0oIq2I/AAAAAAAAALU/ZI2Kt4jTcWg/s200/meia+maratona.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5329892783073831778" /&gt;&lt;/a&gt;Eu gosto de correr, mas uma competição envolvendo apenas corrida não me dá frio na barriga como no triathlon. Então, eu insisto no triathlon. "Na dúvida, escolhe o que te provoca frio na barriga", me ensinou uma amiga uma vez. Não sei se faz sentido, mas me parece mais corajoso.&lt;div&gt;Detalhe técnico: esse frio na barriga pode irradiar para um arrepio nas costas, viu? E o contrário dele é o gato embolado. Atenção, porque o gato embolado no estômago é quando tem algo errado, amargo, ruim. Arrepio é refrescante, tipo brisa do mar. É o chamado da coragem. Gato embolado é abafado, é conluio com a covardia, quando a gente se mixa, se encolhe ou é atingido pela mixaria e pelo encolhimento vindos de fora. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por que ambos são nessa região do corpo? Acho que pode ter a ver com os chacras localizados ali. Será que não? O gato entope o chacra, e o arrepio liga-o, ilumina-o. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode acontecer, ainda, uma terceira sensação, que parece a mistura do frio na barriga com o gato embolado. Bah, daí é um trabalho para o Jack Bauer. Ou pro James Bond. Ou pra Lara Croft. Ou pro Pedro Bial. Ou pro Obama. Assim, ó: nesses casos..., sei lah, apura os 9 sentidos. E espera. Se der.   &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Então, ontem, sem frio na barriga (mas também sem gato embolado, ufa), saí para 21km noturnos (foto com merchandising para o power gel). O mais legal do percurso? Quando a gente passava por trás da quadra da Imperadores do Samba, quase próximo do retorno. O som da bateria da escola de samba arrepiava os cabelinhos do braço (quase as costas tb!) e abria a passada de todo mundo. Como um grande e invisível empurrão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Corrida e paradinha de bateria combinam!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Post-trivial, esse. Em geral, consigo falar sobre sexo dos anjos e trivialidades enquanto rumino, nos fundos do pensamento, um assunto mais importante e significativo pra mim. Como se eu ficasse selecionando o que sai e o que não sai, na portinha que dá para varanda, onde todo mundo tem acesso. Pro palco, onde tem platéia. Fico ali, empurrando o que pode sair e se exibir e o que ainda precisa ficar nos fundos mais um pouco. No camarim. No backstage. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vc tem backstage?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E frio na barriga?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E gato embolado?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8164773784026339586?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8164773784026339586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8164773784026339586' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8164773784026339586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8164773784026339586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/empurrao.html' title='Empurrão'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SfeVP0oIq2I/AAAAAAAAALU/ZI2Kt4jTcWg/s72-c/meia+maratona.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4783363863387905725</id><published>2009-04-23T23:16:00.006-03:00</published><updated>2009-04-23T23:43:19.822-03:00</updated><title type='text'>Pequenas felicidades</title><content type='html'>Acho que eu buscava isso há algum tempo, até que veio a oportunidade, através dos treinos. (valeu!)&lt;div&gt;Depois de um treino puxado, a gente experimenta felicidades simples, prazeres sutis facilmente perdidos no dia-a-dia corrido que nos acostumamos a entender como correto e com o qual parecemos conformados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu falo da felicidade que é beber um gole d'água quando o esforço acaba. Falo do sabor, da delícia de morder uma maçã, chupar uma laranja, quando a sede já foi saciada. Do prazer da ducha forte na cabeça, nos ombros, nas costas, o olho fechado, prestando atenção na felicidade da pele. Quente no inverno, fresquinha no verão. E falo até do prato de comida, consumido para cumprir sua função primordial e básica: repor energia, literalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É tudo muito simples, mas com muito mais sentido. Ao menos pra mim. E sei que pode parecer bobo ou brega escrito assim. Mas, sei lá, experimenta lá e escuta/sente se teu corpo não viverá mais intensamente essas pequenas felicidades. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4783363863387905725?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4783363863387905725/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4783363863387905725' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4783363863387905725'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4783363863387905725'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/pequenas-felicidades.html' title='Pequenas felicidades'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7811701270071686892</id><published>2009-04-21T11:50:00.007-03:00</published><updated>2009-04-21T14:21:28.804-03:00</updated><title type='text'>Inspirações</title><content type='html'>Tem umas histórias tão bonitas que acontecem comigo... e eu ainda não posso contar. As pessoas não entenderiam. E por "culpa" minha. Eu tenho de saber como contar, para que elas entendam. Um dia eu vou saber, tenho certeza.&lt;div&gt;É cansativo e frustrante escrever e não ser entendido e, se alguém não entendeu seu texto, a culpa é sua - ensinam as redações de jornal. Quase sempre. Falando em jornalismo, para quem gosta da coisa, sugiro acompanhar o &lt;a href="http://minueto.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Minueto&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, "linkado" aqui à esquerda. O Rodrigo ganhou uma bolsa de estudos em um jornal americano. É verdade que do curso, do curso mesmo, ele não contou muito ainda... Vai ver por isso os post estão bons! hahah, Que implicância a minha (com o jornalismo, não com o Rodrigo, ok?).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desde que comecei a fazer textos para uma revista da Souza Cruz, duas coisas me chamam a atenção. Uma macrocoisa e uma microcoisa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O contexto macro. A Souza Cruz impressiona por sua excelência. Ver de perto o que uma empresa com mais de cem anos consegue fazer, o que ela tem, sua capacidade de refinamento e de antecipação renova a minha confiança no trabalho. Na capacidade que o homem tem de mudar o meio, transformá-lo e, em última instância, de fazer o mundo girar. É verdade que em seguida eu lembro que tudo isso, toda essa máquina de esforço intelectual, braçal, energético, inventivo é, no final das contas, para produzir cigarro... e aí meu coração aperta. Voltei há pouco de uma visita ao centro de pesquisa e melhoramento da empresa, em Rio Negro (PR). Achei tudo muito lindo e empolgante (até porque é impossível ficar indiferente à dedicação e à seriedade dos que contam pra mim o que fazem ali - todos devidamente e orgulhosamente vestidos com uma camisa social que exibe o emblema Souza Cruz), mas tive outra vez vontade de dizer: "Cara, é tudo lindo e impressionante, mas, tchê, a Souza Cruz está na contramão da história, vocês não percebem?". Depois penso, esperançosamente, que talvez sejam as grandes empresas do segmento, as que apostam tanto nesse negócio, talvez sejam elas as únicas entidades capazes de combater (evitar?) os malefícios do produto final. Porque todo problema traz em si a solução.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O microcosmo. A outra coisa que me impressiona desde que comecei a viajar pelo interior dos Estados do RS, SC e PR, para fazer a revista, é a vida dos pequenos produtores. É verdade que, sendo uma revista da empresa, dificilmente vou entrevistar um produtor insatisfeito com a parceria. São todos muito realizados e agradecidos. A maioria começou com nada. E quando eu digo nada, você pode pensar em um galpão de chão batido, sem luz ou sem cama pros filhos, que quase sempre são mais de um. (Embora seja uma realidade difícil..., quando não se tem nada e surge UMA oportunidade, me parece mais fácil do que se ter o bastante e muitas oportunidades. Vc não vacila. Diante muitas opções, é mais demorado sair do lugar, seguir em frente. O nada objetiva a coisa. Eu não disse que o problema pode trazer a solução? - mas esse não é o tema do post.) Então, os anos passam, e eu encontro esses produtores que começaram com nada confortavelmente instalados numa boa casa de alvenaria, com carro na garagem, netos escolarizados, na universidade (um orgulho para eles), tecnologia no manuseio da lavoura e invariavelmente um florido e bem-cuidado jardim na frente de casa. Esse jardim é muito simbólico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem o fez e cuida? As mulheres da casa. Elas te recebem serenamente, sem atropelos, de cantinho, observadoras e atentas. Parecem se contentar quando eu elogio o jardim (mas elas mereciam muito mais do que isso). Na conversa que começa com os homens, percebo: na trajetória de progresso da família, por trás do produtor bem-sucedido, e eu sempre me emociono ao constatar mais uma vez isso, como foi agora em Itaiópolis (SC), há sempre uma mulher de muita força. Muita - tanta, que me soa pouco dizer apenas "muita". Os orientadores agrícolas da Souza Cruz (agentes que lidam diretamente com os produtores) confirmam em conversas comigo: as mulheres são fundamentais para a estruturação daqueles homens e famílias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda que dessa constatação se desprendam coisas que eu não sei responder - &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;como, por exemplo: elas foram ou são felizes? são realizadas como mulheres? amam e respeitam esses homens? são amadas e respeitadas por eles? têm alguma fraqueza emocional ou de caráter? estão satisfeitas com o que fazem e vida que levam? tiveram outras opções? (de novo a reflexão sobre a facilidade de baixar a cabeça e fazer o que precisa ser feito sem dramas ou devaneios quando não se tem outra oportunidade para questionar nosso íntimo) - &lt;/span&gt;ainda assim nada impede que a força delas me inspire mais do que a excelência da Souza Cruz. Tomara que eu consiga dizer isso para elas de algum modo, algum dia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7811701270071686892?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7811701270071686892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7811701270071686892' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7811701270071686892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7811701270071686892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/inspiracoes.html' title='Inspirações'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1197797599917413831</id><published>2009-04-16T20:25:00.005-03:00</published><updated>2009-04-16T23:59:18.328-03:00</updated><title type='text'>A vagina, a Gisele e eu</title><content type='html'>As três saíram juntas do chuveiro. Vestiam-se falantes, animadas, havia uma corrente elétrica ali, porque é isso que há quando mulheres se juntam, em qualquer idade. As três tinham idades entre, não sei, sou péssima em dizer idades, mas talvez entre 10 e 12, 13 anos. Essa variação, embora pequena em anos, pode ser gigantesca se comparados atitudes, desejos, pensamentos etc. As três conversavam daquele jeito que mulher conversa: falando todas ao mesmo tempo e se entendendo. Falando cada uma um assunto, mas o todo fazendo um certo sentido. Pra elas. Daqui a pouco, um diálogo ganhou corpo, tomou conta do ambiente, veio embaladinho bonitinho inteiro para a minha atenção. Não era bem um diálogo, vou mudar os nomes.&lt;div&gt;Menina 1 - Eu queria ter o cabelo da Julia, o rosto da Fernanda e o corpo da Débora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Menina 2 - Eu queria ter a voz da Amanda...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Menina 3 - Eu queria ter o teu cabelo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De certo modo, vi nelas eu. Vi nelas qualquer mulher. Tão meninas. Tão francas e (levemente) ingênuas entre si. Tão dissimuladas e (levemente) más entre si.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É, meninos, confesso: acho que, lá no fundo, lá no fundo, esse raciocínio e sentimento, essas comparações continuam existindo mesmo que o tempo passe e as idades pulem para 20, 25, 30, 35... hehe Mais ou menos como vocês, que repetem já adultos (e muito mais acintosamente) comportamentos da quarta série do Fundamental... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu, por exemplo, queria ter as pernas da Gisele Bündchen. Além de lindas, me ajudariam a dar uma passada maior na corrida :D&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, a delícia de escrever bobagens.... Experimenta! É bom...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas sabe que eu tenho uma coisa em comum com a Gisele? É, tenho. Eu li numa revista. Ela não penteia o cabelo. Bingo. U-huuu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, vale registro. Vi hoje numa outra revista mulherzinha: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;"SEXO, Tudo, tudo, tudo sobre a vagina".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hein?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo, tudo, tudo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1197797599917413831?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1197797599917413831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1197797599917413831' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1197797599917413831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1197797599917413831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/vagina-gisele-e-eu.html' title='A vagina, a Gisele e eu'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2151401908368931592</id><published>2009-04-13T22:21:00.006-03:00</published><updated>2009-04-14T00:08:32.011-03:00</updated><title type='text'>De Porto Alegre</title><content type='html'>&lt;div&gt;Uma das coisas mais legais que fizeram em Porto Alegre nos últimos tempos é aquele estacionamento da Fundação Iberê Camargo. O estacionamento não propriamente, mas a entrada e a saída dele. Vai dizer?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você vai por ali, costeando o Guaíba, daqui a pouco, sleptch, mergulha no asfalto, some do mapa, desaparece da via, vai pras profundezas do rio, pro porão da Beira Rio. E lá dentro? É bem baixinho, o teto fica pertinho da cabeça, e os carros, os ônibus, os motoboys, as carroças, os ciclistas... todo mundo passando por cima de ti. Pra sair, mesma coisa: zuuummm e vc emerge lá do fundão, volta pra via, de surpresa para quem está passando desavisado por ali.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Fundação? Ah, é legal... Alvaro Siza, o arquiteto, bambambam e tal. Mas, sei lá, me pareceu apertado. Incomoda. Arte neh? Dizem que arte não tem de agradar, tem de incomodar. E o prédio é arte. Ok, fui lá faz tempo, nem o tinham acabado direito ainda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Passo essa parte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A programação de TV da BusTV é uma coisa bizarra. BusTV é a TV do ônibus. Será que, se abríssemos mão da TV nas linhas, a passagem baixa de valor? Bizarro também é aquele telefone, que NINGUÉM usa. Até agora, e ele já deve estar rodando por aí há quase um ano ou mais, até agora só vi as pessoas se engancharem no fio. O pessoal tenta se segurar no... no... no.. como chamam os caninhos onde nos agarramos no ônibus?, engata um dedo no fio e atira o fone no primeiro que está pela frente. Involuntariamente, claro. Desculpa pra cá, desculpa pra lá, risinhos ou rubores e mais um tempão para acertar o fone no buraco de volta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que, se abríssemos mão do telefone e da TV, o valor da passagem diminuiria? R$ 1,50 ia ser legal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda dentro do roteiro das bizarrices, você que não é de Porto Alegre precisa conhecer a mais nova ciclovia da cidade. Ali pertinho da Fundação Iberê. Ela vai do nada pra lugar nenhum. Tem britas nas laterais. Muito bueiros. E o piso não é antiderrapante, ele é anti-qualquer coisa. Quadriculadinho, segura o pé da gente, puxa pra baixo. Mas eu juro que me esforço pra ver ali o primeiro passo para uma cidade mais pró-vida saudável. Ao menos, para que se saiba como não fazer na próxima.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, em compensação (nem que seja só dentro desse post a compensação), correr na Beira-Rio, no fim da tarde, com o sol parecendo uma gema de ovo sumindo devagar (e, de repente, bem rápido) onde o Guaíba encontra o horizonte... bah, isso é muito bom. Muito simples e muito bom. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E pra combinar com esse post de amenidades, vou lá terminar de ver o Se Eu Fosse Você que está rolando na TV da minha casa, na HouseTV, ou HomeTV. O Se Eu Fosse Você 2 é bem mais, mas bem mais engraçado. É sempre curioso rever um filme. Porque você muda com o tempo, e ele não. Muda nem que seja com relação a ele, afinal, ele não vai te surpreender mais (exceto os clássicos...). E pode ter sido o próprio filme que mudou você. Eu tenho essa sensação quando estou para entrar numa sessão de cinema e vejo os outros saindo, os da sessão anterior. Me passa a sensação de que eles estão ligeiramente "superiores" a mim... hehehe, eles já viram o filme! Já passaram pela "transformação". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que vontade de sentir minha barriga doer de novo, de tanto rir... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2151401908368931592?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2151401908368931592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2151401908368931592' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2151401908368931592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2151401908368931592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/de-porto-alegre.html' title='De Porto Alegre'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6130128994119466283</id><published>2009-04-08T17:18:00.004-03:00</published><updated>2009-04-08T19:40:30.506-03:00</updated><title type='text'>A lesma</title><content type='html'>Devo ter sido a única competidora a percebê-la no meio do caminho. Não era do tipo de jardim. Era robusta, vitaminada, criada no campo, uma lesma da fronteira, literalmente. Afinal, estávamos em Livramento.&lt;div&gt;Passei cinco vezes por ela. Quatro delas de bike. Eu e uns tantos outros, despencando ladeira abaixo, socando no pedal (eles), trepidando punho, braços e tronco (só eu, hein? ai, meus miolos...). A cada nova volta, eu via que ela havia resistido. Sem noção, a lesma. Se ela soubesse que passou perto de morrer tantas vezes... quantos éramos? Poucos, mas o bastante para acertá-la em cheio com um grosso pneu a qualquer momento. Mas não. Ela foi avançando, abrindo um rastro na estradinha estreita, indiferente ao cross triathlon. Na quinta vez que passei por ela, agora correndo, constatei: ela havia conseguido, já se aproximava da margem oposta da estradinha. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preciso explicar por que seguramente devo ter sido a única a ver a lesma e acompanhar sua aventura inconsciente? Ai, bem-vindo leitor, te puxa, vai. Não seja lesminha das idéias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O treino de pista me surpreendeu hoje. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dois dias sem treinar, dormindo mal, horas em ônibus... (depois de Livramento, encarei Frederico Westphalen. Esse meu trabalho... como jornalista, às vezes me sinto um caixeiro viajante)... e com um desempenho ruim em prova pesando meus miolos, seguei a cogitar nem enfrentá-la. A pista. Queria apenas correr por aí. Pra voltar pra casinha, sabe? Me encaixar de novo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas fui. Ao meio-dia, sozinha. Meu nível de irritação por não encontrar água no bebedouro junto à pista era indício de que os 6x200 e os 3x400 pré-série não tinham sido fáceis. Não foram, mas fiquei dentro do tempo pedido. Então vieram os 5 de 1km, que eu tinha de fazer pra 4'30 a 4'20.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fiz o treino na seguinte "batida": vou fazer sem olhar pro relógio e ver no que vai dar. Girei as voltas na pista pensando em um monte de coisa e me fazendo algumas perguntas. Senti raiva, felicidade, dor, vontade de chorar e de rir. Sensações. Quando a cabeça parou de girar, vi que a pista podia ajudar minhas pernas. No sentido, digamos, bairro-centro, tinha um vento firme. Ali eu me soltava, e o esforço foi (ao menos psicologicamente) reduzido pela metade, já que num lado da pista eu tinha esse empurrãozinho. 4'20, 4'20 e 4'20 os três primeiros 1km.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quando finalizava o terceiro, pensei: "eu posso ir embora agora. Posso. Claro. Ninguém vai me impedir, ninguém vai me prender, xingar, bater em mim, nem ficar de mal". Mas o intervalo... ah, o intervalo... A gente termina o tiro pensando "vou parar agora, chega dessa porcaria-dessa merda-dessa pista-o-que-adianta-se-na-prova-não-faço-esse-tempo". Aí, vem o intervalo. O coração vai acalmando, acalmando, acalmando... É tão bom quando o coração acalma, neh? Lá no meio do intervalo, o pensamento já muda para "tah bem, vou fazer só mais esse". "Só mais esse". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O quarto 1km pesou a perna. Lembrei que podia ir até 4'30, ainda não tinha usado essa "vida" hehe. Ficou em 27". Usei. E no intervalo pro quinto, já nem estava mais irritada com a falta de água no bebedouro. Outro 4'20. Tchau, pista. Preciso de água.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na volta pro clube, no trote, fiquei pensando se todas as sensações da pista ficavam impressas em algum lugar da gente. Ou se a gente seleciona inconscientemente as que vão ficar. Ou se não fica nada, e por isso a gente volta pra ela na semana seguinte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas e a lesminha, hein!? Digo, lesmão. Se ela soubesse como se arriscou na pista...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6130128994119466283?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6130128994119466283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6130128994119466283' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6130128994119466283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6130128994119466283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/04/lesma.html' title='A lesma'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-3150583667036628986</id><published>2009-03-30T11:28:00.003-03:00</published><updated>2009-03-30T12:17:10.317-03:00</updated><title type='text'>Eu caí antes</title><content type='html'>Como terminou uma semana cocô de treinos? &lt;div&gt;Com um tombo, já na volta pro clube, sem sapatilha, na calçada em frente à entrada. Bum! Os dois joelhos no chão, meio que por cima da bicicleta. Eu vinha tentando fazer algo que ainda não sei, como se pode notar. Vinha tentando descer da bike com ela em movimento. Cruzei a perna esquerda por trás e joguei um pouco a bike pro mesmo lado quando já tinha as duas pernas juntas, pé direito sobre a sapatilha e esquerdo ali pertinho. Estava conseguindo! Milésimos de segundos de secreta euforia. Eis que vem um casal, saindo do restaurante e cruza minha frente. Depois disso, só lembro que já me levantava do chão. Toda lanhada e suja. O que me fez decidir limpar a bike. Porque basta cair, não preciso ficar cheia de graxa, neh?&lt;div&gt;Depois, fiquei pensando... A quantos centímetros meu pé esquerdo estava do chão? Poucos, possivelmente. E o direito, livre da sapatilha? Também! Por que caí, então?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na verdade, eu caí antes de cair. Eu me entreguei quando vi que tinha uma desculpa para cair, o casal. Porque no fundo eu estava duvidando de que conseguiria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Psicologia barata? Pode ser... Mas ainda assim dá o que pensar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembro que, no curso de educação física, eu vivia caindo nas aulas de ginástica olímpica. Era uma das práticas mais difíceis e tensas para mim. Uma vez, no final da aula, o professor me chamou num canto e disse (eu já contei isso aqui? Não lembro... é a idade.): "Loraine, sabe por que tu cai? Porque tu não confia em ti".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Bah, aquilo valeu por anos de terapia. Tanto que nunca esqueci, nem vou, provavelmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois de uma semana cocô de treinos, dos quais só se salvou a corrida, o tombo me ajojou. Me encolheu. "Tu pensa demais, Lo", diria meu treinador. Ele só não disse porque não contei nada ainda... rsrs. Hoje, recebemos todos da equipe um email dele. Contava da prova que fez em Lima, no Peru. E ver o entusiasmo dele diante a adversidade meio que me envergonhou. Não havia mais lugar pro meu desânimo - coitado, que eu já vinha brigando com ele o fim de semana inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Daí fiquei pensando na força que as pessoas têm na vida das outras pelo simples fato de compartilhá-la, de conviverem umas com as outras. É claro que há aquelas que não agregam nada na tua vida, mas tem tantas outras que fazem diferença. Pra ficar nessa área de treinos, tem ainda o Sargento, que gosto de saber que está por perto quando vou competir. Mas falo em geral. Lembrei de um advogado pra quem faço alguns textos. Ele é tão pró-ativo, tão inquieto e vibrante que uma reunião a cada 10 dias com ele deveria ser recomendada pelo Ministério da Saúde. Ele te liga na tomada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho uma amiga que, embora tão indecisa como eu às vezes, consegue sempre me ajudar, lembrar quem eu sou, o que já fiz, do que sou capaz. "Não te mixa", ela diz. E funciona. Outros amigos e amigas "me enquadram" quando a coisa parece desandar. Outros são apenas conhecidos, não são íntimos, mas também provocam esse clique. E não há nada formal, não há discurso nem fórmulas. É apenas energia mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Conseguir estabelecer essas conexões é muito legal. Não é o que chamam de viver?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como eu começo uma nova semana de treinos? Renovada. Pensar sobre isso e escrever me emocionou. E deixar a lágrima cair sempre me renova. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ps.: será que eu deveria ter cruzado a perna direita e não a esquerda?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-3150583667036628986?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/3150583667036628986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=3150583667036628986' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3150583667036628986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3150583667036628986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/eu-cai-antes.html' title='Eu caí antes'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5225034329467214799</id><published>2009-03-29T13:43:00.003-03:00</published><updated>2009-03-29T14:10:00.875-03:00</updated><title type='text'>Limpando a praça</title><content type='html'>Eu passei pela praça e tinha uns caras com uniformes aparando a grama. Deve ser aquelas coisas de 'adote uma praça', neh? No meio deles, atirado no chão sob o sol, dormindo um sono tão denso que parecia de morto, tinha um homem. Desses de rua, tão comuns que meu olho só os vê quando estou a dois passos daqueles corpos amontoados entre calçada e muro.&lt;div&gt;Alguém adotou a praça, alguém cuida daquela grama e daqueles bancos e lixeiras, mas ninguém acha que precisa cuidar daquele homem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A constatação não me exclui. De alguma forma, temos todos responsabilidade sobre o mundo em que vivemos. Complicado é fazer algo na prática. Constatar é só constatar, infelizmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu constato, por exemplo, que tenho vontade de xingar quem usa mangueira d'água para varrer calçada. Eu constato que fico chocada quando vejo alguém jogar lixo pela janela ou bagana de cigarro na calçada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas na prática... eu provavelmente leve mais tempo no banho do que precisaria e talvez gaste tanta água quanto os varredores de calçada. Outro exemplo: eu tenho várias sacolinhas de pano mas nunca lembro de levá-las comigo e acabo voltando com as de plástico do súper.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E isso tudo (+ outras percepções mais pessoais) é só a ponta do iceberg, só o que percebo. Imagina o que ainda não sei?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nossa, como ser humano/a é confuso. Deve ser por isso que limpar a praça é mais fácil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5225034329467214799?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5225034329467214799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5225034329467214799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5225034329467214799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5225034329467214799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/limpando-praca.html' title='Limpando a praça'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1070849252170592526</id><published>2009-03-26T10:39:00.004-03:00</published><updated>2009-03-27T13:10:44.096-03:00</updated><title type='text'>O mundo gira e nos espera numa boa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/ScuSujXMcUI/AAAAAAAAALE/YR0KJNb0UPo/s1600-h/images.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 128px; height: 125px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/ScuSujXMcUI/AAAAAAAAALE/YR0KJNb0UPo/s200/images.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5317505113505165634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Não sei se tem a ver com o trabalho na área da comunicação, possivelmente outros segmentos oportunizem a mesma experiência, mas sempre achei curioso observar a chegada de novidades, a reação a elas, depois sua popularização. E às vezes isso levava um ano, um ano e meio, desde eu ouvir falar pela primeira vez até a coisa ser comentada ou executada por uma amiga/conhecido meu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As redações de jornais tendem a ser bem conservadoras. Reagem mesmo só quando algo já as está atropelando. Lembro quando começou a coisa do orkut. Embora teleguiada pelo conservadorismo, redação que se preza tem um ou outro "antenado", "maluquinho", em geral da área de cultura ou de tecnologia. São eles que defendem as maluquices, que é como a gente tende a receber uma novidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, veio o orkut e todo mundo torceu o nariz, entendendo como coisa menor, coisa de adolescente - e adolescente não é gente, claro... Hoje, a gente vê reportagens sendo feitas com a ajuda do orkut. Mesma coisa com os blogs. Vi gente rindo dos "diários". Hoje, são dezenas deles em cada portal de grupo de comunicação da grande mídia. Teve o MSN tb. Chegou-se a proibir a ferramenta; agora, editores e repórteres do interior só se falam através da ferramenta. No momento, é o twitter, e tô curiosa para acompanhar o que vai acontecer até sua popularização. Pode também não dar em nada, como aconteceu com o Second Life, recebido com pompa e circunstância. Em geral, as coisas que vem pra ficar não fazem alarde.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não falo só de tecnologia. Aliás, não é tecnologia. Isso é comportamento. E nesse sentido dá para citar outras coisas, mais corriqueiras até.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tatuagem, por exemplo. Já foi preciso escondê-las. Hoje todo mundo tem uma. Até na orelha, no lugar do brinco. Hehehe&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou como o namorado dinamarquês, ou holandês, de uma amiga. Ele vinha pra cá, isso há uns 10 anos ou pouco mais, e ficava espantado quando passava por um parque. Ele olhava pra minha amiga e dizia: "por que vocês só caminham e não correm?". Hoje em dia, é tanta gente correndo que, dependendo da hora e do local, é mais fácil correr na Andradas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E há coisas mais "sérias" também, e é aí que eu quero chegar. Algumas bastante relevantes. Eu lembro de ouvir histórias de como o cara que criou o Gurgel foi desdenhado ao apostar em carros elétricos, defendendo que campo é pra plantar comida e não combustível. Agora, ele não está vivo para ver a indústria automobilística ser vista com ressalvas por sua ode ao petróleo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No fórum de Davos 2009, e não precisa entender muito de economia para ter sacado, os questionamentos eram muito próximos dos feitos pelo fórum social mundial de anos atrás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que aconteceu? O mundo girou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, dia 28/3 (e finalmente chego aonde queria chegar), vai acontecer a &lt;a href="http://www.earthhour.org/news/br:pt-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;Hora do Planeta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Às 20h30min, estamos convidados a apagar/desligar por 60 minutos toda forma de uso de energia, em protesto contra o aquecimento global, ou comunhão pela vontade de salvar o planeta. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há coisa de cinco, seis anos atrás, eu lembro de receber no meu "email da firma" relises de ONGs bicho-grilo sugerindo a mesma mobilização. Eu lembro de editores sérios rindo ou nem lendo o email, mandando direto pro lixo, afinal, ele tinha coisa mais importante para fazer. Agora, a Hora do Planeta tem patrocínio, propaganda na Globo com narração de ator global, site e... cobertura da imprensa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mundo gira mesmo, mas em termos de "saúde do planeta" eu não sei se ele nos espera numa boa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1070849252170592526?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1070849252170592526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1070849252170592526' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1070849252170592526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1070849252170592526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/o-mundo-gira-e-nos-espera-numa-boa.html' title='O mundo gira e nos espera numa boa'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/ScuSujXMcUI/AAAAAAAAALE/YR0KJNb0UPo/s72-c/images.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2705289527361659110</id><published>2009-03-23T11:52:00.004-03:00</published><updated>2009-03-23T12:25:46.067-03:00</updated><title type='text'>Arrependimento (1)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sceoq1LM9dI/AAAAAAAAAK8/QwOHaUrG6v0/s1600-h/DomPedritoInverno03.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 135px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sceoq1LM9dI/AAAAAAAAAK8/QwOHaUrG6v0/s200/DomPedritoInverno03.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316403338916197842" /&gt;&lt;/a&gt;Uma vez eu voltava sozinha de Dom Pedrito no meu superKa. Saí muito cedo da cidade, era noite ainda, e fazia um frio do cacete. O casaco que eu usava me cansava os ombros. Era eu, o casaco, o carro e a estrada. &lt;div&gt;Na verdade, no início, apenas um feixe de estrada, um vão que os faróis iluminavam. O resto era escuridão. Uma estrada reta sem fim e sem sinalização, principalmente até Bagé, com uma paisagem lateral sem fim também. &lt;div&gt;Daqui a pouco apareceu um caminhão, que claramente "me acompanhou" durante um bom tempo, até o dia começar a clarear. Nos tornamos parceiros daquela estrada vazia. Até que ele fez sinal de luz, buzinou e entrou numa estrada lateral. Parceirão. &lt;div&gt;O dia estava clareando, e tinha orvalho congelado nos campos. Muito bacana. Senti uma sensação muito grande de liberdade. Melhor estilo road movie, sabe? Ai, tah...: era um Ka sim, era vindo de Dom Pedrito e a estrada não era o bicho, mas cada um com seu road movie, ok?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cenário foi mudando e comecei a passar por encostas que se erguiam mais próximas da estrada. Tipo morros, sabe?, mas baixos, que formavam um pequeno corredor. Eles estavam brancos de tão frio que fazia. Não posso dizer que era neve, mas eles estavam brancos. E com os primeiros raios de sol, a própria superfície do carro "suava". Então, quando eu mergulhava nesses corredores brancos, onde ainda fazia sombra, os retrovisores externos congelavam. Ficavam inteiramente branquinhos. Aí, eu saía do corredor e derretia. Outro corredor, retrovisores branquinhos de novo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tive vontade de parar o carro no meio daquilo e descer. E encarar o silêncio que imperava ali. Encarar o friozão. Ir o mais próximo possível dos morrinhos congelados e tocar naquilo. E ficar parada ali: eu, o Ka, a estrada, o casaco, os morrinhos e nada mais. NADA. Por quanto tempo eu poderia ficar ali sem que nada, rigorosamente NADA, acontecesse?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não parei o carro. Eu não desci. E neste instante tive certeza de que me arrependeria pro resto da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se bem que, me esforçando um pouquinho, posso sentir minha mão congelada tocando naquele tapete branco. Sim, posso. Posso ouvir o silêncio. Posso sentir o prazer de ter descido. Posso sentir o pavor/prazer da solidão ali. O pavor/prazer de ser um pontinho naquela imensidão congelada. Posso lembrar da estrada vazia até onde o olhar alcançava, seja pra lá, seja pra cá. Posso recordar a confusão de sensações: não ver ninguém mas imaginar que tinha alguém me vendo, escondido em algum lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que não desci mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ser esquizofrênica tem lá suas vantagens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho de cuidar o que escrevo aqui. Não sei se todo mundo entende quando brinco e quando falo sério.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você não acha que sou esquizofrênica, acha?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu acho que você devia gastar seu tempo pensando no que você é. Parece mais útil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2705289527361659110?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2705289527361659110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2705289527361659110' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2705289527361659110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2705289527361659110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/arrependimento-1.html' title='Arrependimento (1)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sceoq1LM9dI/AAAAAAAAAK8/QwOHaUrG6v0/s72-c/DomPedritoInverno03.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-3336541453663207993</id><published>2009-03-20T20:19:00.008-03:00</published><updated>2009-03-20T21:38:28.180-03:00</updated><title type='text'>Feliz ano novo (ou.. eu não tinha título melhor)</title><content type='html'>Quando se vê de fora e quando se começa nisso, parece que correr é só correr, pedalar é só pedalar, nadar é só nadar. São coisas inteiras, cada uma, uniformes. &lt;div&gt;Com o tempo, isso muda. Ao menos pra mim mudou. Não vejo mais só uma corrida, só um pedal, só uma natação. Isso é o que está na superfície. Na intimidade com cada modalidade, se descobre corridas dentro da corrida, pedais dentro do pedal, nados dentro do nado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu posso correr com passadas largas, depois com curtas, eu posso correr com o braço fazendo um movimento mais amplo ou mais curto, balançando-os ou firmes na técnica. Eu posso ritmar tudo isso pensando no tira-põe-tira-põe-tira-põe dos pés ou contando as expirações. Eu posso correr fazendo o movimento concentrada no abdomen. Ou concentrada nos glúteos. Eu posso olhar pro chão ou posso correr buscando referências lá na frente. Posso me inclinar ou me manter mais reta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu posso pedalar girando muito rápido, girando bem pesado, puxando o pedal, empurrando o pedal, fazendo força com os braços trazendo a direção para o peito. Ou socada no banco ou encostando nele de leve. Posso ir subindo a velocidade devagar até encaixar. Posso passar o treino todo tentando encaixar uma velocidade que eu ainda não alcanço sem morrer logo ali na frente. Posso pedalar pensando em jogar os joelhos pra cima, ou querendo enfiar a sola do pé no asfalto. Posso me deitar sobre a direção ou erguer o tronco mais pra trás.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu posso nadar deslizando os braços lá na frente, fazendo carinho na água, girando bem o corpo. Posso, ao contrário, nadar fincando a mão na água como se tivesse pás, agredindo a água, ou abraçando-a, empurrando-a como montes de terra para baixo de mim. Posso nadar retomando o braço rapidamente ou posso finalizar demoradamente, empurrando com a palma toda a piscina para longe. Posso bater pouco as pernas, posso bater muito. Ou posso não bater nada, trazendo o corpo de arrasto. Posso variar o número de respirações/braçadas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nadando, pedalando ou correndo, as variações dinamizam o treino e ajudam (muito) a passar o tempo mais rápido. Mas não é só isso. A grande sacada, eu acho, é que não se trata apenas de descobrir jeitos de correr, jeitos de pedalar, jeitos de nadar. Na brincadeira da variação, a grande descoberta é de você mesmo. São vários vocês dentro de você. Um deles é o você ideal pra cumprir a planilha naquele dia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, encontrei a Loraine certa já no ônibus a caminho do clube. Eu senti que seria um treino bom. Deve ser o ano-novo astrológico, a energia ariana, de Marte, o fogo. Estava louca pra correr. A cada 50m na piscina, eu pensava "menos 50m pra eu ir pra rua". Veio a chuva e eu queria mais ainda. 15km de prazer. Nem sempre é assim. E tudo bem. Não precisa ser sempre assim. Não tem de ser. Não quero que seja. Quero descobrir mais Loraines e, principalmente, encarar de frente aquela que sugere desistir, reduzir, parar quando tá difícil.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E agora eu lembrei de outra coisa associada aos treinos, que eu vou contar noutro post. Preciso "encaixar" no post certo. Eu sei que o texto vem. Ele sempre vem. Texto também tem disso: quem vê de fora parece que escrever é só escrever. Não é. Há opções de textos dentro do texto: ritmo, tom, tamanho das frases, pontuação, humor, o lugar certo da palavra, com blablabla, sem blablabla.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De suar e de escrever. Eu gosto dessas duas coisas intimamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-3336541453663207993?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/3336541453663207993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=3336541453663207993' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3336541453663207993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/3336541453663207993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/feliz-ano-novo-ou-eu-nao-tinha-titulo.html' title='Feliz ano novo (ou.. eu não tinha título melhor)'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1434826009309042430</id><published>2009-03-14T15:15:00.004-03:00</published><updated>2009-03-14T15:54:21.152-03:00</updated><title type='text'>Durma sem derramar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sbv7pyqrGcI/AAAAAAAAAK0/4EjOShS2tqE/s1600-h/CopoCheio.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 147px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sbv7pyqrGcI/AAAAAAAAAK0/4EjOShS2tqE/s200/CopoCheio.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313116880807598530" /&gt;&lt;/a&gt;Tem dias que não adianta estar cansada, não adianta ter passado o dia sonolenta. É deitar na cama e algum mecanismo desconhecido pra mim dispara. Sem controle.&lt;div&gt;Um pensamento atrás do outro, atrás do outro, atrás do outro, atrás, por cima, por baixo, as horas passando, o corpo quieto, a cabeça girando, alerta, acordada. Mais do que acordada, independente de mim. &lt;div&gt;Ontem foi assim. E foi do tipo de turbilhão que surge um texto. Tem giros mentais que não dão em lugar algum, mas há os que resultam em texto. Como ontem. Eu tentando dormir, e a cabeça lá montando um texto à revelia de mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não ria, não desdenhe, não duvide. Acontece mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O texto fica lá, se movimentando sozinho. Um parágrafo deslocando pra cá, outro pra lá, o texto vai espichando, vou ficando com medo de perder alguma parte, penso se devo levantar da cama e escrever, fico em dúvida, volto para o texto pra ver até onde já foi, começo a achar que vou perdê-lo, repasso cada frase, outra que não estava ali surge agora, fica tudo emendado, como uma folha impressa e rabiscada em volta. Cada vez mais difícil de decorar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não quero perdê-lo, não posso perdê-lo, mas não levanto da cama para despejá-lo, vomitá-lo, expulsá-lo de mim. E então fico com aquilo, temerosa, cuidando que nenhuma frase ou parágrafo escape até o dia clarear e eu ter tempo de guardá-lo em algum lugar. Como se eu equilibrasse um copo transbordante de líquido e quisesse que nenhuma gota caísse no chão. Como quando enchemos as forminhas de gelo com água e temos de levar até a geladeira sem derramar. Parece tão curto o caminho, tão fácil, mas tão improvável evitar o pingo no chão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fico lá, segurando isso. É bem assim. Juro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O texto de ontem? Vou segurar o copo mais um pouquinho. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1434826009309042430?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1434826009309042430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1434826009309042430' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1434826009309042430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1434826009309042430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/durma-sem-derramar.html' title='Durma sem derramar'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/Sbv7pyqrGcI/AAAAAAAAAK0/4EjOShS2tqE/s72-c/CopoCheio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7464270109150331378</id><published>2009-03-09T10:26:00.004-03:00</published><updated>2009-03-09T10:53:36.214-03:00</updated><title type='text'>Arco e flecha</title><content type='html'>É bem coisa de criança fazer perguntas surpreendentes com um genuíno desconhecimento da resposta (e um comovente interesse por ela). E entenda-se por surpreendente tudo aquilo que desbrava na mente da gente um caminho ainda não percorrido, ou seja, todo raciocínio que embaralha o que a gente já cimentou como verdade ou fato.&lt;div&gt;Esses dias uma amiga minha me contou de uma dessas perguntas, feita pelo afilhado dela. Ele brincava com um arco e flecha daqueles cuja ponta de borracha gruda no alvo preso à parede. O presente havia sido dado pela minha amiga. O garoto com, não sei ao certo, seis anos talvez, acertava o alvo muito bem. Para brincar com ele, ela tentou também. E errou. Então, ele decidiu explicar a ela como fazia, "ensiná-la". Nas tentativas seguintes, ela começou a acertar mesmo. E ele, a errar. Daí que o guri pensou um pouco e perguntou algo como isso: "Dinda, quando a gente ensina alguém, mostra como faz, a gente deixa de saber, de acertar?".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me surpreendeu um pouco a convicção com que minha amiga explicou que não. Mas ela estava certa. O guri precisava de convicção para voltar a acertar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Necessárias, fascinantes e ilusórias. As convicções.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7464270109150331378?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7464270109150331378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7464270109150331378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7464270109150331378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7464270109150331378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/03/arco-e-flecha.html' title='Arco e flecha'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2079067988036174284</id><published>2009-02-26T16:42:00.006-03:00</published><updated>2009-02-26T18:26:24.609-03:00</updated><title type='text'>Show de Luzman</title><content type='html'>Sou um pouco atrapalhada na cozinha. Essa é uma fama que não corresponde 100% aos fatos, mas qual fama corresponde, neh? O fato é que é uma fama que eu alimento com algumas histórias, até para ver minha mãe rir. É bom fazer rir quem a gente gosta. &lt;div&gt;Como na vez que eu fui lavar as folhas de alface pra uma salada (viu só a fama q eu tenho? Na hora de ajudar na cozinha, só me passam essa função...). Eu queria lavar tão bem as folhas que coloquei água quente, bem quente, nelas. Pra matar os bichinhos (que bichinhos neh? ah sei lah, os invisíveis). Quando vi as folhas murchando, me deu um desespero... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu salvei algumas. Ninguém sentiu falta. As pessoas não comem alface, neh? É só pra decorar mesmo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, morando sozinha, já fiz cada uma também... Ainda bem que não tem câmeras na minha cozinha... Na minha casa... Quer dizer, eu acho que não tem... Aiii. Tipo Show de Truman. Adorei aquele filme, o único em que consegui aturar o chato do Jim Carrey. Será que as pessoas estão me assistindo? Já pensou? Show de Luzman. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como a cozinha é pequena, eu acabo fazendo ao mesmo tempo coisas de departamentos diferentes. Tipo... passar café e lavar a roupa. Um dia deu merda abrir o saco de sabão em pó perto do coador que passava o café. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E teve aquela vez também que... bom, chega, esse post não vai acabar nunca.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu quero contar é que ontem eu e minha irmã compramos juntas os ingredientes para uma cheesecake, torta que adoro, pra fazermos lá na casa da mãe. Ela me passou a receita, e parte dela é parecida com um quiche que eu faço. Só que essa referência não adiantou de nada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esqueci de assar a massa, que é base da torta. É que na hora de copiar a receita, pulei uma linha. Viu? Não dá pra pular linha em receita que nem a gente faz com texto chato, não dá.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(tu pulou alguma linha até aqui? aiiiiii. Pula essa, então.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Daí que uma hora depois me dei conta do erro (minha irmã foi reler a receita, na verdade...) e eu quis salvar o negócio (bem q eu achei estranho ler "massa depois de esfriar"... mas esfriar o q?). Tirei o recheio (ou parte dele), tentei assar a massa mesmo assim, começou um cheiro de queimado, a minha irmã dizia "tira isso daí", eu meio desiludida, a minha mãe começou a chorar... hahaha, tah, não foi pela torta, deixa pra lá, só contei porque queria tentar montar a cena. Eu devia era ter montado a torta direito em vez da cena, neh?! Mas se fosse pra ser direito, ela não seria torta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(aiiii)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É cheesecake, Loraine! Tah.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aí, eu voltei pra casa e soube hoje que minha irmã montou a cheesecake depois que esfriou a massa. E olhem só: ficou ótimo. Minha mãe acha que eu devo errar sempre a receita agora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Anota aí: cheesecake. Eu sei fazer. Quer dizer, não sei. Mas fica bom.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2079067988036174284?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2079067988036174284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2079067988036174284' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2079067988036174284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2079067988036174284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/show-de-luzman.html' title='Show de Luzman'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5170247413536834727</id><published>2009-02-23T15:25:00.005-03:00</published><updated>2009-02-23T16:19:09.894-03:00</updated><title type='text'>Pinos de madeira</title><content type='html'>Eu estava no Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS, certa vez, fazendo uma matéria, e o cara lá me falava das atrações do lugar e tal. Daqui a pouco, ele me mostrou dois pinos de madeira, grandes, presos à parede num suporte, suspensos do chão, mas acomodados numa base. &lt;div&gt;Então, me pediu para agarrar um deles e levantar. Eu fiz. Era pesado. Madeira maciça? Ele sorriu. Agora, faz o mesmo com o outro, pediu. Eu fiz. E o levantei muito mais alto, mais rápido e descontroladamente, a ponto de ter de frear o movimento do braço. O segundo era mais leve do que o primeiro. Bem mais leve. Por isso, o descompasso.&lt;div&gt;Sim, isso acontece direto... Você lembrou, por exemplo, da garrafa que vc acha que está cheia, mas está vazia. A garrafa que vc quer pegar e aplica a força que acredita precisar para isso baseado na idéia que sua cabeça tem como referência (momentânea ou definitiva).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi uma experiência simples para um museu como o da PUCRS. Mas eu lembro dela, e não das outras que ele mostrou. Eu fiquei pensando nela porque era uma boa representação de comportamento, de condicionamento para outras esferas da vida. A gente tende a reagir sempre baseado em nossas referências, não apenas na hora de pegar a garrafa na mesa ou na PUC, levantando o segundo pino de madeira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que... quem disse que o que se apresenta agora na sua frente é realmente igual ao que vc já viveu a respeito daquilo? Pode parecer. Pode até ser. Mas pode não ser. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sei vc, mas quando eu levantei o segundo pino e o movimento foi exagerado, fiquei constrangida. Depois, me diverti. Em seguida, dei graças a deus que era só um pino de madeira. E, por fim, acho que desde então fiquei com essa pulga atrás da orelha. Tudo rapidinho assim. Constrangimento + diversão + alívio + alerta amarelo. Alerta amarelo no sentido de evitar estragos no presente/no agora ao reagir (fazer escolhas?) baseada no que já foi/é passado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não sei se isso é 100% possível. Talvez os robôs consigam. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os ETs, então?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:x-large;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra associação possível com a experiência dos pinos tem a ver com treinamento. Me ocorreu agora essa. O segundo pino teria a ver com a semana do polimento. Mais ou menos por aí. Tô com preguiça de explicar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prefiro os post sobre sutilezas. Esse do treinamento não seria sutil. Ou, como queira: prefiro os post-drama hehehe. ;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pô, Loraine, mas talvez a idéia de polimento seja justamente a chave para o post acima!!! Talvez coloque luz sobre aquele raciocínio aliiiii.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hm, é, talvez. Talvez. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5170247413536834727?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5170247413536834727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5170247413536834727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5170247413536834727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5170247413536834727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/pinos-de-madeira.html' title='Pinos de madeira'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4796383906902949670</id><published>2009-02-18T08:04:00.004-03:00</published><updated>2009-02-18T08:30:48.457-03:00</updated><title type='text'>Um carnaval de post</title><content type='html'>&lt;div&gt;Aqueles nomes compriiiiiidos de enredo de escola de samba parecem com títulos de monografia, neh? Ao menos as monografias dos cursos de comunicação. São bem parecidos: compriiiiidos, pra se fazer entender, o que não vai adiantar muito, juntando alhos e bugalhos, com resultado meio sem-noção, porque a gente se pergunta no final "tá e daí?".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o Francisco José, hein? Vai fazer sua quinquagésima terceira matéria sobre os bonecos de Olinda. Tô com uma pena dele...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse não é um post para criticar Carnaval... acho mesmo que deve ser uma coisa meio lôca atravessar a Sapucaí, tipo experimentar uma outra dimensão, e isso é legal. Esse post é mais sobre jornalismo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma vez analisávamos as revistas femininas ao longo das décadas, e no grupo todo mundo se espantava, porque os temas eram mais ou menos os mesmos, apesar dos anos: a roupa certa pra usar não sei onde, dicas para enlouquecer seu marido/namorado, perca até 200 quilos em uma semana. Eu fiquei pensando o seguinte: não foram as revistas que não mudaram, foram as mulheres. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse post não é sobre jornalismo, então...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É sobre o quê?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4796383906902949670?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4796383906902949670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4796383906902949670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4796383906902949670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4796383906902949670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/um-carnaval-de-post.html' title='Um carnaval de post'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-784474361402453641</id><published>2009-02-17T08:53:00.007-03:00</published><updated>2009-02-17T09:14:54.405-03:00</updated><title type='text'>Olho de coelho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SZqoytns8CI/AAAAAAAAAJ0/wRvOTU6Eb1k/s1600-h/darth-vader-face1.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SZqoytns8CI/AAAAAAAAAJ0/wRvOTU6Eb1k/s200/darth-vader-face1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303737100375224354" /&gt;&lt;/a&gt;Tem umas pessoas que são, tipo assim, muito o Lado Negro da Força, sabe? E isso não parece circunstancial. &lt;div&gt;Tá certo que o Darth Vader é muito sedutor. Que aquela voz dele e a música que antecede cada entrada dele são o que há de melhor no filme.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas a gente sabe que, no fundo, o que todo mundo quer é paz. No fundo, o que importa é o olho no olho. Ou, o contrário disso: poder fechar o olho e confiar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Darth Vader não tem olhos. O Luke Skywalker e o Mestre Yoda têm olhos bem expressivos. Acho bem simbólico isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses dias li, putz, onde li isso?, li que... putz, esqueci a frase exata, mas era mais ou menos isso: uma boa foto depende de você conseguir mostrar o olhar das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deve ser por isso que a gente implica tanto com foto que deixa todo mundo com olho de coelho, tudo vermelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-784474361402453641?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/784474361402453641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=784474361402453641' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/784474361402453641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/784474361402453641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/olho-de-coelho.html' title='Olho de coelho'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SZqoytns8CI/AAAAAAAAAJ0/wRvOTU6Eb1k/s72-c/darth-vader-face1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-8958322332687973085</id><published>2009-02-14T20:47:00.005-02:00</published><updated>2009-02-14T21:26:04.248-02:00</updated><title type='text'>O não</title><content type='html'>&lt;div&gt;No shopping, depois de um lanche, minha irmã explica a meu sobrinho (filho do meu irmão) por que ele não iria nos brinquedos aquele dia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os dois sentados na minha frente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O argumento dela era bom. Eles não haviam combinado isso. Se tivessem combinado, ok, mas a idéia era ter ido até ali pra fazer um lanche e também consertar os óculos de nossa mãe, avó dele, em uma ótica. Só isso. Então, ele até podia sugerir os brinquedos, mas teria de aceitar o não. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele tem cinco anos e não aceitou facilmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o que me chamou a atenção é que, em questão de segundos, aquele não fez os olhinhos dele se encherem d`'agua. Se inundaram de tanta dor, parecia ter tanto sofrimento ali, que eu podia imaginar o peito dele se espremendo de tristeza. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aí eu me dei conta do óbvio, talvez. A partir de muito cedo, tipo cinco anos de idade, rsrsrs, a gente vai chorar sempre do mesmo jeito. Só muda o motivo. Talvez nem o motivo mude: se for reparar bem, bem no fundo, a gente frequentemente chora porque ouviu/sentiu um não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu tb quis, por segundos, poder evitar que ele chorasse. Não exatamente aquela vez ali, a dos brinquedos. Mas nas outras que viriam em sua vida. Foi isso. Eu senti pena das vezes que ele ainda ia chorar e senti que dificilmente seríamos capazes de evitá-las, porque enfim faz parte. E ninguém morre por causa disso. Mas foi tudo muito rápido, tudo junto, e nem sei se expliquei direito aqui. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-8958322332687973085?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/8958322332687973085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=8958322332687973085' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8958322332687973085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/8958322332687973085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/o-nao.html' title='O não'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5012443357283818879</id><published>2009-02-08T21:50:00.006-02:00</published><updated>2009-02-08T23:50:27.357-02:00</updated><title type='text'>Big idea</title><content type='html'>Na hora de sair, 6 da manhã, empurrar o ônibus até fazer pegar. Nadar no meio da confusão (traduzindo: levando tapa e desviando de chutes), pedalar uma volta a mais e, apesar de praticamente não ter forçado o pé a semana inteira, correr com o "freio de mão puxado" por causa do dedo machucado.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parece ruim, né? Mas não foi. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Empurrar o ônibus, sim, mas "de galera" e dando risada. Na verdade, eu só entrei na parte da risada. Os homens é que empurraram (nem todos, apenas o suficiente para ocupar toda a área traseira do veículo). Inacreditááável. Mas há fotos! &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fazer a minha melhor natação de água aberta até agora - eu fui pro meio da confusão! Superar o desânimo pelo erro na bike (puuuuuuuuuuuu... queopariu) e correr logo, só para poder mergulhar na água de novo e soltar. Dever cumprido! Depois, voltar pra casa no ônibus dando risada. Alguns colegas da equipe resolveram eles mesmos criar os diálogos do DVD que rolava. Tecla SAP improvisada, sabe? O filme era "O Escocês Voador" (um ciclista aí que passa o filme todo vestido de Capitão América, mas tudo bem...). Na "dublagem", os personagens eram os amigos triatletas... Mas um deles vai contar essa história (e outras) &lt;a href="http://naroda.blogspot.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como diria aquela propaganda do Mastercard, tudo isso não tem preço.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma vez assisti à palestra da americana que participou dessa campanha de marketing (que, de tão certeira, virou jargão). Ela contou como a coisa foi criada, mostrou propagandas de outros países na mesma linha (muuuuito bacanas!) e exibiu números do sucesso todo. Segundo ela, quando criaram nos EUA a fase de campanha pela qual as pessoas poderiam sugerir suas histórias para virarem o comercial, em dois meses, cerca de 100 mil americanos registraram situações pessoais. Isso só no site.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deu para entender 3 coisas sobre o sucesso da campanha, considerada a "big idea" no meio da publicidade e da propaganda. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) onde tem emoção, sentimento genuíno, dá certo. A emoção, o sentimento genuíno estão em nós mesmos, em cada um de nós. Só precisa ter coragem para vasculhar lá dentro e mostrar/compartilhar (com algum critério, evidentemente. Ou não). Na primeira fase, isso era feito apenas pelos publicitários, que buscaram referências próprias para criar as propagandas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) as pessoas em geral acreditam que o que vivem e sentem é relevante. Confiaram ainda mais nisso quando assistiram às primeiras propagandas. Então, elas se jogaram quando viram o convite de participação da Mastercard. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) e não é que acontece de as pessoas essas terem razão?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Certo que viajar pra competir com o pessoal rende umas histórias Mastercard. Será que mandamos pra lá?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É certo que precisa ser melhor escrita do que este post.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;heheh&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muito sol na cabeça dá nisso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5012443357283818879?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5012443357283818879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5012443357283818879' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5012443357283818879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5012443357283818879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/big-idea.html' title='Big idea'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5600042769526893690</id><published>2009-02-06T21:47:00.004-02:00</published><updated>2009-02-06T22:14:28.141-02:00</updated><title type='text'>No Norte</title><content type='html'>&lt;div&gt;Na Amazônia, em determinada época, tem competição pra ver quem sobe mais rápido na palmeira que dá o açaí, o açaizeiro. Os "competidores" sobem com a ajuda da peconha, um trançado de folha amarrado aos pés/calcanhares. Assim que o açaí é colhido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A maniuara faz parte da alimentação dos índios Baniwa que vivem na região amazônica. Maniuara é uma formiga enorme e vermelha. E são as mulheres da tribo que as caçam. Elas - as mulheres - saem juntas em busca dos formigueiros, morrinhos altos de terra. Aí põem fumaça lá dentro, pra deixar as formigas zonzinhas. Então fincam o galho de uma planta específica, e elas se grudam naquilo por causa do cheiro. É assim que acabam na panela, pra comer com tapioca.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou fã do ABC da Amazônia, um programete curtinho, iniciativa da Globo, com patrocínio da Natura e do Bradesco, que aparece no meio das propagandas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fã mesmo. A dos índios são minhas histórias preferidas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Penso o seguinte cada vez que vejo um programete: o mundo é bacana, hein? E esse mundo aí é no Brasil!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Fórum Social já foi por lá. E claro: a região amazônica vai levar uma, ou mais de uma, sede da Copa do Mundo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://video.globo.com/Videos/Busca/0,,7959,00.html?b=abc%20da%20amazônia&amp;amp;p=1"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; tem os vídeos do ABC da Amazônia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5600042769526893690?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5600042769526893690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5600042769526893690' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5600042769526893690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5600042769526893690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/no-norte.html' title='No Norte'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6681767635259317630</id><published>2009-02-04T14:51:00.008-02:00</published><updated>2009-02-04T15:13:45.445-02:00</updated><title type='text'>Incenso</title><content type='html'>&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Fiz essa entrevista para um frila, mas já vi que o editor (ah, os editores... nunca entendem os repórteres) decepou boa parte do bate-papo. E eu tinha achado tão divertida a conversa... Então, aí vai inteira (só faltou a fotinha).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Que momento hein, Loraine?! Entrevistando o vendedor de incenso da Cidade Baixa! Iurruuu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Da Cidade Baixa para o Moinhos de Vento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;(o q você quer saber sobre o peruano-chileno-argentino vendedor de incenso e nunca teve chance de ler)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Uma ação divertida e cheia de votos de energia para 2009 da Dez Propaganda acabou por contribuir para o clima mix-total pretendido pela organização da Semana ARP da Comunicação 2008. Por alguns dias, quem participou dos painéis encontrou pelo Moinhos de Vento um personagem bastante conhecido em Porto Alegre por conta de seu trabalho no bairro Cidade Baixa. José Eduardo Martinez, 52 anos, vende incensos de bar em bar há 19 anos. Saiu de Lima (Peru) há 25 anos e, antes de se fixar por aqui, passou pelo Chile e pela Argentina. Abaixo, ele conta como foi a experiência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style=" ;font-family:georgia;font-size:16px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Por que distribuir incensos durante a Semana da Propaganda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"A Dez me procurou para fazer uma ação. Eles queriam fazer propaganda deles e também animar a Semana, ter uma mensagem que desejasse um 2009 dez. Em cada incenso, tem um aroma, uma cor. Queriam distribuir energia. Mas disseram pra eu ser eu mesmo, não tinha nenhum texto especial."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Você trabalha com incenso há 19 anos. Desde o início teve essa conotação energética, de você parar, olhar pra pessoa e dizer do que ela precisa?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Não... Foi depois, aos poucos. No início, vendia pelo aroma somente. Sou kardecista há cinco anos. Não sou sensitivo. Sou intuitivo, desde criança. Fui lendo, estudando. Percebo coisas pelo olhar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;E como foi trocar a Cidade Baixa pelo Moinhos de Vento durante algumas noites durante a Semana da ARP?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Foi gostoso. Encontrei várias pessoas que já me conheciam, e é uma zona da cidade linda. Aprendi muitas coisas. O que fiz foi uma ação. Em publicidade, chama ação."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Você faz ação toda noite há um tempão!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;" (risos) É verdade! Tem vezes que chego esgotado. Suga muito a energia. Tem de tomar banho de sal grosso (risos). Mas é assim: as pessoas amigas param para falar, abrir o coração. Desgasta bastante."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Essa forma de abordar as pessoas, você desenvolveu aos poucos...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Mas tem vezes que saio à noite e não sei por onde começar. Se encontro muita gente negativa, travo, fico bloqueado e não sai nada. Preciso achar um lugar legal, uma energia boa para me sentir bem e então começar."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Alguém já recebeu mal você? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Sim. Tem um bar, conhecido até, ao qual eu não vou mais. As pessoas me trataram mal e eu sou de responder. Então, pra não incomodar, eu não vou mais."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Quantos incensos você vende?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Uma média de 3 mil palitos por semana."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica; min-height: 20.0px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;Quantos distribuiu na Semana da ARP para a Dez Propaganda?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 17.0px Helvetica"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:georgia;"&gt;"Uns mil palitos em três dias."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6681767635259317630?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6681767635259317630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6681767635259317630' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6681767635259317630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6681767635259317630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/02/incenso.html' title='Incenso'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2799320184282845473</id><published>2009-01-21T23:00:00.010-02:00</published><updated>2009-01-22T10:25:19.786-02:00</updated><title type='text'>"Vámus, tchícaaa!!"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SXfMQGrRrTI/AAAAAAAAAIs/fyODh--M9Us/s1600-h/DSC00550.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SXfMQGrRrTI/AAAAAAAAAIs/fyODh--M9Us/s320/DSC00550.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293924464039406898" /&gt;&lt;/a&gt;Demorei quatro dias para ter certeza: não fiz um grande tempo em La Paz, meu primeiro triathlon olímpico. La Paz é tanta informação que você precisa de alguns dias para assentar o pensamento, separar as coisas.&lt;div&gt;Mas quem disse que eu quero separar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reduzir La Paz a horas, minutos e segundos seria uma injustiça, uma bobeira. E, no meu caso, uma mentira. Encarei o rio com toda a coragem que eu consegui conquistar nas provas em água aberta, perdi a noção do que seriam 40km de pedal e quebrei. E na corrida... me diverti muito, muito e muito nos 10km de corrida. Não deixei de tocar nas mãos das pessoas nem nas bandeirolas em cordas esticadas de ponta a ponta na largura da rua. Não deixei de sorrir nem de retribuir com um ok de polegares todos os aplausos e "vámus, tchícaaa!!" que ouvi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Abri o maior sorriso que eu pude nos metros finais até o pórtico de chegada. Tomara que alguém tenha fotografado (&lt;a href="http://picasaweb.google.com.br/TelmoKazuoHanawa/TriathlonInternacionalDeLaPazArgentina#"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;aqui já tem algumas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). Quero guardar isso pra, de repente, mostrar pros meus filhos. Não, não vou persuadi-los a fazer esporte caso prefiram outras coisas. Quero é encorajá-los a buscar um sorriso parecido nessas coisas que escolherem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Papinho de pangaré, neh? No fundo eu queria ter feito um tempo absurdo pruma estreante. Hahaha  ;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vai saber... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fundo da gente é o lugar das coisas absurdas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na foto, a "delegação" gaúcha feminina. Da esquerda pra direita: Daniela, Maira, Silvia, Paula, Fernanda, eu e Ane.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2799320184282845473?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2799320184282845473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2799320184282845473' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2799320184282845473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2799320184282845473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/01/vmus-tchicaaa.html' title='&quot;Vámus, tchícaaa!!&quot;'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SXfMQGrRrTI/AAAAAAAAAIs/fyODh--M9Us/s72-c/DSC00550.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4019098779680149494</id><published>2009-01-15T09:37:00.004-02:00</published><updated>2009-01-15T09:44:56.448-02:00</updated><title type='text'>Progressão</title><content type='html'>Tudo fica melhor depois que a gente &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;treina&lt;/span&gt;.&lt;div&gt;(hmm... se bem que...)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo fica melhor depois que a gente &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;come&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(sim, mas tb tem isso ó...)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo fica melhor depois que a gente &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;dorme&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(na real, é o seguinte)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo fica (muuuuito) melhor depois que a gente treina, come e dorme. De &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;conchinha&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;:)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Yeaaah.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, bobinho, neh? Mas pura verdade. Ah. Grandicoisa! Eu achei bonitinho esse post. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É, achei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;b de bobagem e b de bonitinho, esse bLOg. Depois, vem a TPM e fica só g.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;g de glup. E de gororoba.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4019098779680149494?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4019098779680149494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4019098779680149494' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4019098779680149494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4019098779680149494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/01/progresso.html' title='Progressão'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1668828589836997662</id><published>2009-01-10T11:20:00.008-02:00</published><updated>2009-01-10T16:50:30.027-02:00</updated><title type='text'>Polar, quando fala o coração</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SWiwOVAYrcI/AAAAAAAAAIk/R-DlEdcdOlo/s1600-h/download_maysa_quando_fala_o_coracao_thumb.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 183px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SWiwOVAYrcI/AAAAAAAAAIk/R-DlEdcdOlo/s200/download_maysa_quando_fala_o_coracao_thumb.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289671522550066626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;E a Maysa, hein? Que mala... Tá, mas eu não vou escrever sobre isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A qualquer momento, eu levo o indicador e o dedo médio à lateral da garganta e posso sentir a frequência cardíaca. Outras vezes, sem que eu preveja ou possa provocar isso, ouço o coração bater na ouvido. É quando deito de lado, e a orelha se espreme no travesseiro ou contra o colchão. Em seguida de uma série boa/firme de natação, eu toco a virilha com as mãos e também posso sentir ele bater. No fim de um treino forte de pista, é minha barriga que pulsa. Não é bem a barriga, é abaixo daquele ossinho em V, ali pelo diafragma. Aquela pele ali fica saltitante. E, se está calor, ao terminar um fundo de corrida, olho para as minhas mãos, veias em evidência, e vejo na parte interna do pulso uma delas pulando sozinha, se exibindo em meio a quietude de elefante no inchaço das outras.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os poetas, mesmo os sedentários, devem ter razão. A gente é só coração.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falando em frequência cardíaca, roubaram o Polar que eu usava. Roubaram não. Foi um assalto. Mas foi tranquilo. "Tia, não grita que, senão, te dou um tiro". Continuei caminhando, ele, um gurizote, ao meu lado, de bicicleta. Se alguém nos viu, pensou que fôssemos conhecidos. "Me passa o celular". Acho que ele não tinha uma arma. Mas o que eu poderia fazer? "Eu não tô com celular". Continuamos lado a lado. "Tá sim, tô vendo aí no teu bolso". Eu não estava mesmo com o celular. "Não tô, cara!". Aí pensei no relógio, e meu pensamento virou realidade. "Então, me passa o relógio". Eu já desfivelava a pulseira, ele insistindo no celular. Eu quase começava a acreditar que não tinha mesmo deixado o aparelho em casa. Lá se foi o relógio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro que não gostei de ficar sem o relógio, mas não é exatamente isso que incomoda numa situação dessas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas não, não fiquei com o coração na boca. (brabo foi aquele "tia" ali... heheheh)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu coração é estranho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E essas frases pescadas em filmes-palha, para os quais não dou nada, mas cujas frases, uma ou outra, grudam em mim como verdade, assim, sem que eu esperasse? Mesmo as que parecem mentira. Se grudou, é porque tem verdade ali.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tá, quem sabe eu escreva sobre isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1668828589836997662?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1668828589836997662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1668828589836997662' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1668828589836997662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1668828589836997662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/01/polar-quando-fala-o-corao.html' title='Polar, quando fala o coração'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SWiwOVAYrcI/AAAAAAAAAIk/R-DlEdcdOlo/s72-c/download_maysa_quando_fala_o_coracao_thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-6207802388879048839</id><published>2009-01-01T22:59:00.005-02:00</published><updated>2009-01-04T09:40:32.759-02:00</updated><title type='text'>Beira-Rio marrenta</title><content type='html'>Quinta, dia de pedal. Beira-Rio no seu melhor (??) estilo. Ventando bem, com rajadas. &lt;div&gt;Não foi o caso hoje, porque tinha vento na cidade toda, mas na Beira-Rio acontece um troço estranho. Você está lá, no meio do vento; quando termina o treino e pega a Ipiranga, dando as costas para a Beira-Rio, é como se uma porta se fechasse atrás da gente. O vento para*, o bafo/calor te abraça como um amigo chato. E só se desgruda na ducha mais próxima. Quando isso acontece, tu tem certeza de que, enquanto pedalava na Beira-Rio, estava em outra dimensão.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas o vento hoje... Contra o vento, ficou maior a vontade de eu e a bicicleta nos transformarmos em eueabicicleta, uma coisa só. Então, quando vejo, tô tão socada nela que machuca. Firmo o braço, me esmago no banco e acho que acabo desperdiçando força, não sei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na quarta vez que ía contra o vento, me irritei. Arranquei o velocímetro e... Arranquei o velocímetro e... guardei na bermuda (heheh, meu máximo de irritação). Sem saber quanto faltava pro final do treino, pensei em pedalar até que a Montana começasse a exalar cheiro de churrasco velho. Nada a ver neh? É. Tô brincando. Eu tinha idéia do quanto faltava em km sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Decidi que contra o vento ia tentar manter um ritmo de giro independentemente do resultado em km/h. Teria de haver um. Uma perna girando depois da outra, só isso. E que ia brincar também. Brincar com o pedal e a sapatilha. Uma hora eu ia girar empurrando 0 pedal concentrada na ponta do pé. Outra hora, ia pensar no calcanhar, pensar na força no momento da retomada (se é que existe retomada em giro heheh). Não sei se consegui me concentrar totalmente, mas o treino que parecia interminável terminou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ducha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;*aiê! sem acento... ??? sei não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-6207802388879048839?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/6207802388879048839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=6207802388879048839' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6207802388879048839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/6207802388879048839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2009/01/beira-rio-marrenta.html' title='Beira-Rio marrenta'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-4346145031870925242</id><published>2008-12-30T06:53:00.010-02:00</published><updated>2009-01-04T09:41:32.185-02:00</updated><title type='text'>Lô de lôca</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVn1i8X0t7I/AAAAAAAAAIc/2fyYwXrLnOw/s1600-h/lg.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 199px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVn1i8X0t7I/AAAAAAAAAIc/2fyYwXrLnOw/s200/lg.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285525618366396338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 51, 0);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Pra 2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;É difícil, é bem difícil fazer e ser aquilo que acreditamos. Me refiro aquele aquilo tão único, tão só teu que parece absurdo, estranho, impossível. Aquele aquilo que tu quase não tem coragem de dizer pro espelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, nem vem. Se você acha fácil, é porque não está sendo e fazendo aquele aquilo mesmo. Não está, sinto informar-lhe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu tenho tentado. De um jeito torto, desengonçada (embora finja bem, quase com classe), pegando umas caronas frau &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;(frau de fraude, morô? é do teu tempo essa?)&lt;/span&gt;, outras profundamente esclarecedoras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;De 2008, agradeço todos os insights. Insight é aquela coisa que brilha dentro de você. Uma idéia que vem, nascida de uma imagem. Ela pá, explode na cabeça, faz arregalar os olhos, sorrir com eles, arrepiar as costas. E pum, some. É rapidinho, mas é um combustível e tanto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todo o resto que surge depois, em geral, tende a atrapalhar. E é aí que fica difícil. O insight dura o tempo exato de você saber o que precisa fazer. Mas o como fazer é que a questão. E nessa jornada, não falta gente pra atrapalhar. Você tem vontade de contar pras pessoas, mas, infelizmente, não é por mal, elas vão te atrapalhar. Poucas ajudam. Verdadeira e genuinamente ajudam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu consolo nessa jornada meio solitária (ui! &lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ón, ón, ón&lt;/span&gt; - sirene para alertar que texto pode estar escorregando na breguice) é olhar em volta e sentir que quem optou por uma coisa diferente da de ser e fazer o que realmente acredita, essas pessoas levam uma vida profundamente desinteressante para mim. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes, eu me perco (ok, muitas vezes). Canso. Me sinto realmente sozinha (&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ón, ón, ón, ón&lt;/span&gt;), olho pra dentro, procurando aquilo em que realmente acredito e está tudo bagunçado, revirado, alguém passou por ali esculhambando tudo. Me desespero. E agora? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olho pra fora de novo, em volta, e as pessoas que desistiram de tentar continuam me parecendo profundamente desinteressantes. Não quero ser como elas. Então, volto a olhar pra dentro e tento achar por onde começar a arrumar a bagunça. Porque o que eu realmente acredito está ali. Bem bagunçado, mas está. Na maior parte das vezes desses momentos, eu não sei o que fazer e o que ser. Eu só sei o que eu &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold; "&gt;não&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; quero fazer e o que eu &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;não &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;quero ser. E é a esse começo que eu volto sempre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pra 2009, meu maior desejo é conseguir compreender e aceitar que meu maior desejo precisa ser esquecido. Esquecido não é bem o termo. Que ele precisa ir. Ganhar o mundo. Seguir em frente. Pra poder dar frutos. Ele precisa ir, ir, ir até bater nas paredes do Universo e voltar. Sim, é isso. Sabe quando dizem que o mundo gira, que as coisas voltam e tal? Não é porque o mundo gira. As coisas voltam porque batem nas paredes do Universo, lá no fundo, na parede que dá para o quintal do Universo, batem lá e voltam. Como é muito longe, o mundo gira para nos distrair enquanto isso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ón, ón, ón, ón...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O outro meu maior desejo é, conseguindo ser e fazer aquilo em que realmente acredito, contar tudo, timtim por timtim, quando puder. Sem medo. Sei de gente que conseguiu ser e fazer o que acredita, mas não conta como. Prendeu o segredo num cofre. Com medo que lhe roubem o encanto. Ou faz de conta que não aconteceu nada demais em sua vida. Disfarça.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem não conta é verdade que se protege (e pode ter lá seus motivos pra isso), mas impede os outros de acreditar que dá. De confiar que dá. E tem vezes que tudo o que a gente precisa é ouvir do treinador que vai dar sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Ón, ón, ón &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;(tah, péraí que eu vou tentar dar uma melhorada nesse texto)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu estava pensando esses dias que a arte, que toda manifestação artística, antecipa estados de consciência. É assim desde que o mundo é mundo. Os artistas, com seus insights, suas excentricidades e suas obras, esses artistas foram incompreendidos em suas épocas justamente por isso. Ainda que refletindo características do mundo que habitavam, suas obras traziam algo de um mundo que não existia, que viria a ser. Por isso, a incompreensão dos outros. (também não sei se a arte antecipa o mundo do futuro, como se ele já existisse, ou se ela direciona as pessoas a construírem esse mundo aos moldes do que exibe... iiiiiiiiiiiiihhh)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até aí, tudo bem? Me acompanhou? Não falei nada de novo, neh?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, eu estava pensando sobre o que significa a rede mundial de computadores na nossa vida. A Internet. E eu acho que ela é arte. O que ela é e o que fazemos com ela é a criação artística do homem do nosso tempo. Passo seguinte: o que ela está nos dizendo? O que ela antecipa? O que ela anuncia como sendo o próximo mundo? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu acho que a palavra é: compartilhar. É esse o recado, mesmo a você que não usa a Internet. A própria rede, seu funcionamento e seu sentido no mundo, é fruto de compartilhamento. Ela&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt; é&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; compartilhar. Ela &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;está&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; para compartilhar, seu sentido de existência e o que a faz renovar-se em vez de envelhecer a cada dia é o compartilhar. E o que ela anuncia como forma de ser e agir do novo mundo é isso: compartilhe. É essa condição que precisaremos levar para todos os setores da nossa vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, antes disso: tenha algo (valoroso) para compartilhar. Ou seja, aprenda algo verdadeiramente. (mas como saber o que terá valor no futuro?)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pode parecer, mas eu não sei se é fácil isso. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A gente precisa de muita humildade para aprender as coisas. Mas de N vezes mais humildade para compartilhar o que aprendeu/entendeu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Enquanto isso, na Sala de Justiça....&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Fala sério que eu vou ter de reaprender a acentuar as palavras, colocar hífen etc etc etc?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;E aqueles dias todos que fiquei estudando aquelas regras de acentuação na sétima série? Vão me roubar pra sempre aqueles dias, é isso? Já que agora mudou tudo, quem vai me devolver aqueles dias?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;E me diz: que moral as escolas vão ter se abrir esse precedente? Tah liberado mudar tudo agora?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;E se alguém decidir mudar a fórmula de báskara?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Ok, não faz falta, mas...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;e a regra de 3? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Tô fuuuuu, se mudarem ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Apesar de todos os meus defeitos, loucurinhas e draminhas, eu tenho humor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Tenho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;:)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Agora, deu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Se "achega" aí, 2009. Tamu tudo te esperando.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Mas vê se chega direito, que ninguém é teu bobo aqui. Te orienta, que a gente tem muita coisa pra fazer junto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-4346145031870925242?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/4346145031870925242/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=4346145031870925242' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4346145031870925242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/4346145031870925242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/l-de-lca.html' title='Lô de lôca'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVn1i8X0t7I/AAAAAAAAAIc/2fyYwXrLnOw/s72-c/lg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-5492274554189556965</id><published>2008-12-26T10:59:00.004-02:00</published><updated>2008-12-26T11:20:18.419-02:00</updated><title type='text'>26 de dezembro</title><content type='html'>Olhando em volta, pra ver se está tudo de pé. Essas datas de final de ano parecem meio apocalípticas. &lt;div&gt;(Dia 2/1, essa sensação é ainda maior.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Até o início da semana, ainda era noticiado algo. Brevemente, espremido entre uma notícia e outra. Agora, não ouvi mais falar do cara que atirou o sapato no Bush. A última informação que eu lembro era de que ele era mantido preso e que tinha no corpo sinais de tortura, segundo o seu irmão informou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cara está preso e está sendo torturado, e isso não é mais "notícia" para a imprensa. É difícil mesmo entender todo o contexto disso, mas algo soa estranho, neh? Mostra que a notícia foi notícia porque era o Bush. Ok. Mas será que deveria ser assim? Dessa forma, a história está sendo contada na perspectiva de Bush. Contada para quem está ao lado dele, não?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quem está ao lado dele? Tu? Eu?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nós somos os espectadores da notícia e parecemos satisfeitos em não saber exatamente o que está acontecendo com o cara que atirou um sapato no presidente dos EUA. E sabemos o que pode acontecer quando as câmeras (e o olhar do mundo) estão longe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tranque o cruzamento. Dê preferência a quem está na rotatória. Respeite o pedestre ao converter. Assentos reservados a idosos. Use apenas duas folhas para secar as mãos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém nos acha muito idiotas ou é só pegadinha?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois da olhadinha, parece que está tudo normal. Ou não, como diria o Caetano Veloso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-5492274554189556965?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/5492274554189556965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=5492274554189556965' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5492274554189556965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/5492274554189556965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/26-de-dezembro.html' title='26 de dezembro'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-2857890375439683528</id><published>2008-12-24T15:25:00.006-02:00</published><updated>2009-01-07T12:29:33.914-02:00</updated><title type='text'>Baaah, não deu pra ir ao shopping...</title><content type='html'>Passa das 10 da manhã, tô saindo pro treino na pista, fecha o tempo, cai a chuva.&lt;div&gt;No caminho até o CETE, as pessoas correm da chuva, tentam se abrigar. Eu corro pra chegar lá e fazer a série da vez de uma vez. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que chuva?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Encontro Pedrinho e Márcio, já voltando. "Fala, Lo!" Eu: "Como assim?". Loraine-yin queria eles por lá. Quanto mais gente mais legal. Loraine-yang: "Bóra, guria, vc não precisa de ninguém não. Tu sabe: essa vai ser a parte&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt; só tua&lt;/span&gt; mais legal do teu 24 de dezembro de 2008". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No CETE, a gente sempre encontra alguém. Mesmo sob chuva, mesmo no dia 24 de dezembro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Frank abana de longe, está no meio de uma série casca com o Roberto Lemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva. Loraine-yang ordena: "Nem pára, já entra no treino". Loraine-yin nem teve tempo de pedir algo diferente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fernandão vem vindo a passos largos, está no início da série, folgado, folgado... Loraine-yin até acredita que vai ser fácil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Frank e Roberto Lemos passam voando. Quantos de 400 a 1'15, 1'11???? Deusdocéu.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Roberto bufa, o Frank arregala os olhos. A Loraine-yang gosta. A Yin começa com aquela choramingação "o que eu tô fazendo aqui mesmo?". Loraine-yang dá risada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2k trote + 1.2km trote/firme &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu café da manhã dá sinais de vida... um arroto por favor... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Roberto Lemos de sunga. &lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: italic;"&gt;Só&lt;/span&gt; de sunga e boné (ok... e tênis). Frank com aquelas meias até os joelhos. Que dupla.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu preciso arrotar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;+ 4x200 + 5x400 &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Arroto, finalmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Loraine-yang para Loraine-yin: "Tu tá roubando nos intervalos". Yin: "Mas é que não vai dar..." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Frank grita de lá: "Tá-e-aí????"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ops. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vambóóóra. Falta pouco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Brinco: "Eu volto amanhã e faço os 800".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Frank e Roberto riem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;+ 3x800&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu short tá caindo porque encharcado. Meus tênis nunca estiveram tão fofinhos de tão molhados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fernandão terminou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chuva e chuva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falta mais um de 800.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Loraine-yin toda feliz: "conseguimos". Loraine-yang: "ah pára! podia ter forçado mais".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chegou o Guilherme.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;+ 2km de trote. De volta pro clube.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assou o meio das pernas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi legal. Sempre é legal qdo termina.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como diria o seu Serafim, feliz Natal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-2857890375439683528?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/2857890375439683528/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=2857890375439683528' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2857890375439683528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/2857890375439683528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/baaah-no-deu-pra-ir-ao-shopping.html' title='Baaah, não deu pra ir ao shopping...'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-1306363602686769503</id><published>2008-12-23T16:54:00.007-02:00</published><updated>2008-12-23T23:04:48.814-02:00</updated><title type='text'>Qual vai ser o último texto de 2008?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVFDcI7eQRI/AAAAAAAAAH4/nmf8PC6golM/s1600-h/images.jpeg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 115px; height: 117px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVFDcI7eQRI/AAAAAAAAAH4/nmf8PC6golM/s200/images.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283077988594630930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;O mundo corporativo está destinado a morrer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém já deve ter dito ou pensado isso, mas eu quero dizer também.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O mundo corporativo vai morrer e sobreviverão apenas aqueles que não entendem de planilhas, power points, metas, follow up, gap, feedback, benchmark, target... Ou seja, sobreviverão os operários de chão de fábrica que fazem o que precisa ser feito e ponto. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, já sei, vc quer que eu convoque uma reunião e comprove a morte com planilhas, power points, matrizes etc...  Tem gente que não é do mundo corporativo mas raciocina como eles, e é esse o ponto. Esse tipo de raciocínio, postura, forma de agir se esvaziou. Quando a idéia - e aqui a gente poderia chamar de alma - morre, fica só a carcaça, o esqueleto. Vamos combinar: carcaça e esqueleto estão lá, mas já não são nada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É a idéia, a alma, o significado da coisa que sustenta a coisa. Se você não acredita naquilo, aquilo se esvazia, a necessidade se extingue.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As coisas são antes de ser. E deixam de ser antes de desaparecer completamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essencialmente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chega uma hora em que tu te dá conta que faz por uma empresa o que vc não faz pra si, nem pros amigos, nem pra família. Há zilhões de palestrantes, revistas, artigos ensinando os 10 passos para chegar lá não sei onde. Ou a receita para defender com segurança e assertividade seu projeto na reunião com o chefe. E por aí vai. Sempre que eu ouvia esse tipo de papo, eu pensava: e na vida? Quando vinham lá na redação do jornal com "temos de ser precisos","temos de ser assertivos", "temos de ser criativos", "temos de surpreender o leitor", eu pensava: "e na vida, porra? Eu quero ser criativa, precisa, assertiva e surpreendente na minha vida! Na minha!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu quero estar entre as 10 mais da Loraine Corporation mesmo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acompanhei recentemente vários painéis que discutiram o futuro (?!) da comunicação, da publicidade e propaganda e tal. Eu estava lá cobrindo para uma revista. E de novo pensei em tudo isso. E amigos vos digo: só conseguiram ser tudo o que toda empresa sonha/todo chefe gostaria de ter como funcionário aqueles profissionais que são criativos, surpreendentes, precisos, inquietos e apaixonados em sua própria vida. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ok, não descobri a América. Talvez Paulo Coelho tenha escrito sobre isso até melhor do que eu. ("até", iurru!) Mas e aí? De posse dessa informação, o que você fez com ela? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vc consegue transpor para sua vida lições, idéias, metas que cumpre tão bem para o seu chefe?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu li &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=dhddzkz6_8c2wfzhr8"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;essa lista feita pela Gringo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; , uma agência de publicidade bacana aí, pensando não como publicitária, claro, até porque não sou. Li a lista pensando em mim como pessoa. Com alguma ou outra adaptação (que vai depender de sua capacidade de doidice, abstração e disposição), transpor o que está dito ali para o contexto da sua vida pode ser um exercício interessante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Afinal, como vai &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;o seu próprio&lt;/span&gt; mundo corporativo? Você SA.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se vc não fosse vc, você se acharia legal? Gostaria de ficar perto de vc? Passar a vida com você, se dedicando a você? Seguir uma carreira, cumprir expediente etc etc etc?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então eu disse prum amigo: tem vezes que eu tomo decisões baseada em coisas muito sutis. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ele respondeu: "como diria o Belchior, não quero o que a cabeça pensa, quero o que a alma deseja. Assim, quase sempre funciona, Loraine".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Belchior!!!!... bom, acho que tirando aquele bigode dele, não tenho nada contra, e vc?)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas é isso: ninguém quer carcaça ou esqueleto, resumindo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso o mundo corporativo encarcaçado vai morrer. Sua alma já se foi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E o &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;seu&lt;/span&gt; mundo corporativo, como vai?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ufa. Escrevi. Tava precisando. Escrever me faz bem, desentope, descongestiona. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Música rolando enquanto eu terminava esse texto: &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=H50IjNq11Wg"&gt;aqui. &lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; "&gt;(q voz bacana tem essa mulher)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-1306363602686769503?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/1306363602686769503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=1306363602686769503' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1306363602686769503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/1306363602686769503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/qual-vai-ser-o-ltimo-texto-de-2008.html' title='Qual vai ser o último texto de 2008?'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SVFDcI7eQRI/AAAAAAAAAH4/nmf8PC6golM/s72-c/images.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-66813915076405804</id><published>2008-12-19T23:46:00.006-02:00</published><updated>2008-12-20T00:04:20.082-02:00</updated><title type='text'>Vendo jipe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUxR97q3duI/AAAAAAAAAHw/HwJH6Sv_PvQ/s1600-h/DSC07172.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUxR97q3duI/AAAAAAAAAHw/HwJH6Sv_PvQ/s200/DSC07172.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5281686587430106850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Teve uma época em que eu gostava de Retrospectiva. Na TV ou no jornal. Lia. Assistia tudo. Acho que duas sensações meio conflitantes explicavam esse meu gosto. Ao mesmo tempo que era confortante ver tudo o que tinha acontecido em um ano de forma tão organizadinha, distanciada, era também meio confuso. Porque a memória tem das suas. Eu me "chocava" várias vezes ao perceber que o fato X tinha acontecido tão perto (ou tão longe) do fato Y. Como é que podia? Eu tinha certeza que um deles sequer era desse ano!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sacou a viagem? Looping total.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas eu não gosto mais. E desconfio que não foi eu quem mudou. Foram as retrospectivas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Faz mais ou menos meio ano que a minha impressora está avisando que a tinta vai acabar. Quanta precipitação neh? Cada um com sua noção de tempo... Quanta dedicação a mim, né? Me avisa, me avisa. Eu: "Tah, ok, imprime aí". E ela imprime. Hoje, pedi pra imprimir preto e vermelho e ela me veio com verde e amarelo. Acho que ela está fazendo o que pode. É isso aí.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tô imprimindo um cartazete avisando que vou vender o jipe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É, pode espalhar: está a venda. "Infelizmente", acrescentei ao cartazete.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ok, ok, eu sei que já inventaram formas mais eficazes de anúncio do que um cartazete, verde-e-amarelo ainda por cima. (Avisar num blog, por exemplo.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Calma, cada coisa a seu tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-66813915076405804?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/66813915076405804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=66813915076405804' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/66813915076405804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/66813915076405804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/vendo-jipe.html' title='Vendo jipe'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUxR97q3duI/AAAAAAAAAHw/HwJH6Sv_PvQ/s72-c/DSC07172.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-16986805.post-7747281764143956829</id><published>2008-12-16T17:26:00.003-02:00</published><updated>2008-12-16T17:40:44.495-02:00</updated><title type='text'>Um dia de fúria</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUgD0vsb-SI/AAAAAAAAAHo/fPS1NYAi_20/s1600-h/cr-dfuria-i.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 113px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUgD0vsb-SI/AAAAAAAAAHo/fPS1NYAi_20/s200/cr-dfuria-i.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280474767782836514" /&gt;&lt;/a&gt;Tipo assim. É sábado à tarde e faz calor. Melhor, melhor: tarde de sábado anterior ao Natal e faz muito calor, muito. Você dentro do supermercado. Melhor: tarde quente do sábado anterior ao Natal e você dentro do Big ou do Carrefour. Agora, o detalhe ar-ra-sa-dor: no ar, músicas natalinas!&lt;div&gt;Então é isso: tarde quente do sábado anterior ao Natal, dentro do Carrefour, lah na Bento, ouvindo canções natalinas!!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sabe o que pode ser o cúmulo do estresse, da correria total do dia-a-dia? É você ter de pensar/decidir naquele tempinho mirradinho que sobrou, não se imagina nem como possa ter sobrado, decidir se você mija ou toma água.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tah, eu não tenho nada contra o Papai Noel. Tah, eu tenho sim. O problema é a relevância. Ou a falta dela. Por que as pessoas fazem tanto teatro? Só eu que sinto isso? Só eu???&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pô, gente, vamos lá! A gente pode ser e fazer mais do que isso. Vambora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sei não... Se essa coisa de atirar sapatos nos outros pega...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/16986805-7747281764143956829?l=luzzzzzz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/feeds/7747281764143956829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=16986805&amp;postID=7747281764143956829' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7747281764143956829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/16986805/posts/default/7747281764143956829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://luzzzzzz.blogspot.com/2008/12/um-dia-de-fria.html' title='Um dia de fúria'/><author><name>Lo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09244880423156474580</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_80WNVlrOkoA/SUgD0vsb-SI/AAAAAAAAAHo/fPS1NYAi_20/s72-c/cr-dfuria-i.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
